Abunai Produções: Garage Fuzz pela primeira vez em Belém (14/08 – Domingão)

Nem punk, nem hardcore ou qualquer outro subgênero das prateleiras das lojas de discos. Respeito, talvez, seja a melhor termo para definir o som dos santistas do Garage Fuzz. Formada em 1991, o quinteto completa exatos 20 anos de carreira, com uma bagagem alcançada por poucas bandas no cenário independente nacional. Muitos são categóricos em afirma que o Garage Fuzz faz parte de uma ‘elite’, não por executar excepcionalmente o seu som, mas sim por nunca ter formado um grande publico, porém este, seleto dos bons apreciadores do estilo.

Não a toa que Jello Biafra – ex-vocalista do Dead Kennedys, uma das bandas precursoras da história do punk-rock mundial – se encheu de elogios para falar do Garage Fuzz em 2001, quando assistiu a uma apresentação da banda. A repercussão no Jornal Estado de São Paulo e na Folha de São Paulo serviu de trampolim na divulgação da banda por todo Brasil.

Também pondera, Biafra ouviu as músicas soberbas do debut-album “Relax In Your Favourite Chair”, marcante não apenas para a história do hardcore nacional, mas para a música underground brasileira. O que ninguém imaginava é que quatro anos mais tarde, mesmo já até tendo lançado um DVD ao vivo (“3500 Days Alive”), os santistas conseguiram, mais uma vez, se superar. O cd “The Morning Walk” foi simplesmente considerado o melhor álbum de 2005 por vários sites especializados.

Mas, a carreira do Garage Fuzz foi assim mesmo ao longo dos cinco CDs lançados, inúmeros splits, DVDs e turnês (alguma dessas dividindo o palco com bandas internacionais como Sick of it All, Shelter, Fugazi e Lag Wagon): inteiramente marcado por louvores. Cada novo álbum a evolução musical era presente. Sempre fugindo de clichês tão em voga, o GF faz músicas que são, literalmente, a sua cara. Nada além e sem comparações do tipo “parece com”. É Garage Fuzz do começo ao fim e ponto final. Nas duas décadas de existência, passou a ser ridículo achar que o Garage Fuzz não faria um Cd melhor do que outro: os trabalhos de guitarras tão admirados por todos, a cozinha certeira e marcante e, claro, o vocal/letras característicos de Alexandre Farofa. Adjetivar o GF é até mesmo banal.

No dia 14 de agosto, pela primeira vez, Alexandre (Vocal), Fernando (Guitarra), Wagner (Guitarra), Fabrício (Baixo) e Daniel (Bateria), pisarão em terras Amazônicas para executar o mesmo show que Jello Biafra teve o privilégio de ver. A diferença é que, dessa vez, em um tour em comemoração a 20 anos de estrada. O bordão de abertura dos shows do Garage Fuzz nunca soará tão forte: “Agora tá valendo!”.

GARAGE FUZZ (SP) “TOUR NORTE – 20 ANOS”

+ SEQUELAS (http://www.myspace.com/seq?uelashc)
+ MACHETE (Lançamento do split “Seven Steps To Hell” – http://www.myspace.com/juv?entudexperdida)
+ NO FOUND (http://www.myspace.com/nof?oundhardcore)

DATA: 14/08/11 (Domingo)
LOCAL: Memorial dos Povos (Av. Governador José Malcher, 257).
HORA: 18:00
PONTO DE VENDA: Loja ForFun Streetshop – Trav. São Pedro, 656. Fone: (91) 3223-0042 (atrás do Shopping Pátio Belém).
Com os integrantes das bandas de abertura: 8394-9342 (Roger, No Found)/ 8885-2045 (Wood,
Machete) e 8169-8585 (Marquinhos, Sequelas )

INFORMAÇÕES: (91) 9183-8883/8292-9822

WWW.ABUNAIPRODUCOES.COM.BR

Abunai Produções: "It's only Rock'n'Roll. But, I like it"

A Abunai Produções, no Dia Mundial Do Rock leva ao @FuxicoCultural a sua homenagem a esta senhor de pouco mais de 50 anos com a festa “It’s Only Rock ‘N’ Roll But I Like It” com as bandas Aeroplano e Turbo e mais Djs Convidados.

Rock and Roll tem origem controversa. Muitos querem pra si o direito de serem os criadores do ritmo. Blues, Country, R&B, Gospel, tudo foi misturado na panela do Diabo para surgir uma manifestação musical que se encaixou perfeitamente dentro dos anseios de uma juventude pós II guerra mundial. Uma manifestação que soube se renovar e acompanhou as mudanças de pensamento dos jovens de todas as épocas. Jovens que entendem o rock e o transformam e fazem dele o senhor contestador que tanto adoramos.

No dia 13/07 no @FuxicoCultural as bandas Aeroplano, que recentemente lançou seu elogiado primeiro disco “Voyage”, e Turbo irão festejar a data na festa “It’s Only Rock ’N’ Roll But I Like it” da Abunai Produções. A festa ainda contará com os Djs Abunai e os convidados Gerson Junior (http://sixtietons.wordpress.com/), Médici (@rockworkbelem), Cristiano Cohen (@Controlinc), Kiko (@coletivopogobol), Raul Bentes (http://www.independentesdobrasil.com/) e Marcelo Papel (@durango95br) que incendiarão os dois ambientes do Fuxico com muito rock pra galera não ficar parada. E pra ninguém ficar de fora da festa o ingresso vai sair quase na faixa por apenas $5 mangos, além de termos uma promoção de 4 cervejas por $10 reais a noite toda. Pois no período de férias não queremos que falte o da breja quando você for viajar no final de semana! For Those About to Rock, We Salute You!

E dia 14/08 no memorial dos povos tem Garage Fuzz pela primeira vez em Belém com sua turnê de 20 anos de carreira. Abertura das bandas Sequelas, No Found e Machete. Ingressos por R$ 20,00 na ForFun Streetshop e por R$ 15,00 com as bandas de abertura.

Serviço:

Abunai Produções Apresenta:

It’s Only Rock ‘N’ Roll But I Like It

Local: Espaço Cultural Fuxico

Data: 13/07

Hora: 20:00

Preço: R$ 5,00

Bandas:

Aeroplano

Turbo

DJs:

Cristiano Cohen (@controlinc)

Gerson Junior (http://sixtietons.wordpress.com/)

Kiko (@coletivopogobol)

Marcelo Papel (@durango95br)

Médici (@rockworkbelem)

Raul Bentes (http://www.independentesdobrasil.com/)

Promoções:

4 cervejas por $10 a noite toda

3 caipirinhas por $10

3 doses de vodca $10

2 doses de tequila $10

 

É HOJE: DEAD FISH EM BELÉM

Em 1996, o Dead Fish lançava o seu primeiro CD sob alcunha de ‘Sirva-se’. Na capa, um prato de aluminho vazio ilustrava o título do álbum. No play, quatorze faixas do mais puro hardcore melódico. O estilo, na época, começa a ganha força no Brasil. Até então, hardcore melódico não passava de uma cópia do que se fazia no exterior. O ‘CD do prato’ – como assim ficou conhecido o ‘Sirva-se’ – chamava a atenção não somente por apresen…tar letras em português, mas por começar a dá uma ‘cara’ ao melódico feito no Brasil. Porém, mesmo com a língua nativa, algumas coisas ainda não eram claras. A letra da faixa 9,‘Individualismo de massa’, mostrava-se ambígua: “Sou branco, sou preto, sou punk, sou benger, sou skate, eu sou rapper, sou tudo, sou underground”.

Foi preciso esperar vinte anos de carreira para a letra ter sentido. O Dead Fish, não só inaugurou o hardcore cantando em português, mas se tornou o principal representante do país no estilo mais rápido do Rock’n’Roll. Naturais de Vitória, Espírito Santo, os capixabas, em 2004 com o CD ‘Zero e Um’, cruzaram a difícil fronteira entre o independente e a grande mídia e conseguiram ser tudo: branco, preto, punk, headbenger, skate, rapper. Mas, ao contrário do que escreveram em 96, não se tornaram uma banda ‘individualista de massa’. As raízes do underground nunca foram esquecidas.

E esse foi segredo para a longevidade: souberam usufruir tudo de bom que o mainstrem podia oferecer e jogaram fora toda a parte ruim. O quase intocável mundo fechado do Hard core se rendeu a novas boas idéias. E ao longo da estrada, o preço de muitas escolhas pode ter sido tão ‘core’ quanto à tradução ao pé da letra do sufixo do estilo. Mas, se verso de uma das suas músicas diz que “há urgência em estar vivo é outra forma de pensar”, o que mais precisa ser respondido?

Até hoje, continuam fazendo um som rápido e viril sem abdicar da melódica nas letras mais inteligentes do underground nacional. Coisa que há vinte anos nenhum daqueles garotos, que só desejavam fazer um som e andar de skate, poderia imaginar que a brincadeira daria certo. E como deu.
Em 2009, lançaram ‘Contra Todos’, o sexto disco de estúdio. Nele o Dead Fish se apresenta em sua melhor forma. Com a saída de Hóspede, se tornaram um quarteto. Phellippe Fargnoli consegue tirar de letra o trabalho feito antes por duas guitarras. Alyand, no contrabaixo, e Marcão, bateria, dão forma a uma das cozinhas mais potente do hardcore brasileiro. Por último, Rodrigo Lima, nos vocais, segue verbalizando, como nunca, a avalanche sonora. Ouvir ‘Contra Todas’ é como ler um romance. Revigora todo o espírito jovem de quem ainda tem algo a dizer.

O prato da capa de 1996 continua de aluminho, mas agora não está mais vazio. Segue cheia de histórias, energias, turnês – inclusive uma na Europa – e respeito de todos que admiram quem faz hardcore de qualidade, seja melódico ou agressivo. Música para entreter, divertir e, acima de tudo, desabafar. E assim que, a vinte anos, o Dead Fish segue colocando em prática esse máxima. Ensinado como sobreviver no cenário independente sem abrir mão de suas escolhas.

Serviço: Aniversário de 15 anos da Davu-k Distribuidora com

DEAD FISH (ES) http://www.myspace.com/deadfishoficial
+ Sincera http://www.myspace.com/sincerarock
+ Escárnio http://www.myspace.com/escarniohc
Participação de Maurílio Fernandes (Switch Stance)

Local: Açai Biruta (Rua Siqueira Mendes, Próximo a Igreja da Sé, às margens da Baía do Guajará)
Hora: A partir das 18:00 hs
Data: 07/05/2011 (sábado)
Ingressos: R$ 20 (preço único antecipado)

Pontos de venda: Loja ForFun – Trav. São Pedro, 656 – Batista Campos, fone: (91)-3223-0042 (atrás do Shopping pátio Belém).

Clássica Entrevista com Rodrigo Lima: http://rockpara.blogspot.com/2010/02/entrevista-especial-rodrigo-lima.html


A banda de hardcore capixaba Dead Fish tem uma longa estrada no cenário brasileiro e também é uma das mais bem conceituadas. Para falar sobre os próximos passos da carreira musical e outros assuntos bastante pertinentes, o vocalista, Rodrigo Lima, concedeu uma entrevista especial para o Rock Pará.

Para você quais foram os momentos marcantes na carreira da banda?
Sempre que lançamos um trabalho novo é bem marcante. Me lembro muito do lançamento do Sonho Médio em 99 e do Zero em um em 2004. Um foi um passo a frente no que queríamos fazer definitivamente com a banda, e o segundo marcou nossa entrada na Deckdisc que foi um marco de mudança na administração interna da banda, musicalmente fez uma diferença também.

Com a saída do Nô, houve mudanças na nova sonoridade do Dead Fish? (Nota do Editor: o novo baterista é Marcão, que também toca no Ação Direta)
Ganhamos em tempo e rapidez. Vamos ver como sai o nosso próximo trabalho.


Vocês já tocaram duas vezes aqui em Belém. O que você poderia destacar dessa passagem por Belém? E o que vocês conhecem do Hardcore e do Rock Paraense?
É legal tocar aí, a cidade é bonitona as pessoas são mais calmas e simpáticas do que em outros lugares. Conheço pouco ou quase nada de hardocore daí, mais as coisas que Abunai lança – http://www.fotolog.com.br/abunai_recordss/ .

Mais sobre o Dead Fish, nos seguintes endereços: http://www.myspace.com/deadfishoficial e http://www.youtube.com/user/deadfishoficial

Você é um cara bastante politizado, isso fica bastante explícito nas letras. Qual é a sua análise sobre o cenário político brasileiro, já que estamos em ano eleitoral?
Se cairmos de novo nas mãos dos tucanos estamos fritos. O Governo Lula foi um governo bastante populista também, mas ele fez mais pra maioria do que todos os presidentes anteriores, até mais do que o Getúlio Vargas. Isso não quer dizer que eu ache tudo maravilhoso, longe disso. Ainda tem muita coisa pra ser feita nos próximos 100 anos, principalmente na área de educação/saúde e cultura. Não basta ser um país rico, temos que nos tornar civilizados. E ficar se embasando só em eleições também pode ser uma forma muito lenta de as coisas mudarem.

Dead Fish em Belém e clássica entrevista com o vocalista Rodrigo Lima

Em 1996, o Dead Fish lançava o seu primeiro CD sob alcunha de ‘Sirva-se’. Na capa, um prato de aluminho vazio ilustrava o título do álbum. No play, quatorze faixas do mais puro hardcore melódico. O estilo, na época, começa a ganha força no Brasil. Até então, hardcore melódico não passava de uma cópia do que se fazia no exterior. O ‘CD do prato’ – como assim ficou conhecido o ‘Sirva-se’ – chamava a atenção não somente por apresen…tar letras em português, mas por começar a dá uma ‘cara’ ao melódico feito no Brasil. Porém, mesmo com a língua nativa, algumas coisas ainda não eram claras. A letra da faixa 9,‘Individualismo de massa’, mostrava-se ambígua: “Sou branco, sou preto, sou punk, sou benger, sou skate, eu sou rapper, sou tudo, sou underground”.

Foi preciso esperar vinte anos de carreira para a letra ter sentido. O Dead Fish, não só inaugurou o hardcore cantando em português, mas se tornou o principal representante do país no estilo mais rápido do Rock’n’Roll. Naturais de Vitória, Espírito Santo, os capixabas, em 2004 com o CD ‘Zero e Um’, cruzaram a difícil fronteira entre o independente e a grande mídia e conseguiram ser tudo: branco, preto, punk, headbenger, skate, rapper. Mas, ao contrário do que escreveram em 96, não se tornaram uma banda ‘individualista de massa’. As raízes do underground nunca foram esquecidas.

E esse foi segredo para a longevidade: souberam usufruir tudo de bom que o mainstrem podia oferecer e jogaram fora toda a parte ruim. O quase intocável mundo fechado do Hard core se rendeu a novas boas idéias. E ao longo da estrada, o preço de muitas escolhas pode ter sido tão ‘core’ quanto à tradução ao pé da letra do sufixo do estilo. Mas, se verso de uma das suas músicas diz que “há urgência em estar vivo é outra forma de pensar”, o que mais precisa ser respondido?

Até hoje, continuam fazendo um som rápido e viril sem abdicar da melódica nas letras mais inteligentes do underground nacional. Coisa que há vinte anos nenhum daqueles garotos, que só desejavam fazer um som e andar de skate, poderia imaginar que a brincadeira daria certo. E como deu.
Em 2009, lançaram ‘Contra Todos’, o sexto disco de estúdio. Nele o Dead Fish se apresenta em sua melhor forma. Com a saída de Hóspede, se tornaram um quarteto. Phellippe Fargnoli consegue tirar de letra o trabalho feito antes por duas guitarras. Alyand, no contrabaixo, e Marcão, bateria, dão forma a uma das cozinhas mais potente do hardcore brasileiro. Por último, Rodrigo Lima, nos vocais, segue verbalizando, como nunca, a avalanche sonora. Ouvir ‘Contra Todas’ é como ler um romance. Revigora todo o espírito jovem de quem ainda tem algo a dizer.

O prato da capa de 1996 continua de aluminho, mas agora não está mais vazio. Segue cheia de histórias, energias, turnês – inclusive uma na Europa – e respeito de todos que admiram quem faz hardcore de qualidade, seja melódico ou agressivo. Música para entreter, divertir e, acima de tudo, desabafar. E assim que, a vinte anos, o Dead Fish segue colocando em prática esse máxima. Ensinado como sobreviver no cenário independente sem abrir mão de suas escolhas.

Serviço: Aniversário de 15 anos da Davu-k Distribuidora com

DEAD FISH (ES) http://www.myspace.com/deadfishoficial
+ Sincera http://www.myspace.com/sincerarock
+ Escárnio http://www.myspace.com/escarniohc
Participação de Maurílio Fernandes (Switch Stance)

Local: Açai Biruta (Rua Siqueira Mendes, Próximo a Igreja da Sé, às margens da Baía do Guajará)
Hora: A partir das 18:00 hs
Data: 07/05/2011 (sábado)
Ingressos: R$ 20 (preço único antecipado)

Pontos de venda: Loja ForFun – Trav. São Pedro, 656 – Batista Campos, fone: (91)-3223-0042 (atrás do Shopping pátio Belém).

Clássica Entrevista com Rodrigo Lima: http://rockpara.blogspot.com/2010/02/entrevista-especial-rodrigo-lima.html


A banda de hardcore capixaba Dead Fish tem uma longa estrada no cenário brasileiro e também é uma das mais bem conceituadas. Para falar sobre os próximos passos da carreira musical e outros assuntos bastante pertinentes, o vocalista, Rodrigo Lima, concedeu uma entrevista especial para o Rock Pará.

Para você quais foram os momentos marcantes na carreira da banda?
Sempre que lançamos um trabalho novo é bem marcante. Me lembro muito do lançamento do Sonho Médio em 99 e do Zero em um em 2004. Um foi um passo a frente no que queríamos fazer definitivamente com a banda, e o segundo marcou nossa entrada na Deckdisc que foi um marco de mudança na administração interna da banda, musicalmente fez uma diferença também.

Com a saída do Nô, houve mudanças na nova sonoridade do Dead Fish? (Nota do Editor: o novo baterista é Marcão, que também toca no Ação Direta)
Ganhamos em tempo e rapidez. Vamos ver como sai o nosso próximo trabalho.


Vocês já tocaram duas vezes aqui em Belém. O que você poderia destacar dessa passagem por Belém? E o que vocês conhecem do Hardcore e do Rock Paraense?
É legal tocar aí, a cidade é bonitona as pessoas são mais calmas e simpáticas do que em outros lugares. Conheço pouco ou quase nada de hardocore daí, mais as coisas que Abunai lança – http://www.fotolog.com.br/abunai_recordss/ .

Mais sobre o Dead Fish, nos seguintes endereços: http://www.myspace.com/deadfishoficial e http://www.youtube.com/user/deadfishoficial

Você é um cara bastante politizado, isso fica bastante explícito nas letras. Qual é a sua análise sobre o cenário político brasileiro, já que estamos em ano eleitoral?
Se cairmos de novo nas mãos dos tucanos estamos fritos. O Governo Lula foi um governo bastante populista também, mas ele fez mais pra maioria do que todos os presidentes anteriores, até mais do que o Getúlio Vargas. Isso não quer dizer que eu ache tudo maravilhoso, longe disso. Ainda tem muita coisa pra ser feita nos próximos 100 anos, principalmente na área de educação/saúde e cultura. Não basta ser um país rico, temos que nos tornar civilizados. E ficar se embasando só em eleições também pode ser uma forma muito lenta de as coisas mudarem.