Show Retaliatory

Com 22 anos de fundação a banda paraense RETALIATORY está mais PHODÁSTICA do que nunca e vai proporcionar aos headbangers de Belém city uma noite memorável no Scorpions Rock Bar.
Como bandas de abertura teremos nada mais nada menos do que três bandas POWERS…
MERIDIAN (ARCH ENEMY COVER) – Outra banda de excelente qualidade musical e com uma performance excitante! Os caras mandam muito bem e tem um set list redondinho, isso sem falar da vocalista Beatriz Brito que simplesmente deixa qualquer um que assiste a banda de prima completamente PASMO!
TREVELLER – Com um heavy metal com pitadas de Thrash a banda formada em 2001 está de volta ao cenário paraense com um novo line up e muita pauleira no pé do ouvido… Os caras não estão de brincadeira e prometem um show inesquecível!
ESTORVO – Formada em 2005 a banda tem um hardcore potente e recheado com letras de protesto que incomodam e despertam o censo critico sobre as coisa que ocorrem bem na sua venta e você nem se dá conta disso!!!
Data: 03 de Junho – Domingo
Ingressos: R$7,00 Até às 19:00hs e R$10,00 Após às 19:00hs
Local: Scorpions Rock Bar – 16 de Novembro Nº1000 – Próximo a Tamandaré
CONFIRME SUA PRESENÇA NO LINK DO EVENTO… PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM DA MAXIMIZAÇÃO DA CENA ROCK NO ESTADO DO PARÁ
Apoio: Symbolic Produções – ARP (Associação do Rock Paraense) – GB Comunicação – Blog Metal Pará
http://www.facebook.com/events/441664179196721/

 

Wacken Open Air – Metal Battle – Belém Edition – 2011

 Pela primeira vez em Belém, ocorrerá a etapa paraense do Wacken Metal Battle, evento já consagrado por selecionar bandas de vários países para tocar no maior festival de Heavy Metal do mundo, o Wacken Open Air, que ocorre todos os anos na cidade alemã de Wacken.

No sexto ano de realização nacional, Belém entra na competição pela vaga para representação brasileira no festival.

Cinco bandas foram selecionadas pela equipe da Revista… Roadie Crew e irão disputar o direito de representar o Pará na final nacional, que este ano, ocorrerá durante a programação do festival Roça ‘n Roll, em Varginha (MG), no dia 25 de Junho.

As bandas que participarão da seletiva no dia 22 de Maio de 2011 no Studio Pub são:

All Still Burns
A Red Nightmare
HellRide
Necroskinner
Warpath

A banda vencedora será selecionada pela mesa de jurados, que será composta de quatro jurados locais e presidida pela editor da Revista Roadie Crew, Airton Diniz.

Então lembrem-se: 22 de Maio de 2011, 18:00 EM PONTO, vá torcer pela sua banda favorita!

E vá prestigiar esse momento histórico no Heavy Metal paraense a ocorrer no Studio Pub!

Stay Heavy! \m/

Ingressos: R$10 antecipados nas lojas Ná Figueredo e Distro Rock Store

No dia do evento os ingressos custarão R$15
Realização: RED Produções, Pro Rock, MúsicaParaense.Org

Apoio Cultural: Ná Figueredo, Roadie Crew, Fábrika Studio, Mirirti EcoPousada, MM Produções, Fundação Cultural Tancredo Neves e Governo do Estado do Pará.

Informações:

(91)8702-8350 – Lucas
[email protected]

Final de Semana Histórico: Motorhead, Misfits e D.R.I.

Dedico esse texto ao grande amigo e irmão: Beto Fares e também a Regina Silva (Balanço do Rock)

“We are the Motorhead, We play Rock’n’Roll”… Para quem vai, ou já foi a algum show do Motorhead, espera ansiosamente para ouvir essa frase, vinda do Mestre Lemmy Killmister. Os mais de 10 mil fãs não ficaram desapontados e lotaram o Via Funchal.
Na sequência, Lemmy (baixo e vocal), Phill Campbell (guitarra) e Mickey Dee (bateria) já emendaram com “Iron Fist” e “Stay Clean”, uma colada na outra. A abertura foi feita pela banda Alarde, que foi vaiada toda a apresentação.

Mas, que sinceramente, fez o dever de casa direitinho. Agora, eu entendo porque falam que quando acaba um show do Motorhead, você sai surdo de vez, mas feliz da vida, com a alma lavada. É Rock’n’Roll tocado como deve ser, no último volume e sem frescura. Durante uma hora e meia, era possível ver pais, filhos, amigos, headbangers pirando com as cacetadas vindas do palco. Para fechar com chave de ouro, “Overkill”. Com os ouvidos, agora o lance era sair correndo e pegar o show dos Misfits, na Praça Júlio Prestes, que ocorreu na Virada Cultural.

Quando cheguei à Praça Júlio Prestes, parecia que a corda do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, tinha estourado a corda no início da Presidente Vargas (essa é só para quem é paraense ou mora em Belém e conhece o Círio).
Umas 50 mil pessoas esperavam pelos Misfits. Uma mistura de Punks, Carecas, Zumbis, crianças e o que mais pude estar lá; estava. Agora era pagar para ver o que iria sair disso tudo.
Mulheres grávidas desmaiando, crianças passando mal, punks e carecas se matando o tempo inteiro, a polícia retraída e com medo da confusão mais a presença absurda do Zé do Caixão, que sobrevoou pelo público e acabou tomando uma garrafada. Um cenário propício para o caos, e que foi orquestrado da melhor maneira pelos Misfits. Resultado: sangue para todos os lados e o Punk Rock rolando solto no palco.

Quando começou a tocar a música de abertura do clássico do terror “Halloween”, a sensação é que tinha estourado uma boiada, e Jerry Only e companhia tocaram o clássico tema do filme. Depois disso, presenciando cenas surreais no público e contando com a sorte, o esquema era se divertir a cada acorde.
Os Misfits entraram com uma vontade que emocionava, para quem esperava ver essa banda, desde os 15 anos de idade. No decorrer de uma hora e meia de show, quase surdo, era a hora de voltar e se preparar para o que ainda estava por vir.
Dormindo às 10 horas da manhã, e tendo que se estar pronto para ver outra banda importantíssima para quem cresceu ouvindo os LPs “Crossover” e “Thrash Zone”, dos Dirty Rotten Imbeciles (D.R.I.).

Mesmo assim cansado, às cinco horas da tarde, era hora de partir para o Carioca Club. Tudo começou com a banda Ação Direta, que mostrou porque é um dos orgulhos da cena Punk/Hardcore do ABC Paulista. Em meia hora, as cinco mil pessoas presentes já estavam aquecidas. Era preciso um show mais intenso para empolgar mais, e direto de Brasília, a banda Violator mostrou um show, que lembrava porque o Thrash Metal 80 é o melhor, e esse é um revival da década.
Segundo o baixista do D.R.I. Harald Oimoen, Violator é o Futuro do Thrash Metal, os cabeludos de Brasília não paravam um segundo no palco e não desapontaram o mais novo e importante padrinho. Uma apresentação sem botar defeito algum.
“D.R.I.”, “D.R.I.”… Era o que o público pedia. E todos foram atendidos, quando as cortinas se abriram e de cara fomos bombardeados com “Beneath the Wheel”. A famosa roda de pogo estava pronta.
Agora, tudo se explicava porque essa foi à banda que o criou o “Crossover”. Punks e Headbangers se divertindo juntos, sem brigas. Um belo quadro era pintado no Carioca Club. Petardos foram cantados, aliás, berrados em uníssono. Depois desse final de semana intenso, era a hora de tentar dormir. Porém, com um sorrisão na cara.