Conheçam Maglore – Uma das grandes revelações do Rock Independente Baiano

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Melody Box: 
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Toque no Brasil: 
http://maglore.tnb.art.br/
Banda Maglore
(71) 9272-9777 | (71) 8167-2710
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Uma das bandas mais interessantes do novo rock independente baiano é a Maglore. Conheça mais sobre ela nessa entrevista com o guitarrista Léo Brandão

Como surgiu a banda? Por que o nome Maglore? E as experiências musicais de cada um, antes desse encontro na banda?

A banda surgiu (pra mim!) numa mesa de bar em dezembro de 2008 (no aniversário de uma amiga em comum) onde conheci Teago (vocalista e guitarrista) que me falou do projeto. Ele já tinha conversado com Igor (baterista e amigo de infância – apesar de nunca terem tocados juntos) e o convidado. Eram basicamente algumas músicas rejeitadas pela outra banda da qual ele fazia parte e que estava parada, sem fazer shows. Nos afinamos  e a banda foi formada. O baixista no início era o amigo Lucas Azevedo, que hoje é “multifunções”: fotógrafo/iluminador/ produtor de palco e executivo, depois foi substituido por Nery Leal (outro amigo de infância) e ficou essa formação de hoje. Apesar d’ eu também já ter saído e voltado para a banda. rsrs.

O nome Maglore na verdade é anterior a formação. Eu lembro de Teago ter me passado o arquivo em mp3 de duas gravações caseiras bem toscas: “A Sete Chaves” e “Amaria Sonhos Coloridos” (músicas que compõem o disco Veroz (2011)) onde já constava o nome. Ele tinha dito na ocasião que havia sonhado e que não tinha significado. Ao que todos concordaram, ficou esse mesmo.

Todos nós já havíamos tocados em outras bandas antes do encontro. Igor, quando a banda começou, tocava bateria em 8 bandas diferentes, se bem me lembro. rs. Eu toquei no Ópera Pingüim, Teago na Radionave, Nery na Truanescos, e por aí vai…

O que você destacaria da cena independente da Bahia?

Da cena independente eu destacaria a união que está surgindo entre as bandas não só de Salvador quanto do interior do Bahia: cidades como Vitória da Conquista, no sul, e Feira de Santana, na região metropolitana, estão cada vez mais fazendo eventos independentes e proporcionando a circulação de bandas do estado e até de fora dele também, possibilitando assim, o encontro entre bandas de diferentes cidades. No caso da Maglore, conseguimos fazer uma turnê pelo nordeste em dezembro do ano passado com Os Barcos, uma banda de Vit. da Conquista e hoje, nossos amigos pessoais. A respeito da cena de Salvador são várias as bandas que vem se destacando, e há uma pluralidade de sons. Posso citar nomes como a Suinga, que traz uma espécie de revival do axé antigo, naquela linha dos Novos Baianos, Pepeu Gomes, Gerônimo e Luiz Caldas; Enio e a Maloca, uma black music cercada de elementos de música brasileira; Pirigulino Babilake; Quarteto de Cinco; Velotroz; Neologia; Lunata; Acord; Sertanília, que resgata a música nordestina, sertaneja mesmo, de verdade; Baiana System; tem também o rock da Fridha e da Autoreverso; Vivendo do Ócio, que mora em São Paulo mas que vez ou outra marca alguns shows na cidade, e o pessoal mais antigo na cena como o Cascadura e Ronei Jorge. Enfim, muita coisa rolando e cada uma com algo diferente a acrescentar. 

O que você conhece em relação as bandas independentes do Pará?

Para ser sincero, eu não me recordo de nenhuma banda do Pará que eu tenha escutado (ou pelo menos que eu saiba ser do Pará). Mas tenho até interesse. Se você tiver alguma pra indicar, eu agradeço. O que eu sei que rola no Pará é o Se Rasgum, que é um festival independente muito bem comentado, não é isso? 

Quais são os novos projetos musicais da banda?

Os projetos da banda são: continuar fazendo shows pelo Brasil (e fora dele também quando aparecer a oportunidade), tentando fazer o som chegar onde ainda não chegou, divulgar nosso disco “Veroz” e quem sabe começar a gravar um novo trabalho ainda este ano.

Entrevista Especial: Camillo Royale apresenta o selo Rajada Records e novos empreendimentos

Camillo Royale é guitarrista e vocalista da seminal banda paraense Turbo. Agora ele está investindo num projeto que o lançamento do selo Rajada Records, onde o produto principal será no formato de fitas cassetes. Além disso, a banda Turbo lançará no dia 29 deste mês, na Livraria Saraiva, o novo single “Apaixonado, sem medo de ser cafona”. Saiba todos os detalhes, agora nessa entrevista especial com o próprio.

Como surgiu a ideia de montar o selo? e por que no formato fita cassete?

A idéia do selo surgiu com a necessidade de poder lançar o material do Turbo.O primeiro lançamento seria um vinil de 7″, mas devido a atrasos de mix/master e falta de grana ficou pra depois. A ideia da fita veio de uma conversa casual com um amigo que falou que ainda lançavam fitas na gringa. Fui atrás e vi que era possível e achei um formato interessante. Daí juntei forças com o João Lemos (Sincera) que assina a parte gráfica do selo Rajada Records e o nosso 1º lançamento será o “Rajada on The tape Vol.1”. Um k7 split com Sincera no lado A e Turbo no lado B.

Fala sobre esse novo single da banda: “Apaixonado sem medo de ser cafona”?

Essa faixa é o single desse mês e estará no k-7  junto com mais 3 inéditas que gravamos pra esse projeto. Essa música foi gravada e produzida por Ivan Jangoux. Acredito que essa música seja uma das mais pops que tenhamos feito até hoje, mas apesar de ser inédita pro público é uma música bem mais antiga das que estão no 1º disco. Ela tem um pacote pra download contendo capa do single, música e cifras. (Para baixar o single clique aqui)

Para você qual é a importância das redes sociais para a divulgação do trabalho musical dos músicos e bandas independentes no Brasil?

De enorme importância. Sem elas muita gente não estaria conhecendo melhor sobre o nosso trabalho e a respeito do selo. Até hoje é impressionante saber que alguém em Porto Rico, como aconteceu recentemente, ter escutado e gostado da nossa música.

Como você analisaria a cena atual do rock paraense?

Mais bandas diferentes e interessantes surgindo e cada vez mais profissionais. Gosto muito do que se produz por aqui e o selo daqui a algum tempo pretende lançar outros artistas locais.

E quais são os próximos passos da banda Turbo?

Esse semestre lançar o k-7, semestre que vem finalmente o compaco 7″ e seguir tocando aonde nos chamarem.