Entrevista Especial: Leandro Souto Maior, guitarrista da banda Fuzzcas

Leandro Souto Maior é jornalista e guitarrista da banda carioca Fuzzcas. Além disso, ele mantém o blog “Acorde”, no qual mostra o ponto de vista dele sobre os mais variados assuntos musicais. Nesta entrevista especial, ele conta detalhes sobre a trajetória musical e também sobre os novos projetos da banda. Let’s rock it.

Como e quando você começou a se interessar em tocar Rock’n’Roll? Aproveitando, quais foram as tuas primeiras bandas?

 

 

 

Foi através da coleção de LPs dos Beatles do meu pai, que herdei, registre-se, e hoje está no na minha casa, que chamo de Museu do Rock, por teu ter esse mau hábito de acumular coisas dos meus ídolos. Minha primeira banda foi a Mississippi Blues Band, nso anos 90, em Niterói, que chegou a gravar algumas faixas, que hoje podem ser ouvidas aqui https://soundcloud.com/mississippibluesband

Você é guitarrista da banda Fuzzcas. Como  poderia descrever a trajetória da banda até agora? E quais são os próximos projetos?


O Fuzzcas está em um momento especial. Temos o primeiro CD prontinho, vai se chamar ‘Feliz Dia de Hoje’, deve sair daqui um mês, estamos já apenas esperando chegar da fábrica. Com o CD, virá também nosso site e um novo clipe, da música ‘Bad Girl’, gravado no Teatro Rival. Será nosso segundo, já que é possível conferir ‘Acorde Mais Cedo’, nossa estreia em clipe, no YouTube.

Quais são as tuas principais influências musicais?

Beatles, Led Zeppelin, Mutantes e Jimi Hendrix. Admiro guitarristas como Eric Clapton, Santana ou Jeff Beck, cuja técnica é limitada mas a genialidade é sem limites.

Como você analisaria a cena do rock independente do Rio de Janeiro?


Acho que existem bandas e artistas bem interessantes, mas sinto falta de uma união maior da turma, algo como um movimento, para que todos consigam uma exposição maior e que um público seja de fato formado. 

Este blog tem como objetivo também divulgar e relacionar o trabalho das bandas de rock do Pará, com as outras do resto país. Quais bandas de rock Belém que você conhece?

Na verdade, não muitas. Tem o Molho Negro e tinha o La Pupuña, mas acho que não existe mais… O guitarrista hoje toca com a Gaby Amarantos, né?

 

Entrevista (mais do que) Especial: Fernando Rosa – Senhor F

Para alguns ele é um guru da música independente nacional, para outros um verdadeiro mentor do atual rock nacional; mas de uma coisa todas as pessoas têm razão, Fernando Rosa é extremamente respeitado em toda a cena da América Latina. Para quem ainda nunca ouviu falar dele, ele é o criador do Portal/Produtora Senhor F. Let’s rock it.

Bem, queria que me falasses inicialmente sobre a volta do site Senhor F. Quais são as novidades?

A revista Senhor F cumpriu, digamos, sua missão num primeiro momento o papel de resgatar a história do rock nacional e, ao mesmo tempo, de apoiar a nascente cena independente. Em terceiro plano, nesses primeiros anos, esteve a divulgação da música latinoamericana. Após 15 anos, de certa forma esgotamos essas frentes editoriais. Agora, então, avançamos para esse novo universo, pouco explorado pela mídia nacional, independente e mesmo grande mídia.  O que nos estimulou a dar esse passo foi o crescimento do festival El Mapa de Todos, que passou a ocupar o centro das atividades da produtora Senhor F. No final do ano passado, ganhamos um prêmio do MINC pelos trabalhos desenvolvidos pelo portal. Aproveitamos então o apoio financeiro e apostamos em um novo portal, voltado principalmente para o mundo latino. Em pouco mais de dois meses do novo portal, já conquistamos inúmeros leitores em diversos países latinos. Investimos em matérias especiais, em vídeos dos artistas, em resenhas de discos. Também criamos 4 rádios, via Soundcloud, com conteúdos diferenciados: música independente nacional, rock gaúcho moderno, música latino americana e, ainda, um programa de rádio – Senhor F Sem Fronteira, veiculado pela Rádio Câmara. O portal ainda integra no mesmo ambiente informações sobre o festival El Mapa de Todos, o evento mensal Noite Senhor F,que acontece em Porto Alegre, e uma área destinada para E-Books. Ainda no portal, tem link para a loja do selo Senhor F Discos.

Você acha que as redes sociais facilitaram este intercâmbio entre a produtora/site e as bandas latino-americanas? E a produtora Senhor F ainda lançará bandas independentes nacionais?

Sim, a internet foi e continua sendo fundamental para promover o intercâmbio. O mercado do disco físico era e ainda é dominado pelos Estados Unidos. Discos de música latina, exceto aqueles produzidos para o mercado latino nos EUA, não chegam ao Brasil. Então, o único caminho possível hoje é o da rede. Quanto ao selo, acabamos de lançar o disco da banda Bob Shut, de Caxias do Sul (RS), e ano passado havíamos lançado uma coletânea com o grupo argentino El Mato a Un Policia Motorizado. Nesse campo, as mudanças foram muito profundas, e travaram um pouco as iniciativas. Mas, não abandonamos a ideia do selo, ao contrário.

Você é um grande conhecedor da música independente nacional e latino-americana. Quais são os pontos em comum e as principais diferenças entre ambas?

É dificil definir isso, pois cada uma tem suas características particulares. Mas diria, nesse momento, que a música independente produzida em vários países latinos é superior em qualidade autoral. Não temos no Brasil um grupo com o El Mato a Un Policia Motorizado, nem cantores e compositores como Juan Cirerol, do México, por exemplo.

Quais serão os próximos projetos do Senhor F? E o que você poderia destacar da cena roqueira paraense atual?

Um festival regional, no Rio Grande do Sul, com foco em bandas e artistas independentes. Vamos retomar a ideia do SENHOR FESTIVAL, com dois dias de evento, em abril de 2014. Vamos anunciar o projeto na semana que vem e dar início ao processo de captação de apoio. Outro projeto, já pronto para ser executado, é um curso sobre a história do rock; na verdade, dois cursos, um sobre a origem e formação da linguagem musical e social do rock, e outros voltado para a história do rock brasileiro. Também estamos produzindo uma exposição com 150 Cds + 100 EPs independentes nacionais.

Olha, acompanho os artistas que já conhecia, seja em suas bandas ou em novos projetos. Nos últimos meses, por conta da mudança de foco do portal, concentrei mais atenção nas cenas latinas, o que dá um certo trabalho inicial. Mas, agora, estou retomando o foco para o Brasil. Mas, sinto uma certa fragilidade geral na produção atual.

 

Entrevista com o guitarrista e vocalista da banda Turbo – Camillo Royale – sobre a gravação do CD “Eu sou Spartacus”

 

De uma maneira completamente SENSACIONAL, a banda paraense de Rock’n’Roll Turbo foi gravar o primeiro CD “Eu sou Spartacus” na Suécia. Sem mais delongas, saibam como foi esta aventura INCRÍVEL, nesta entrevista com o guitarrista e vocalista da banda Camillo Royale. Além dele, a banda ainda é formada por Netto Batêra (bateria) e Wilson Fujiyoshi (baixo).

 

O produtor foi o sueco Chips Kiesbye (produtor do CD clássico “By the Grace of God” da banda sueca The Hellacopters) junto com o engenheiro de som Henryk.

 

 

Como surgiu a ideia e o interesse de gravar o CD na Suécia?

Um amigo um dia nos disse que seria bacana termos um produtor nesse disco e perguntou nome de alguns caras famosos. Até então, pensei que era brincadeira dele, e algumas semanas depois o Jack Endino e o Chips nos responderam. Fechamos com o Chips e começou a correria atrás da grana. 

 

Como foi todo o processo para vocês gravarem o CD por lá?

Bem simples. Marcamos por e-mail a data livre no estúdio e fomos um ano depois. Foi o tempo de fazermos uma boa pré-produção das músicas em Belém com o nosso amigo Ivan Jangoux.
 A receptividade no estúdio como foi?
Muito boa.Não temos nada a reclamar e já estamos sentindo falta dos nossos novos amigos suecos.
O que os produtores acharam do som da banda?
Acredito que gostaram, pois só trabalham com bandas que eles gostam e achavam interessante o fato de cantarmos em português.
Conte como foi a adaptação dos músicos no clima gélido da Suécia?
Era inverno e tinha neve, mas fomos bem agasalhados.Depois de uns dois dias esse frio não era tão ruim assim.Já temos calor demais em Belém.Um friozinho foi bem vindo.
 Quais são as perspectivas após a gravação do disco?
Gostamos muito do que gravamos e vivemos lá.O que vier de bom agora será consequência do ótimo trabalho dos mestre Chips e Henryk. Espero que outras bandas possam ir lá e ter essa experiência de gravar um disco de Rock com esses caras.

Grito Rock Belém 2013

Belém também vai gritar no maior festival de artes integradas do planeta: o Grito Rock Mundo 2013!

Contando com uma ampla programação, o Grito Rock Belém acontecerá no início de fevereiro, dos dias 01 a 03, ocupando um final de semana em três diferentes lugares da cidade. No primeiro dia teremos Black Soul Samba comandando a noite, no segundo vai ser Xaninho Discos Falidos num sábado de rock, e terminando o final de semana, vai rolar o Domingo na Casa, na Casa Fora do Eixo Amazônia, em parceria com o Coletivo Casa Preta.

Clipes de Ontem, de Hoje e de Sempre do Rock Paraense

O Rock paraense sempre foi extremamente forte e representativo no cenário nacional. Tendo grandes nomes, como Stress (a primeira banda de metal do Brasil), Delinquentes, Madame Saatan, entre outros. E ainda, para celebrar a volta do blog Rock Pará, selecionei alguns clipes, que representam muito bem a FORÇA do ROCK local: Stress (Mate o Réu), Delinquentes (Planeta dos Macacos), Mosaico de Ravena (Belém-Pará-Brasil); Insolência Pública (Beirute está Morta), Madame Saatan (Respira), Turbo (Eu sou feio mas ela gosta de mim), Johny Rock Star (Canção Reversa), Molho Negro (Aparelhagem de Apartamento), Aeroplano (Estou bem mesmo sem você).

Show Retaliatory

Com 22 anos de fundação a banda paraense RETALIATORY está mais PHODÁSTICA do que nunca e vai proporcionar aos headbangers de Belém city uma noite memorável no Scorpions Rock Bar.
Como bandas de abertura teremos nada mais nada menos do que três bandas POWERS…
MERIDIAN (ARCH ENEMY COVER) – Outra banda de excelente qualidade musical e com uma performance excitante! Os caras mandam muito bem e tem um set list redondinho, isso sem falar da vocalista Beatriz Brito que simplesmente deixa qualquer um que assiste a banda de prima completamente PASMO!
TREVELLER – Com um heavy metal com pitadas de Thrash a banda formada em 2001 está de volta ao cenário paraense com um novo line up e muita pauleira no pé do ouvido… Os caras não estão de brincadeira e prometem um show inesquecível!
ESTORVO – Formada em 2005 a banda tem um hardcore potente e recheado com letras de protesto que incomodam e despertam o censo critico sobre as coisa que ocorrem bem na sua venta e você nem se dá conta disso!!!
Data: 03 de Junho – Domingo
Ingressos: R$7,00 Até às 19:00hs e R$10,00 Após às 19:00hs
Local: Scorpions Rock Bar – 16 de Novembro Nº1000 – Próximo a Tamandaré
CONFIRME SUA PRESENÇA NO LINK DO EVENTO… PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM DA MAXIMIZAÇÃO DA CENA ROCK NO ESTADO DO PARÁ
Apoio: Symbolic Produções – ARP (Associação do Rock Paraense) – GB Comunicação – Blog Metal Pará
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