Conexão Rio – “Juntos Somos Música” – Circo Voador

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O Conexão Rio chega ao fim desta primeira edição com um grande festival nos dias 15, 16 e 17 de agosto no Circo Voador. Serão mais de 30 artistas brasileiros em shows que promovem encontros singulares entre músicos de vários Estados e gerações. 

 

 

 

Abaixo, segue a programação completa:

 


CONEXÃO RIO NO CIRCO VOADOR – Palco Conexão e Palco Rio

Classificação: 18 anos

 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA – 15 a 17 de agosto – ABERTURA DE PORTÕES ÀS 20H

 

Dia 15 de agosto

PALCO RIO

Momo (RJ)

Projeto Secreto Macacos (PA) convida Maestro Fera Groove (PA)

 

PALCO CONEXÃO

Som Imaginário (MG+RJ)

Transmissor (MG) convida Maglore (BA)

Carlos Malta & Pife Muderno (RJ) convidam Lenine (PE)

Palco Conexão

Ilê Aiyê (BA) convida BNegão (RJ)

Tulipa Ruiz (SP)

Festa: Morro Eletrônico e Vinil é Arte (RJ) convidam Quarteirão Eletrônico (MG)

 

Dia 16 de agosto

PALCO RIO

Zefirina Bomba (PB)

Strobo convida Luê (PA)

Pélico (SP)

Peu Meurray convida Davi Moraes (BA)

 

PALCO CONEXÃO

Fernanda Takai convida Roberta Campos (MG)

Otto (PE)

Orquestra Voadora (RJ)

Festa: Ser chique é ter Sotaque Carregado (RJ) convida Baile Esquema Novo (BA)

 

Dia 17 de agosto

PALCO RIO

Red Felps convida Aurelio Penna (MG)

Duelo de MC´s Nacional – Eliminatória RJ

 

PALCO CONEXÃO

Graveola e O lixo Polifônico (MG) convida Thiago Amud (RJ)

Leo Gandelman Quinteto convida Serginho Trombone e Maíra Freitas (RJ)

Dona Onete (PA) convida China (PE)

Marcelo Jeneci (SP)

João Brasil (RJ)

Festa: Santo Forte (SP) convida Sexta Básica (BH)

 

Grito Rock Belém 2013

Belém também vai gritar no maior festival de artes integradas do planeta: o Grito Rock Mundo 2013!

Contando com uma ampla programação, o Grito Rock Belém acontecerá no início de fevereiro, dos dias 01 a 03, ocupando um final de semana em três diferentes lugares da cidade. No primeiro dia teremos Black Soul Samba comandando a noite, no segundo vai ser Xaninho Discos Falidos num sábado de rock, e terminando o final de semana, vai rolar o Domingo na Casa, na Casa Fora do Eixo Amazônia, em parceria com o Coletivo Casa Preta.

DELINQUENTES – GRAVAÇÃO DO DVD “PLANETA DOS MACACOS” – DIA D


 

Conexão VIVO Apresenta: DIA D – Gravação do DVD Planeta dos Macacos do DELINQUENTES

Praça da República – 20/05 (DOMINGÃO) – 16h

Participações: Sammliz (Madame Saatan), Leandro Pörkö (Baixo Calão) e Djair (Antcorpus – Parauapebas).

Realização: GREENVISION
Co-Produção: CULTURA (Rede de Comunicação)
Patrocínio: VIVO
Incentivo Fiscal: SEMEAR (Programa Estadual de Incentivo à Cultura), Fundação Cultural do Pará tancredo neves, Governo do Pará
Parceiros: Ná Music, Música Paraense e Fábrika Studio
Apoio Cultural: Dudú Sardo Mendes (Esporte, Arte e Cultura), Curso Exemplo, Pizz’Up, Circus Hamburgueria, Central Rock, Se Rasgum Produções

Foto Brunno Regis

ROCK PARÁ EXTREMAMENTE ESPECIAL – DEFALLA – Entrevista com o guitarrista Carlo Daudt Castor

Carlo Castor Daudt é guitarrista de uma das bandas mais influentes de todos os tempos do Rock Nacional, DeFalla, direto do Rio Grande do Sul.

DEFALLA CONTATOS:

(51) 3023 7883 | (11) 4063 7385
Av. Cristóvão Colombo, 1160 / 204 – Floresta – Porto Alegre/RS
www.olelemusic.com.br

TEXTOS DE CARLO CASTOR DAUDT SOBRE O ROCK GAÚCHO E NACIONAL

http://www.painelnoticias.com.br/blog/castor/post/1445/o_outro_lado_do_rock_nacional

http://www.painelnoticias.com.br/blog/castor/post/650/rock_gaucho_nos_anos_80

HISTÓRIA DA BANDA DEFALLA:

A partir de uma simples homenagem ao nome do compositor espanhol Manuel de Falla, surgia na década de 80 – mais precisamente em 1984 – a banda gaúcha DeFalla. Com influências de hard rock, punk rock, funk, rap, heavy metal e outras misturas mais, a banda ganhou espaço rapidamente no cenário musical. Considerada muito a frente de seu tempo, a DeFalla quebrou paradigmase abriu espaço a uma geração de músicos e bandas, como Pavilhão 9, Ultramen, Patu Fu e Planet Hemp.

A primeira formação do grupo DeFalla contava com Carlo Pianta, Edu K e Biba Meira, mas Pianta deixou o grupo pouco antes da gravação do primeiro disco, abrindo espaço para a entrada de Castor Daudt e Flu. O novo quarteto então foi responsável pela gravação dos dois primeiros discos do grupo – “Papaparty” (1987) e “It’s Fuckin’Borin’To Death” (1988) – lançados pelo selo PLUG (BMG-Ariola). Logo em 1987, o destaque musical que a banda alcançaria era evidente: em uma votação elaborada pelos 22 críticos da Revista Bizz (maior publicação em termos de música popular da época), a DeFalla conquistou o prêmio de Melhor LP Nacional e Melhor Grupo de 87.

 

FOTO: EGIS PORTO

A baterista Biba Meira ficou em 2º lugar na votação de melhor instrumentista e Edu K em 3º lugar como melhor vocalista do ano. No ano seguinte, a mesma votação da Revista Bizz indicou a banda – desta vez com o segundo álbum lançado – a vários prêmios, conquistando o 3º lugar como Melhor Grupo, 2º lugar como Melhor LP, 3º lugar como Melhor Show, 2º lugar como Melhor Vocalista, 3º lugar como Melhor Baterista (Biba Meira).

Em 1989, a banda lançou o terceiro álbum da carreira, gravado ao vivo “Screw You!”, já sem a baterista Biba Meira. Já em 1990, DeFalla gravou “We Give a Shit”. O quinto disco foi lançado em 1992, com o enorme nome “Kingzobullshitbackinfulleffect92”. A banda recebeu alguns prêmios pela Revista Bizz na época, como os de Melhor Grupo , Melhor Disco, Melhor Vocalista e Melhor Letrista (Edu K) , além da indicação na catergoria de Melhor Música Nacional (onde ficaram com o 3º lugar com o single “Caminha”).

Nesta mesma época, a banda gravou um novo clipe, “It’s Fuckin’ Borin’ to Death”, música que fazia parte do segundo álbum do grupo e que foi regravada no disco de 1992. O sucesso do álbum “Kingzobullshitbackinfulleffect92” também resultou na participação da banda no Hollywood Rock, em 1993, ao lado dos Engenheiros do Hawaii, Red Hot Chili Peppers, Alice in Chains e Nirvana.

Logo em seguida o vocalista Edu K deixou a banda, seguindo carreira solo. Na época foi substituído por Tonho Crocco, e o grupo apresentava um novo nome, “D.Fhala”. Em 1995 lançaram o disco “D.Fhala Top Hits”, e logo após encerraram as suas atividades. Edu K, em 1996, retomou os vocais e as atividades da banda. O grupo passou a apresentar um som bastante eletrônico, além dos músicos aderirem uma maquiagem pesada, transmitindo um visual bastante excêntrico, onde usavam vestimentas sado-masoquistas e lentes de contato brancas! Nesta época, acompanhavam Edu K os músicos 4nazzo, o baixista “Z” e a baterista Paula Nozzari.

Os próximos trabalhos definiriam-se por formações pouco sólidas, mudanças drásticas de estilo musical e estético, mas permitiram ao DeFalla participar do cenário funkeiro carioca, ao explorar o miami bass no disco “Miami Rock 2000”. Deste álbum surgiu a música “Popozuda Rock’n’ Roll”, hit que estourou nas rádios e programas de TV de todo o país.

Em 2002, a banda lançou ainda o álbum “Superstar”. Já em 2004, o DeFalla voltou ao palcos tocando primeiramente no Opinião (em Porto Alegre), num show comemorativo aos 20 anos de carreira do grupo. A turnê se estendeu ao Rio de Janeiro, tocando no Circo Voador, onde costumavam fazer muitos shows, passando por São Paulo, Florianópolis, Curitiba, entre outras cidades.

Em 2011, já com mais de 25 anos de banda, a DeFalla reuniu sua formação clássica do primeiro e segundo álbuns – Edu K, Castor Daudt, Flávio Santos (Flu) e Biba Meira – para fazerem um show histórico e único em Porto Alegre (2 sessões lotadas!), no Beco, no projeto Discografia Rock Gaúcho, onde tocaram na
íntegra o disco “Papaparty”, que lançou os sucessos “Ferida”, “Sobre Amanhã”, “Alguma Coisa” e o grande clássico “Não Me Mande Flores”.

A participação da DeFalla no projeto Discografia Rock Gaúcho foi o início de um “retorno” da banda aos palcos, embora ela nunca tenha acabado, mas desta vez retoma suas atividades com sua formação mais clássica, de grande sucesso.

Discografia:

Papaparty (1987)

It’s Fuckin’Borin’To Death (1988)

Screw You! (1989)

We Give a Shit (1990)

Kingzobullshitbackinfulleffect92 (1992)

D. Fhala – Top Hits (1995)

Miami Rock 2000 (2000)

Superstar (2002)

ENTREVISTA

Como foram as tuas primeiras experiências ouvindo discos de Rock’n’Roll, ou seja, quais foram os primeiros discos de Rock’n’Roll, que escutaste?

Muito novinho, tenho uma vaga lembrança de me equilibrar na frente da TV da sala, vendo a Rita Pavone cantar, mas mais correto seria dizer que p 1º disco de Rock que escutei foi o LP “HELP” dos Beatles. Fui ver o filme no cinema aos 6 anos de idade, mal sabia ler as legendas, e depois descobri que a irmã mais velha de um amiguinho meu tinha o disco. Nem preciso dizer que vivia na casa dele, atrás da irmã, incomodando e pedindo pra escutar o disco…coitada… Comprar, comprar mesmo eu comprei o LP “The Beatles Again” que era tipo uma coletânea dos Beatles, tinha “Twist And Shout”, “Please Please Me”, “Can’t Buy Me Love” e etc…

Em relação, a experiências com bandas, quais foram as primeiras?

Entrei numa banda em POA chamada “Caminhão Honesto” tocando bateria com uns caras mais velhos (eu só tinha 15) em 1977. Participei de outras bandas, mas a primeira a gravar um disco foi a “Urubu-Rei” com a Biba e o Flu (pré-DeFalla) e mais o Carlos Eduardo Miranda (QST/SBT) em 1983. Gravei com “Atauhalpa e os Punks” e “Os Bonitos” e ainda toquei com o Flu no “Júlio Reny & Expresso Oriente”. Nestas bandas tocava bateria e as vezes guitarra, uma indecisão que me persegue até hoje…Finalmente, no final de 1986, fui convidado a entrar no DeFalla (onde entrei como guitarrista e depois virei baterista…)

Como foi criado o De Falla? E como era a cena roqueira do Rio Grande do Sul, na época?

O DeFalla foi criado pela Biba, o Edu K e o baixista Carlo Pianta (meu xará) lá por 1984/85. Gravaram a coletânea “Rock Grande do Sul” com outras bandas gaúchas e assinaram contrato com a BMG-Ariola. O baixista Carlo Pianta saiu da banda e entramos, eu e o Flu, para cumprirmos o contrato de gravação de 2 álbuns (Lps) inteiros. A cena roqueira no sul era muito rica, tinha de tudo. Todos os estilos, do “blues” ao “heavy metal”, passando pelo “fusion”, “punk” e “new wave”. Tocávamos em qualquer barzinho ou ginásio…até no centro da cidade com violão… era um “desespero” pra tocar… As Fms até começaram a tocar as fitas demos das bandas, principalmente a Ipanema FM e o clima era de “expectativa” pra ver quais as bandas gaúchas que conseguiriam entrar no mercado nacional. Por sorte, ou destino, nós pegamos carona nesta onda.

Quais foram as principais conquistas com o De Falla, que se tornou uma grande referência do Rock Nacional?

Basicamente, sempre fizemos músicas visando o futuro, por isso ainda soam “atuais” até hoje. Também acho que nós inovamos em algumas coisas: efeitos de samplers, scratchs, colagens, vinhetas, bases eletrônicas… Misturamos muitas influências e linguagens musicais de maneira competente e pioneira. Tivemos a fundamental ajuda do Reynaldo Barriga, produtor da BMG-Ariola na época dos 2 primeiros discos. Aprendemos MUITO com ele. Teve a questão de cantar em inglês (antes de todos) que é até questionada numa música “I Have To Sing a Song” do 2º disco de 1988 (Its Fuckin Borin To Death). Também fizemos questão de nos tornarmos “independentes” antes de todos, (uma coragem bem rara na época, anos 80) ao assinarmos com a “Cogumelo Records” de BH. Também fomos uma das únicas bandas brasileiras independentes, então, a abrir um importante festival internacional (Hollywood Rock 1993) tocando ao lado de bandas consagradas como “The Red Hot Chili Peppers”, “Nirvana” e “Alice In Chains”. Principalmente, acho que a nossa maior contribução ao “Rock Nacional’ foi (e é) um “chute na barraca”. Foi a nossa inquietação, o questionamento das “regras” existentes e mostrar que as coisas podem ser feitas de outro modo, o que inspirou toda uma nova geração de músicos e bandas nos anos 80, 90 e 2000.

O que fizeste, musicalmente falando, durante este intervalo que você ficou fora do De Falla?

Compus algumas músicas, gravei algumas, mas não lancei nada oficial. Montei uma banda-tributo aos BEATLES (é lógico), o meu primeiro “amor musical”, em Maceió e ela se tornou a maior e mais famosa banda-tributo aos BEATLES da região, a “The Beatles Again”. Ficou tão parecida com a original que acabou…

Como surgiu a ideia de retornar com a banda?

O nosso atual empresário, Leandro (Lelê) Bortholacci, (www.olelemusic.com.br) armou um projeto que reúne bandas gaúchas para tocar 1 álbum na íntegra, no nosso caso, o primeiro LP de 1987, Papaparty. A procura por ingressos foi tão grande que tivemos de fazer 2 sessões, na mesma noite, e depois choveram convites para tocarmos pelo país todo, inclusive no Porão do Rock, em Brasília, e no Festival Se Rasgum. Descobrimos que estávamos com saudade, uns dos outros, muito afim de tocar novamente e até fazer novas músicas.

A banda De Falla se apresentou no Festival Se Rasgum, em Belém, no ano passado. O que vocês acharam das bandas locais?

Muito interessantes, com muita personalidade e “pegada”. Eu, pessoalmente, gostei bastante do show da “Gang do Eletro”.

Quais são os teus principais projetos para o futuro? E quais são os próximos passos do De Falla?

Eu trabalho com “Motion Design” na TV Educativa de Alagoas, gosto do que faço, e ainda tenho esperança de poder “fazer uma diferença” no âmbito cultural e educativo em Alagoas, tão necessitado atualmente. Mas o Defalla está se movimentando, estamos com algumas músicas novas, finalizando uma “demo” e também esperançosos de conseguirmos gravar um novo álbum, antes do fim do mundo, né? Posso adiantar que temos músicas novas inacreditáveis, e mal posso esperar pra “botar a mão na massa” pra valer…Cheers!!

Entrevista Especial: João Lemos – Banda Molho Negro

MOLHO NEGRO – DOWNLOAD DO EP


O Molho Negro é um tempero pulsante e rasgante para o rock garage de João Lemos(voz e guitarra), Raony Pinheiro(baixo) e Augusto Oliveira (bateria).

Influenciados por Danko Jones, Black Rebel Motorcycle Club, Black Keys e The Vines, o grupo de Belém, metrópole incrustada na região amazônica, traz batidas dançantes e marcantes, letras que traduzem o espirito e sentimento de qualquer individuo, e trazem uma identificação sem muita complicação. Nada de rock cabeça. O negócio aqui é o melhor do estilo, na linha dos pioneiros como Chuck Berry e Little Richards, o objetivo é ser sedutor para os quadris e fazerem todos sacudirem com o som poderoso deste power trio.

A banda já começou suas atividades com um EP contendo 4 faixas. Intitulado “Rock!”

, um nome direto e certeiro como o som da banda, foi produzido por Gustavo Vasquez, no estudio Rocklab em Goiânia. Canções que grudam no cérebro como “Fliperama Superstar” e o hino “Ela Prefere o DJ” tomam de assalto o ouvinte. O disco está disponivel para download no web site oficial https://www.molhonegro.com/

Molho Negro é o rock em seu estado mais sedutor: alto, pulsante, marcante e dançante.

 

Saiba mais da banda nessa entrevista especial com João Lemos, que também é guitarrista da banda Sincera.

 

Quando e como começaste a se interessar por Rock’n’Roll?

Cara, aos 6 anos de idade quando eu ouvi the Number of the Beast (Iron Maiden) e o Cabeça Dinossauro (Titãs), 2 vinis que o meu primo fabricio tinha em casa (haha).

Como aconteceu o interesse pela guitarra? E as primeiras experiências com bandas, como ocorreram?

Aos 9 eu comecei a tocar bateria, vendo os ensaios da banda de um tio, sempre quis que ele me desse a bateria dele, mas aos 13 ele me deu uma guitarra, que foi quando eu montei minha primeira banda, com uns amigos que andavam de skate comigo na rua de casa, eu aprendi a tocar guitarra porque nao tinha uma bateria pra bater (haha).

 

MOLHO NEGRO NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK e

TWITTER

As primeiras experiências com as bandas como começaram?
Começou assim, falando de skate, querendo tocar que nem o Offspring, um amontoado de muleque de 13 anos, era bem divertido, minha primeira banda se chamou “the Fakes” (haha), e uns 2 ou 3 anos depois conheci o Daniel, e a gente montou o que viria a ser o Sincera, em 2004.

Como estão as bandas: Sincera e agora a Molho Negro?

O Molho Negro é um projeto que começou da vontade minha e do Jr. , que tocamos junto no Sincera, de fazer uma banda pra gente, com influências de outras bandas de garagem que gostamos, etc. Esse ano tem bastante coisa legal pra rolar, tour, um outro Ep e algumas surpresas, e o Sincera tambem deve lançar um Ep logo, vamos ver.

Quais são os teus últimos projetos?

Bem, além de tocar com essas duas bandas eu também faço parte da banda base do Mestre Laurentino, Os Cascudos, e em breve também estaremos finalizando o disco dele, que pra mim é uma honra fazer parte.

Como você analisa o Rock Paraense?

Então, eu acho que o Norte do País, no geral possui uma cena muito rica esteticamente, as bandas costumam ser bem diversas e estranhas, e isso é uma coisa muito interessante, as influências sempre chegam de uma forma meio “torta” aqui, que ajuda a gerar essa identidade. Estamos começando a descobrir uns polos muito bons pelo interior tambem, o que é otimo, isso gera o intercâmbio, descentraliza a capital, e nos força a ser cada vez mais tolerantes e profissionais tambem. Acho também importante que cada vez se trabalhe mais, e se reclame menos, todo mundo tem a ganhar quando você trabalha mais, nesses próximos 5 ou 10 anos, se fizermos direito e trabalharmos duro, temos a chance de criar uma boa estrutura de circulação e visibilidade pra cena, tanto pras bandas de dentro e também de fora do estado.
acho que é mais ou menos isso bicho.

MADAME SAATAN PELA PRIMEIRA VEZ NO RJ – EU ESTAREI LÁ

MADAME SAATAN pela 1ª vez no Rio!!!

Dia 12 de Novembro, sábado, às 21h, na Lapa!!!
MADAME SAATAN – Maior banda de rock do Norte do Brasil
PRIMÍCIA – Maior revelação do interior do Estado
ÁGONA – Maior banda de Death Metal do Estado

A Underground Cultural traz pela 1ª vez à capital a maior banda de rock do Norte do país, Madame Saatan, de Belém (PA). A banda está por turnê por todo Brasil e depois de passar por São Paulo, Belo Horizonte, Belém, Manaus, Porto Velho e Salvador, chega para apresentação única no Rio.

Seu ‘Peixe-Homem’, álbum lançado em agosto foi masterizado nos EUA, e seu novo clipe ‘Respira’ foi gravado por P.R. Brown, mesmo diretor de Slipknot, Smashing Pumpkins e Audioslave.

O Madame Saatan já esteve na Globo (Altas Horas e Jornal Hoje), MTV, Multishow, Cultura, revistas como Veja, Rolling Stone e Rodie Crew e se apresentou na maioria das capitais brasileiras! E de quebra nessa estréia a revelação de 2011 do interior do Estado, Primícia, e a maior banda de Death Metal do Estado do Rio, Ágona!!!

“Eu amo o Rio de Janeiro e tenho um parentesco com a capital já que minha mãe é carioca. Estamos indo aí para tocar o terror juntos com vocês”, disse a vocalista Sammilz.
Confira as atrações:

>>> Madame Saatan: www.youtube.com/madamesaatan

– Respira (clipe MTV): http://youtu.be/sLe271QMWx8
– Devorados (Altas Horas, Globo): http://youtu.be/o84hhHR9mUM
– Gotas de Sangue (ao vivo): http://youtu.be/MIOo3XvHXZg

>>> Primícia: www.youtube.com/primiciaoficial

– Siga o Coelho Branco (clipe MTV): http://youtu.be/eQbxnsz7KCM

>>> Ágona: http://www.youtube.com/agonaoficial

– Mar (ao vivo): http://youtu.be/OCB1TD3tOnw

SÁBADO, dia 12 de Novembro, às 21h, na Lapa!!!
Espaço UNDERGROUND CULTURAL!
Rua do Senado, 208, Centro / Lapa (ao lado do Corpo de Bombeiros)

Ingressos limitados: R$ 15 até as 22h e R$ 20 após as 22h

+ DJ TERROR infernizando a Pista com muito Rock!!

Mais informações: [email protected] (MSN) e (21) 7812-6748

Festival Megafônica

A segunda edição do Festival Megafônica vem aí!

Nos dias 14 e 15 de outubro, prepare-se para um fim de semana cheio de rock’n’roll! Serão 6 bandas de fora do Estado e mais 10 bandas locais, confira o cronograma, confirme presença, e convide seus amigos!

Café com Arte – 14/10 – sexta-feira
23h20 – Aerolito
00h00 – Aeroplano
00h40 – Tuc Tuc (RJ)
01h30 – The Baudelaires
02h10 – Galinhas Polacas (BA)

Na boate: Projeto Charmoso
No porão: Vandersexxx & Jeft (Dance Like Hell)

Mormaço – 15/10 – sábado
20h – SIM
20h40 – Paris Rock
22h00 – Bruno BO
22h40 – Sincera
23h20 – BR 69 (RJ)
00h00 – La Orchestra Invisível
00h40 – Zefirina Bomba (PB)
01h50 – Vinil Laranja
02h30 – Nevilton (PR)

Ingressos:
Passaporte antecipado e limitado (2 dias): R$30,00
14./10: R$15 (antecipado), R$20,00 na hora
15/10: R$20,00 (antecipado), R$25,00 na hora

Vendas antecipadas: (EM BREVE)
ForFun Street shop (Trav. São Pedro, atrás do Pátio Belém)
contato: 8117.8963 8309.5666

Entrada liberada somente para maiores de 18 anos.

Mais informações: http://megafonica.blogspot.com/

Suzana Flag – Uma das Mais Importantes Bandas do Rock e Pop do Pará

Era o ano de 2002 quando a banda Suzana Flag lançou de maneira totalmente independente o seu primeiro disco intitulado “Fanzine”, nome que representa bem o tempo em que os projeto musicais eram concretizados de maneira caseira e repassados aos amigos, que também repassavam para outros amigos até que o som da banda se espalhasse pelos quatro cantos.
Vinda de Castanhal, cidade próxima à capital do Estado do Pará, Belém, a sonoridade desse primeiro registro cativou pela simplicidade e qualidade com que as músicas iam aparecendo, constituindo uma camada pop inteligente e com boas letras e melodias.
A banda virou referência no circuito alternativo de Belém, tendo praticamente todas as suas canções de “Fanzine” tocadas na Rádio Cultura. Novas tiragens foram providenciadas e a legião de fãs crescia a cada show.
O sucesso consolidou-se em vários prêmios como o London Burning de “Revelação” em 2004, participação em diversos festivais no país afora como o Abril Pro Rock 2005, além de estar inclusa no tributo ao cantor Odair José lançado em 2006 junto com nomes como Pato Fu e Mundo Livre S/A.
O reconhecimento de crítica e público vem pavimentando o caminho da banda desde então, que se prepara para lançar o seu tão aguardado segundo disco: “Souvenir”. Algumas canções como “3D”, Hibrido” e “Postal” já foram disponibilizadas pela banda e tocadas em shows mais recentes, mostrando uma roupagem mais rock n´ roll se adequando a uma sonoridade com maior velocidade nos arranjos e mais guitarras, sem perder no entanto a veia pop que continua presente na doce voz da vocalista Susanne Melo. As influências da banda como Pixies e Cardigans ainda continuam presentes, mas ganham uma roupagem Power Pop que já se ouvia no primeiro disco, agora com mais pegada e melhor produção.

SOUVENIR – O SHOW

Foram quase dez anos desde o lançamento do álbum “Fanzine”, até que a banda Suzana Flag lançasse o segundo disco: “Souvenir”. Tempo suficiente para a banda fazer todas as experimentações, criar e recriar arranjos, amadurecendo ao máximo o trabalho e selecionar de forma precisa todas as faixas, levando em consideração seus críticos mais exigentes: O público.
Seguindo os mesmos passos do álbum “Fanzine”,o segundo disco já emplaca mais de um hit nas rádios. Músicas como “Um dia de cada vez”, “Antiaéreo” e a faixa “Souvenir”, que dá nome ao disco, estão entre as músicas mais pedidas.
Desde o início, a banda Suzana Flag utiliza-se dos mais variados recursos tecnológicos para registrar e compor seu trabalho. Agora o desafio é migrar toda essa tecnologia do estúdio para o palco. Não só nos arranjos das canções e parafernália sonora, mas também na produção do cenário, iluminação e projeções mapeadas.
Mas como integrar todos estes elementos com o som da banda ao vivo? É isto que vamos descobrir quando o primeiro acorde do show soar.
O show “Souvenir” também é parte das comemorações de nove (9) anos de careira da banda Suzana Flag e terá como convidados especiais, artistas que fizeram parte da história da banda.

Suzana Flag na Internet:

http://www.suzanaflag.com.br/

http://www.fotolog.com.br/suzana_flag

http://www.myspace.com/suzanaflag

http://twitter.com/bandasuzanaflag

http://pt-br.facebook.com/people/Suzana-Flag/100002395729886