MAX CAVALERA IS GOD – SOULFLY NO CIRCO VOADOR – 26/02/12

Ter ido no Circo Voador, num domingão de clássico do futebol carioca, pós-carnaval, para assistir o show do Soulfly; foi completamente importante para quem acompanha a trajetória do GRANDE MAX CAVALERA. E comprovar que MAX CAVALERA IS GOD.

Mesmo com estes fatores apresentados no começo do texto, o Circo Voador estava lotado; todos com a esperança de presenciar a performance de um dos grandes heróis do Rock Nacional.

Durante a apresentação, era possível enxergar um Max completamente gigante, não apenas fisicamente. Mas gigante como um ícone, responsável por ter colocado o Brasil no cenário do Metal mundial.

No setlist, músicas de todas as fases do Soufly; mas também clássicos inesquecíveis do Sepultura, entre eles: “Innerself”, “Troops of Doom”, “Roots Bloody Roots”, etc.

Uma noite inesquecível. Para quem ficou curioso, por favor, enlouqueçam com os vídeos abaixo:

1° ROCK SOLIDARITY ROCK

 

Esse domingão (26.02) 1º Action Solidarity Rock lá em Icoaraci City, no Gato Verde, apartir das 16h, só 5 reais. Vamos nessa Street Punkers ?

com as bandas:

+ Fora Parte
+ Blecaute HC
+ Ciclo Psi
+ Estorvo
+ Seven Foot
+ Dislexia
+ Uroboros

Edição SENSACIONAL: Banda Altermundi

Uma das bandas mais legais da atualidade é a Altermundi. Misturando letras inteligentes, com muito Rock’n’roll suingado, essa é a banda Altermundi. O vocalista e guitarrista Marcello Santoro concedeu uma entrevista SENSACIONAL, na qual contou detalhes desse trabalho, que ainda vai dar o que falar. Mezzo carioca Mezzo paulistana. Além de Marcello “Carioca” Santoro, a banda ainda conta com Pedro (Pepe) – bateria; João (Jão) – guitarra; Petti – baixo e Edu – percussão

Como e quando você começou a se interessar pelo mundo da música?
Desde criança instrumentos musicais sempre me fascinaram bastante. Meus pais e minha irmã gostam muito de música também, o que acabou moldando meu gosto bem cedo. Logo quis aprender a tocar, ganhei um violão e comecei a fazer aula, isso com uns 7, 8 anos. Nessa época eu já compunha algumas coisas, a princípio gostava bastante de rimar, então a maioria das minhas músicas eram raps. Quando conheci um ex-namorado da minha irmã, que é músico, descobri que queria seguir carreira, que a música é minha paixão. Eu tinha uns 12 anos, e desde então me dediquei a conhecer e aprender cada vez mais.
Como foram as tuas primeiras experiências como músico? formação de bandas, etc.
Eu e meus amigos sempre fomos fãs de Nação Zumbi, O Rappa e suas vertentes. Aos 15 anos formamos uma banda cover do Planet Hemp, chamada Mucha Ganja, onde eu era o vocalista.
Foi a minha primeira banda, fizemos pequenos shows, mas foi tudo muito na brincadeira. Acho que a primeira vez que me senti um músico foi aos 16 anos, quando fui chamado por uma ONG para tocar em um musical que eles estavam preparando.

Agora, a banda Altermundi está em São Paulo. Qual é a tua avaliação do mercado da música independente em SP?
Eu acho que estamos chegando em um momento bom para a música, não só em SP. O cenário independente está crescendo a cada dia e traz muitas alternativas para os músicos. A massa sempre foi conduzida por uma indústria e, infelizmente, com a música não é diferente. Isso muda a partir do momento que conseguimos controlar e ter autonomia para ouvirmos realmente o que gostamos e queremos. A facilidade de acesso à música hoje em dia, sem depender apenas de rádio e discos, permite com que as pessoas conheçam mais, julguem mais e escolham o que querem e o que não querem ouvir. Com isso, a cena musical em São Paulo acabou virando basicamente uma luta limpa de quem consegue se destacar mais, sem nenhum atalho ou empurrão. É arte e é justo. Ao mesmo tempo, é um acervo de material muito maior chegando a todo o momento e isso exige um trabalho de divulgação maior etc. Mas acredito que só desse jeito, a música que é verdadeira, que é sentida, lutada, sonhada, vai chegar onde merece.


O que conheces do Rock Paraense? Já pensaste em fazer um intercâmbio com as bandas do Norte, de um modo geral?
Não conheço muito do Rock paraense, mas gostaria de conhecer. Como eu disse, sempre fui muito fã de Nação Zumbi, Chico Science… nossa banda usa elementos do maracatu, samba, baião, entre outros. Temos vontade de fazer uma turnê pelo norte e nordeste para nos aprofundarmos na cultura e conhecermos melhor as sonoridades de cada região. O Brasil é o país da música!
Quais são os teus próximos projetos?
No momento a banda Altermundi é minha prioridade, é como um filho que você começa a ver os primeiros passos. No entanto, estou constantemente explorando a arte, o som, em todas as suas esferas e, claro, sempre querendo aprender coisas novas. Tenho alguns projetos em desenvolvimento, mas ainda não posso falar muita coisa sobre eles.
Altermundi nas redes sociais

 

 

 

 

 

 

 

Entrevista Especial: João Lemos – Banda Molho Negro

MOLHO NEGRO – DOWNLOAD DO EP


O Molho Negro é um tempero pulsante e rasgante para o rock garage de João Lemos(voz e guitarra), Raony Pinheiro(baixo) e Augusto Oliveira (bateria).

Influenciados por Danko Jones, Black Rebel Motorcycle Club, Black Keys e The Vines, o grupo de Belém, metrópole incrustada na região amazônica, traz batidas dançantes e marcantes, letras que traduzem o espirito e sentimento de qualquer individuo, e trazem uma identificação sem muita complicação. Nada de rock cabeça. O negócio aqui é o melhor do estilo, na linha dos pioneiros como Chuck Berry e Little Richards, o objetivo é ser sedutor para os quadris e fazerem todos sacudirem com o som poderoso deste power trio.

A banda já começou suas atividades com um EP contendo 4 faixas. Intitulado “Rock!”

, um nome direto e certeiro como o som da banda, foi produzido por Gustavo Vasquez, no estudio Rocklab em Goiânia. Canções que grudam no cérebro como “Fliperama Superstar” e o hino “Ela Prefere o DJ” tomam de assalto o ouvinte. O disco está disponivel para download no web site oficial https://www.molhonegro.com/

Molho Negro é o rock em seu estado mais sedutor: alto, pulsante, marcante e dançante.

 

Saiba mais da banda nessa entrevista especial com João Lemos, que também é guitarrista da banda Sincera.

 

Quando e como começaste a se interessar por Rock’n’Roll?

Cara, aos 6 anos de idade quando eu ouvi the Number of the Beast (Iron Maiden) e o Cabeça Dinossauro (Titãs), 2 vinis que o meu primo fabricio tinha em casa (haha).

Como aconteceu o interesse pela guitarra? E as primeiras experiências com bandas, como ocorreram?

Aos 9 eu comecei a tocar bateria, vendo os ensaios da banda de um tio, sempre quis que ele me desse a bateria dele, mas aos 13 ele me deu uma guitarra, que foi quando eu montei minha primeira banda, com uns amigos que andavam de skate comigo na rua de casa, eu aprendi a tocar guitarra porque nao tinha uma bateria pra bater (haha).

 

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As primeiras experiências com as bandas como começaram?
Começou assim, falando de skate, querendo tocar que nem o Offspring, um amontoado de muleque de 13 anos, era bem divertido, minha primeira banda se chamou “the Fakes” (haha), e uns 2 ou 3 anos depois conheci o Daniel, e a gente montou o que viria a ser o Sincera, em 2004.

Como estão as bandas: Sincera e agora a Molho Negro?

O Molho Negro é um projeto que começou da vontade minha e do Jr. , que tocamos junto no Sincera, de fazer uma banda pra gente, com influências de outras bandas de garagem que gostamos, etc. Esse ano tem bastante coisa legal pra rolar, tour, um outro Ep e algumas surpresas, e o Sincera tambem deve lançar um Ep logo, vamos ver.

Quais são os teus últimos projetos?

Bem, além de tocar com essas duas bandas eu também faço parte da banda base do Mestre Laurentino, Os Cascudos, e em breve também estaremos finalizando o disco dele, que pra mim é uma honra fazer parte.

Como você analisa o Rock Paraense?

Então, eu acho que o Norte do País, no geral possui uma cena muito rica esteticamente, as bandas costumam ser bem diversas e estranhas, e isso é uma coisa muito interessante, as influências sempre chegam de uma forma meio “torta” aqui, que ajuda a gerar essa identidade. Estamos começando a descobrir uns polos muito bons pelo interior tambem, o que é otimo, isso gera o intercâmbio, descentraliza a capital, e nos força a ser cada vez mais tolerantes e profissionais tambem. Acho também importante que cada vez se trabalhe mais, e se reclame menos, todo mundo tem a ganhar quando você trabalha mais, nesses próximos 5 ou 10 anos, se fizermos direito e trabalharmos duro, temos a chance de criar uma boa estrutura de circulação e visibilidade pra cena, tanto pras bandas de dentro e também de fora do estado.
acho que é mais ou menos isso bicho.

Veja o Novo Single da Banda Delinquentes.

 FORMIGUEIRO FEBRIL

 

 

Formigueiro febril é o nome do mais novo EP da banda Delinquentes, primeiro registro com a formação atual, que conta com Pedro Bernardo (guitarras), Pablo Cavalcante (baixo), Raphael Lima (bateria) e o incansável vocalista Jayme Katarro.

Apesar de parecer urgente, por ser o primeiro lançamento do ano em terras papa-xibé, por estar a velocidade do clique, ou pela própria velocidade sonora da banda, o single sai depois de três anos intensos de shows e divulgação do álbum “Indiocídio” e conta com a parceria dos sites MúsicaParaense.Org e Invisíveis; do selo Takakaos Record e da Rádio Cultura do Pará.

As músicas não são novas, mas foram gravadas pela primeira vez, e o EP contou com a produção de Mauro Seabra, da banda de metal DNA.

Uma curiosidade que costura as músicas, é que ambas foram lançadas durante o festival Se Rasgum. “Soterrados” em 2009 e “Formingueiro Febril” em 2010. Sobre essa situação o vocalista brinca “se tivéssemos tocado no festival de 2011, teríamos mais um som”.

Existe a idéia de que as músicas de “Formigueiro Febril” saiam do mundo virtual e se juntem a outras músicas em um próximo cd, que segundo Jayme, está sendo estudado se serão músicas inéditas ou regravações.

Enquanto isso, baixe o EP Formigueiro Febril e aproveite…