Entrevista Clássica das Clássicas: Ronnie Von e Eu

 

Um dos meus melhores momentos profissionais foi a entrevista com o Ronnie Von, na casa dele, que foi publicada originalmente no site Academia da Palavra (26 de novembro de 2008).

Quem não se lembra do pequeno Príncipe Ronnie Von? Pois é, ele concedeu uma entrevista exclusiva, contando vários detalhes da sua trajetória musical e televisiva (“Todo Seu”, TV Gazeta). Como também, da sua eterna paixão para o “Fab Four” Beatles. Delicia-se.

Sua carreira não só compreende a música, mas publicidade, ramo imobiliário, e entretenimento. No caso específico, programa de televisão com entrevistas. O que te agrada mais fazer?
Televisão e ponto final. Eu como empresário, eu queria ser arquiteto, e o meu irmão me vingou, pois nós temos uma empresa no ramo no Rio de Janeiro. Na verdade, eu sempre quis ter uma agência de propaganda. E em relação, eu até digo que fui infectado por uma bactéria chamada “TV Cocos”. Sem a TV, eu fico pela metade.

Qual foi a personalidade famosa ou não que você gostou mais de entrevistar? E por que?
Na verdade, foram várias personalidades, que não vem nenhuma agora de cabeça. Mas eu posso informar, que recentemente, eu entrevistei dois poetas, que eu acabei ficando impressionado com eles, e cada um com uma personalidade diferente. Um deles foi o Frejat, que eu não sabia muitos assuntos para perguntar para ele, mas gostei muito dele. E o outro foi o Paulo Bonfim, que achei fabuloso.

Com a relação a música, por que tanto tempo sem gravar? Opção sua ou regras de mercado?
Opção minha, até porque eu sou um inconformado com a atual situação do mercado fonográfico. Eu, sinceramente, não queria depender da música para o resto da minha vida; mas não posso negar que consegui muita coisa através dela. Então, algumas situações me deixam inconformados em relação a esse mercado, um deles é o “jabá”, principalmente porque eu não consigo aceitar que determinadas pessoas determinem o que a população deve escutar. E a outra pirataria.
Na época do vinil, havia uma dificuldade muito grande em montar uma fábrica, e, sobretudo, não havia a facilidade para a pirataria. Atualmente, quando você compra um CD, você está comprando a matriz de uma obra artística.
Então, ficou tudo muito mais fácil. Diante de tudo isso, fui me insurgindo com as gravadoras, e passei a me apaixonar pela televisão.
Além de tudo isso, eu detesto viajar. Eu parei de me apresentar em 1997, com 53 anos de idade, não agüentava mais viajar, tinha uma vasta agenda com shows marcados em diversos países da Europa, como também na América Latina. Porém, viaja profissionalmente, e acabava não conhecendo nada.
Na verdade, para eu voltar para música, tenho que fazer algo que me dê prazer.

Quando você apareceu no cenário musical, surgiram também outros grandes astros como você, tais como: Elis Regina, Wilson Simonal, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa, etc. Foi um “boom” de talentos. Você acha que isso ainda hoje é possível?
Hoje não, aliás, pode ser, mas é mais difícil. O momento psicológico é outro, diferente do que vivemos na década de 1960. Naquela época, a vida se embalava com música. E no meu programa eu abro espaço para os artistas que foram esquecidos pela mídia, e também para aqueles que ainda não tiveram qualquer tipo de oportunidade. A filosofia é completamente diferente, do que pode ser assistido de um modo geral. Por exemplo, é muito difícil você encontrar um programa que dê um bom espaço para artistas como: Ed Motta, Emerson Nogueira, Nana e Dory Caimmi, Seu Jorge, entre outros. Porque eu levanto a bandeira da música. E se realmente os tais formadores de opinião, realmente, formassem opiniões; estaríamos muito bem na foto.
Eu tenho essa liberdade no meu programa, e eu estou na TV Gazeta porque eu tenho um conforto emocional, e não a cobrança do ibope fácil.
A televisão é uma catalisadora familiar, e para mim é isso o que importa, ou seja, ter a família reunida.

O programa “Todo Seu” é voltado totalmente à família, diríamos assim. Você acha que esta é a cara do programa ou ele tem outra cara?
Na verdade, a cara dele é essa. Sendo carioca, eu vim para São Paulo e acabei me “paulistando”. Aqui a família se reúne para comer uma pizza no final de semana, de vários sabores. E é isso, que eu pretendo, permitir que a família esteja reunida e possa assistir um programa com vários quadros. Por exemplo, já contamos com a participação da banda de Hard Rock alemã Blind Guardian, e no mesmo programa tivemos a participação do maestro da Orquestra de Câmara de São Paulo.

Você concorda com a frase de Joãozinho Trinta, que diz: “Que o povo gosta de luxo e quem gosta de miséria é intelectual!”.
Seguramente, aliás o Joãozinho falou isso na minha frente. A veiculação da beleza é muito legal. A vida se balança entre dois elementos: o claro e o escuro. E eu quero levar o lado claro da vida para as pessoas, o bom, o belo são essas particularidades que devem ser conhecidas.

Em todos esses anos de televisão, você teve muitas decepções? E alegrias?
Tive. Como em qualquer atividade profissional, você vai sempre ter as duas coisas. A televisão é decepcionante quando é desumanizadora. Imagina bem: um assunto médico importante pode deixar de ser tratado em um programa, pela falta de ibope. E isso acontece o tempo todo, até pedimos para que tirassem do meu programa a contagem do ibope de minuto a minuto.

Para você foi mais interessante fazer o programa “O Pequeno Mundo de Ronnie Von”, que era marcado pela magia e ingenuidade, sem muitos recursos. Ou hoje em dia, com toda a tecnologia, ligado ao “corre corre”, onde se exige lucro versus tempo de mídia versus patrocinadores?
“O Pequeno Mundo de Ronnie Von” era pura ingenuidade e poesia; além de ser muito simplista. Era muito mais gostoso de fazer. Existia a exigência com a audiência, mas de forma avassaladora como ocorre hoje em dia.

Você adora os Beatles. Seria a banda mais importante do planeta? E você prefere Beatles ou Rolling Stones?
Eu conheço uma banda chamada Beatles, outra chamada Beatles, Beatles e…Beatles. Na verdade, a disparidade criativa dos Beatles é muito grande em relação a qualquer banda. Mas também gosto de Led Zepellin, Deep Purple, Queen etc. Mas os Beatles foram incomparáveis.

Algumas pessoas ainda afirmam que você fez parte da Jovem Guarda; mas você apenas esteve atuando de forma paralela. Comente sobre os seus discos considerados psicodélicos?
Isso é muito interessante, porque até hoje a juventude pesquisa sobre essa minha fase. O meu filho me mostra comunidades no Orkut, como: “Eu amo Ronnie Von” entre outras com a mesma temática. E eu me sinto um menino com tudo isso, seria como uma devolução da minha juventude.

Quarta-feira, às 14 horas, no Sem Censura Pará (canal 2): Blogs paraenses de cultura são indicados em premiação nacional

Os blogs Rock Pará (5 anos de existência) e Ver-o-Pop (3 anos), criados e desenvolvidos pelo jornalista Sidney Filho, foram indicados a maior premiação nacional do ramo, Prêmio Topblog 2011. Para votar, é só entrar nos blogs e em cada um deles tem um ícone do prêmio, no canto direito, na parte de cima.
No blog Rock Pará, Sidney já entrevistou do cenário local, como as bandas Stress, Norman Bates e Madame Saatan; como também músicos, jornalistas e formadores de opinião importantes do resto do País, entre eles Kid Vinil (jornalista e vocalista da banda Magazine), Clemente Nascimento (Inocentes), Fernando Rosa (selo e site Senhor F), Philippe Seabra (vocalista da Plebe Rude), entre outros.
Já no Ver-o-Pop, o jornalista já conversou com grandes nomes também, como um dos criadores do Sistema Operacional Linux (Jon Maddog Hall), Cláudio Prado (Casa da Cultura Digital) e a cantora Gaby Amarantos.

A premiação Topblog 2011 é uma das mais importantes do Brasil. “Só de ter sido indicado, para mim, já é uma grande honra. Ainda mais porque estou representando a cultura digital paraense”, afirmou o jornalista Sidney Filho.

Contatos para entrevista: 3243-6679 e 8348-0843 (Sidney Filho)

Mestre Laurentino – O roqueiro mais velho do mundo – Fez um showzaço no Festival Cultura de Verão

Simplesmente, aos 87 anos de pura energia, o Mestre Laurentino, considerado o roqueiro mais antigo do mundo, deu uma aula de vitalidade no Pier da Casa das 11 Janelas, na quarta-feira (20), durante o Festival Cultura de Verão. Ele estava acompanhado da banda Os Cascudos, formada por Camilo Royale (guitarrista da banda Turbo), João Sincera (guitarrista da banda Sincera), Elder Effe (baixista da Johny Rock Star) e Ulisses Moreira (um dos melhores bateristas do Pará e que já fez parte da Stereoscope).

A apresentação foi recheada de músicas compostas pelo Mestre, ao longo de toda a trajetória. Um dos grandes momentos foi quando ele tocou “Lorinha Americana” e a “Morena Brasileira” (uma réplica para a história da lourinha).

O que também impressionou foi a interação do Mestre com os jovens músicos, que demonstraram estar muito afim de tocar um rock bem alto e agressivo. Foi diversão garantida para quem se dispôs a sair de casa, para conferir esse showzaço. “Foi um dos melhores shows até agora do Festival Cultura de Verão”, afirmou Félix, guitarrista da Felix y Los Carozos.

Fatalmente "Octoplugs

Fonte: http://destruidores-de-toquio.blogspot.com/2011/07/fatalmente-octoplugs.html

A banda Octoplugs da cidade de Peixe-Boi composta por Bárbara Lobato nos vocais, Flávio Rodrigues na guitarra, Leon Silva na bateria e Eder Lima no baixo, acabou de lançar seu mais novo EP Demo intitulado “Fatalmente”, Octoplugs é a primeira banda de Rock do município, Flávio (guitarrista da banda) nos falou um pouco sobre como é ter uma banda de Rock em um município com pouco mais de 7.000 habitantes e as expectativas pra este novo trabalho, confira:

-QUANDO E COMO COMEÇOU A BANDA?

A banda com esse nome e totalmente autoral começou exatamente quando acabou a banda Curto Circuito, em 2008. Até antão éramos uma banda de “cover”. Já tínhamos muitas musicas prontas, mas tínhamos que tocar apenas uma ou duas em nossos shows, foi ai que nasceu a necessidade de ter um show com músicas próprias e de mudar o nome, pois existia muitas bandas que se chamavam Curto Circuito.

– VOCÊS ENFRENTAM  ALGUMA DIFICULDADE PELO FATO DE SEREM UMA BANDA DE UM MUNICIPIO PEQUENO NO INTERIOR DO PARÁ?

Sim, Peixe-Boi, como a maioria das cidades do interior não favorece uma manifestação artística específica. Afinal, quem é que vai querer saber se em Peixe-Boi existe uma banda de Rock? Em certos momentos é preciso criar uma cena às três porradas pra que alguém note que algo acontece por aqui. Felizmente já existe um público aqui, muito pequeno, mas é melhor do que aquele bêbado que só tá ouvindo a gente porque não lembra o caminho de casa…rsrsrsrsr

– QUAL A ORIGEM E O QUE QUER DIZER O NOME “OCTOPLUGS”?

Bom, inicialmente a idéia era batizar de Octopus, uma singela homenagem ao Doutor Octopus, o inimigo clássico do Homem-Aranha…mas como se tratava de uma banda, resolvemos substituir o “pus” por “plugs”, e ficou assim, Octoplugs (oito plugs).

– QUAIS SUAS PRINCIPAIS APRESENTAÇÕES E AÇÕES?

Já tocamos algumas vezes no Ensaio Aberto, participamos de vários shows do Projeto Invasão Caipira, evento idealizado pela galera dos Destruidores de Tóquio, já estivemos nas seletivas do Se Rasgum (mas não passamos…rsrsrs). Aqui em Peixe-Boi organizamos o “Rock’no’Balde”, integrando bandas do interior e da capital, ajudamos na organização do Projeto Invasão Caipira Peixe-Boi e estamos tentando resgatar músicas do Compositor Piexeboiense Orlando do Carimbó com o Projeto Baladas de Carimbó, mas por enquanto é só o que dá pra dizer.

– FALE UM POUCO DE SUAS INPRESSÕES PESSOAIS  A RESPEITO DO EP COMO UM PRODUTO ARTISTICO.

Gostei de ter feito esse EP, porque resgata músicas esquecidas da Banda quando ainda se chamava Curto Circuito… Morte súbita foi pra primeira música composta, em meados de 2004, apenas fatalmente foi composta recentemente. Com essa nova formação estamos tentando encontrar nossa forma de compor e arranjar as músicas, mas para isso foi preciso exorcizar os demônios do passado, por isso optamos por gravar músicas engavetadas. No final o resultado foi satisfatório pra gente.

– COMO SE DEU O PROCESSO DE CRIAÇÃO E GRAVAÇÃO DO DISCO (CAPA, ARRANJOS, INSTRUMENTOS….)?

As músicas forma lapidadas nos shows mesmo… A Barbara conseguiu encontrar o seu jeito de interpretá-las, com saída o Albenízio, que fazia guitarra base, optamos por “sujar” um pouco as músicas, com distorções apresentáveis, para isso foi importante ajuda do nosso amigo Nazareno Glins (Destruidores de Tóquio) que nos foi apresentando as possibilidades. A capa do disco eu desenhei. Pensei em ser um rosto feminino em preto e branco, apenas os lábios em vermelho… de certa forma denota uma provocação…Você tem coragem de se arriscar sem medir as conseqüências? O titulo do disco Fatalmente é uma música que está escondida na quinta faixa e fala dessa provocação: “Fatalmente tudo vai se acabar…”
– O QUE MUDOU NA BANDA COM A SAIDA DO ALBENIZIO E A ENTRADA DA BARBARA. A SAIDA DO ALBENIZIO SE DEU NA PAZ? VC SE IMPORTARIA EM FALAR UM POUCO DESTE EPISÓDIO?
A mudança drástica foi a saída de uma voz masculina para a entrada de uma voz feminina. A Bárbara conseguiu dar sua cara às musicas e isso foi legal, ela também compõe o que ajuda no processo de criação da banda. O Albenizío já não tinha mais tempo pra banda, trabalhando fora com visitas esporádicas ele teve que sair, mas continua sendo um grande amigo meu e da banda, sua saída foi tranqüila, claro que no primeiro momento fica aquela pergunta: “- Estamos sem vocalista, o que vai ser daqui pra frente?” Mas a bárbara conseguiu substituir a altura.

– QUAIS OS PRÓXIMOS PASSOS DA “OCTOPLUGS”?

Já estamos com próximo EP no ponto para gravar…retomamos os ensaios e vamos tocar em mais um Invasão Caipira, que acontecerá aqui em Peixe-Boi…a idéia por enquanto é sair por ai tocando se divertindo, como sempre foi.
Clique na foto para baixar o EP:
Capa do EP

 

Madame Saatan atrás de banda de abertura para lançamento do CD

 

A Sammliz precisa de bandas de rock com garotas tocando na abertura do show de lançamento em BELÉM do novo disco do @madamesaatan. Pode ser vocal, guitarra, baixo… Banda toda só com meninas. qualquer estilo. só tem que mandar ver . material p/ [email protected] (via Azul)


É HOJE: Abunai Produções: "It's only Rock'n'Roll. But I Like it"

A Abunai Produções, no Dia Mundial Do Rock leva ao @FuxicoCultural a sua homenagem a esta senhor de pouco mais de 50 anos com a festa “It’s Only Rock ‘N’ Roll But I Like It” com as bandas Aeroplano e Turbo e mais Djs Convidados.

Rock and Roll tem origem controversa. Muitos querem pra si o direito de serem os criadores do ritmo. Blues, Country, R&B, Gospel, tudo foi misturado na panela do Diabo para surgir uma manifestação musical que se encaixou perfeitamente dentro dos anseios de uma juventude pós II guerra mundial. Uma manifestação que soube se renovar e acompanhou as mudanças de pensamento dos jovens de todas as épocas. Jovens que entendem o rock e o transformam e fazem dele o senhor contestador que tanto adoramos.

No dia 13/07 no @FuxicoCultural as bandas Aeroplano, que recentemente lançou seu elogiado primeiro disco “Voyage”, e Turbo irão festejar a data na festa “It’s Only Rock ’N’ Roll But I Like it” da Abunai Produções. A festa ainda contará com os Djs Abunai e os convidados Gerson Junior (http://sixtietons.wordpress.com/), Médici (@rockworkbelem), Cristiano Cohen (@Controlinc), Kiko (@coletivopogobol), Raul Bentes (http://www.independentesdobrasil.com/) e Marcelo Papel (@durango95br) que incendiarão os dois ambientes do Fuxico com muito rock pra galera não ficar parada. E pra ninguém ficar de fora da festa o ingresso vai sair quase na faixa por apenas $5 mangos, além de termos uma promoção de 4 cervejas por $10 reais a noite toda. Pois no período de férias não queremos que falte o da breja quando você for viajar no final de semana! For Those About to Rock, We Salute You!

E dia 14/08 no memorial dos povos tem Garage Fuzz pela primeira vez em Belém com sua turnê de 20 anos de carreira. Abertura das bandas Sequelas, No Found e Machete. Ingressos por R$ 20,00 na ForFun Streetshop e por R$ 15,00 com as bandas de abertura.

Serviço:

Abunai Produções Apresenta:

It’s Only Rock ‘N’ Roll But I Like It

Local: Espaço Cultural Fuxico

Data: 13/07

Hora: 20:00

Preço: R$ 5,00

Bandas:

Aeroplano

Turbo

DJs:

Cristiano Cohen (@controlinc)

Gerson Junior (http://sixtietons.wordpress.com/)

Kiko (@coletivopogobol)

Marcelo Papel (@durango95br)

Médici (@rockworkbelem)

Raul Bentes (http://www.independentesdobrasil.com/)

Promoções:

4 cervejas por $10 a noite toda

3 caipirinhas por $10

3 doses de vodca $10

2 doses de tequila $10

 

HOJE: Cine Abunai apresenta: "Cine Abunai Apresenta: Lemmy 49% Motherf**ker, 51% Son of a Bitch"

Dia 13 de Julho é comemorado o dia mundial do rock. Reza a lenda que, após um festival simultâneo em várias partes do mundo que ocorreu nesta data, este dia ficou batizado como o Dia Mundial do Rock. Mas o rock é mais do que um estilo musical. O próprio termo “estilo” transforma uma forma de manifestação artística em algo meramente acadêmico. Rock é uma motivação de vida, assim como em todos os outros tipos de arte as pessoas que concebem e fazem o rock doam boa parte de sua vida por aquilo que elas acreditam ser fundamental ou necessário para amenizar ou intensificar a breve vida que temos neste planeta azul.

O Cine Abunai pensou e repensou que figura melhor representaria o rock and rol desde seus primórdios nos anos 40 e 50 até o mais moderno e pesado que a música possa desenvolver hoje em dia, esta pessoa chama-se Lemmy. Não se trata apenas do líder do Motorhead, umas das bandas mais barulhentas e influentes do mudo. Lemmy viveu o rock desde suas origens, sobreviveu a todas as décadas para continuar empunhando seu baixo Rickenbacker com a mesma indiferença característica de quem vive de rock na roll. Humilde e aclamado por sua agressividade musical Lemmy sintetiza boa parte daquilo que concebemos como Rock And Roll.

Por isso, no dia 12 de julho será exibido no Espaço Benedito Nunes na Livraria Saraiva o documentário “Lemmy 49% Motherf**ker, 51% Son of a Bitch” De Greg Olliver, Wes Orshoski de 2010. Uma biografia honesta, com depoimentos grandes nomes da música e do próprio Lemmy que conta suas aventuras, narra seus pontos de vista e chega a emocionar em certos momentos dados a sua simplicidade. A Sessão inicia às 19:30 horas, mas antes tem discotecagem da moçada da Abunai Produções para a galera se descontrair assim que for chegando.

Serviço:
Cine Abunai Apresenta:
“Lemmy – 49% Motherf**ker, 51% Son of a Bitch”
Documentário
Ano: 2010
Duração: 115 minutos
Direção: Greg Olliver e Wes Orshoski
Dia: 12/07/2011

Local: Livraria Saraiva – Espaço Benedito Nunes (Shopping Boulevard) – Entrada Franca

Hora: 19:00 Horas com discotecagem