CONTROL: Quintas Calientes Especial dos Namorados!

Quintas Calientes da Control retorna essa semana com a festa “Love kills: O amor está no ar”. Uma edição especial de dia dos namorados para todos os que amam, já amaram ou se recusam a amar!
Para os amantes que se divertem indo a um cinema o Cine Clube da Control vai entrar no clima dos corações em chamas e exibirá o Filme: “Sid & Nancy”; Trama que tem como pano de fundo a Inglaterra punk dos anos 70 com suas gangues, ruas sujas, shows em inferninhos e conta a história de amor e ódio que envolvia Sid Vicious, baixista do Sex Pistols e sua namorada groupie Nancy Spungen. Uma relação levada até as últimas consequências e com o seu final conturbado e eterno como as grandes histórias de amor devem ser.
Para animar a festa após a sessão teremos a Love Kills Party com a presença dos Dj’s apaixonados Mandy e João Sincera (Rock/Punk), Kostas e Roberta Greidinger (Pós punk), Wood e Rafa (Psychobilly) e Del Vieira e Tácia Rose (Punk/billy/Horror) ao lado dos DJ’s Control derramando todo seu amor e ódio na pista para os casais apaixonados e os que estão encalhados e precisado de um empurrãozinho rockeiro pra sair do zero.
A bagunça toda começa às 20:00 com ingressos a $10 valendo como consumação até 22:00 horas. No Happy Hour teremos cerveja a $2 de 20:00 até 22:00 horas, depois das 22:00 a promoção será de 3 long necs por $10.
A festa ocorrerá no Espaço Cultural Fuxico, que vem se tornando referência por investir nos artistas e coletivos que trabalham a produção cultural independente em Belém. Dois ambientes, espaço para fumantes, WIFI, atendimento de primeira e as melhores promoções. Control no Espaço Cultural Fuxico, parceria perfeita para começar bem o final de semana!

Serviço
Quinta Calientes Apresenta:
Love Kills: O Amor está no ar!

Local: Espaço Cultural Fuxico (Rui Barbosa, entre Conselheiro e Mundurucus)
Data: 09/06
Hora: 20:00
Preço: $ 10 (Vale como consumação até às 22:00)

Cine Control:
Exibição do Filme: Sid & Nancy
Trailer: http://youtu.be/hZp3meyWVm0

Love Kills Party
DJ’ Control + os Duo Lovers de Dj’s:
Mandy e João Sincera (Classic Rock/punk)
Kostas e Roberta Greidinger (pós Punk)
Wood e Rafa ((Psychobilly)
Del Vieira e Tácia Rose(Punk/billy/Horror)

Promoções:
Long Neck: $2 até às 22:00 após 3 long necks por 10:00
3 doses de Vodka por R$10
2 Tequilas por R$10

Cartaz: http://www.fotolog.com.br/fotologcontrol08
Twitter: @controlinc

Entrevista Especial – Renata Brant – Programa "Na Veia"

Renata Brant é jornalista carioca e apresenta um dos programas de webradio mais legais da internet, “Na Veia” (http://www.naveiaprograma.blogspot.com/). É possível se manter extremamente muito bem informado. Saiba mais nessa entrevista especial e exclusiva.

Como e quando você começou a escutar e a se interessar pelo Rock’n’Roll?
Bem difícil responder, mas pode até parecer clichê, mas comecei a escutar rock desde pequena. Cresci ao som de Beatles, Cazuza, Rolling Stones, Queen, Titãs, Rita Lee. Claro que com o tempo, a gente vai filtrando o que gosta e o que não gosta, inclusive descobrindo novas bandas e novos gostos.
Meu interesse pelo rock sempre existiu, já tentei tocar violão, para depois tocar guitarra, mas eu não tenho ritmo nenhum, nem mesmo paciência para fazer os acordes mirabolantes. Por causa disso, acabei desistindo de tocar um instrumento e acabei escrevendo sobre música.
Quais foram os teus primeiros trabalhos no mundo do jornalismo ligado ao Rock?
Meu primeiro trabalho ligado ao rock foi no Mercado Mistureba. Eu fazia a locução do evento e lá comecei a conhecer a cena rock do Rio. Na época, no ano de 2006, conheci muitas bandas que hoje nem existem mais. Uma delas era a Benflos, que aliás é uma excelente banda.
Depois disso, me apaixonei pela locução e pelo rádio. E na época da faculdade, sempre fazia algo ligado a música.
Como surgiu a ideia de criar o programa Na Veia? E quais foram os melhores momentos?
O Programa Na Veia surgiu depois de um curso de locução que fiz em 2008. A escola, onde estudava, tinha uma web radio e lá comecei a apresentar o Na Veia ao vivo. Fiquei noves meses ao vivo, com cerca de 60 pessoas me ouvindo. Era uma loucura. Fazia tudo ao mesmo tempo, locução, set list, entrevista, mesa de áudio. Mas era muito legal e aprendi muito também.
Agora o melhor momento, confesso que foram vários. Mas gostei muito da entrevista que gravei com a banda Cabeza de Panda, que sou fã. Na época, o trio estava começando e hoje eles já vão gravar o segundo disco. Outro momento bacana, foi com a banda Maldita e com a banda Os Pazuzus, que alías foi a primeira entrevista do programa. Fiz uma enquete no blog, para escolher quatro bandas e Os Pazuzus ganharam. A entrevista foi muito divertida. Pena que a banda acabou.
Como você analisa o mercado da música e do Rock Independente Nacional?
Engraçado que esta é uma pergunta que faço sempre às bandas. E a resposta é sempre a mesma. Que só sobrevive no mercado a banda que tem dinheiro ou que tem um empresário. Mas sabemos que não é bem por ai. Podemos ver muitos artistas que gravam seus discos no independente, acho que a Cidadão Instigado é um exemplo disso. A banda existe há quase dez anos, sempre foi independente e tem um trabalho super conceituado. Outro exemplo é o Black Drawing Chalcks. Os meninos visam a banda como uma empresa, cada um tem uma função. Um fica responsável pela divulgação, outro pela internet, outro pela administração e por ai vai.
Outra coisa bacana que acontece muito são os coletivos. Bandas que se juntam e promovem seus próprios festivais. Aqui no Rio, por exemplo, rola a festa Roqueadores, idealizada pela banda Os Duques. É evento que própria banda organiza e chama outras bandas para tocar. Só para se ter uma ideia, na última edição rolou show da banda Jeniffer Lofy. Claro que para se destacar no mercado, a banda deve ter um diferencial. A música está segmentada e a maneira de consumir também mudou. Antes a gente juntava grana para comprar um disco. Hoje não. Você baixa tudo da internet. Em contra partida, acaba surgindo muita coisa ruim. Acredito que a banda que produz seu próprio evento, tendo a ideia de fazer um intercâmbio, já ganha um ponto a mais no mercado. E claro, os trabalho dos coletivos também é importante para movimentar a cena de qualquer cidade.
O que você destacaria do Rock do Rio de Janeiro?
Prefiro não responder quanto ao rock, até porque o Rio não é uma cidade rock. Aqui temos artistas dos mais diversos genêros. Mas gosto muito do trabalho da Silvia Machete. Já tive a oportunidade de entrevista-lá e foi super divertido. Aliás, ela tem uma vybe mega pra cima. Também tem os meninos da banda Les Pops, que é a nova sensação carioca. Também não posso deixar de citar a Velha Guarda da Portela e a cantora Teresa Cristina, que sou muito fã. Ahh, tem ainda a banda Fleeting Circus e a cantora e guitarrista Drenna.
Em relação a galera que movimenta a cena carioca, tem o Renato Abdalla, Jô Rocha, Pity Portugal e o pessoal do Coletivamente. Em Niterói, tem a Ponte Plural e o Pedro de Luna.
O que você conhece do Rock Paraense?
Tenho que confessar que conheço muito pouco. Mas gosto muito do som da Madame Saatan, alías eu quero muito ver um show da banda!! Mas daí do Pará, gosto de ouvir o tecnobrega. Adoro a batida, a maneira que se dançam, como se vestem. É um comportamento, faz parte da cultura de vocês. Assim como o funk está para o Rio de Janeiro.
Quais são os teus próximos projetos?
Meu próximo projeto é o agora. Tenho uma empresa de assessoria de imprensa e estou naquele momento de capitar clientes. Portanto, você que tem banda ou é artista solo, seja qual for a sua música, pode falar comigo. E claro, ouçam o Programa Na Veia!

Conheçam Maglore – Uma das grandes revelações do Rock Independente Baiano

http://www.facebook.com/maglorebanda#!/
Twitter: @maglore
Melody Box: 
http://melodybox.com.br/maglore
Toque no Brasil: 
http://maglore.tnb.art.br/
Banda Maglore
(71) 9272-9777 | (71) 8167-2710
www.maglore.com.br
www.twitter.com/maglore
www.palcomp3.com.br/maglore
www.myspace.com/maglorebanda


 

Uma das bandas mais interessantes do novo rock independente baiano é a Maglore. Conheça mais sobre ela nessa entrevista com o guitarrista Léo Brandão

Como surgiu a banda? Por que o nome Maglore? E as experiências musicais de cada um, antes desse encontro na banda?

A banda surgiu (pra mim!) numa mesa de bar em dezembro de 2008 (no aniversário de uma amiga em comum) onde conheci Teago (vocalista e guitarrista) que me falou do projeto. Ele já tinha conversado com Igor (baterista e amigo de infância – apesar de nunca terem tocados juntos) e o convidado. Eram basicamente algumas músicas rejeitadas pela outra banda da qual ele fazia parte e que estava parada, sem fazer shows. Nos afinamos  e a banda foi formada. O baixista no início era o amigo Lucas Azevedo, que hoje é “multifunções”: fotógrafo/iluminador/ produtor de palco e executivo, depois foi substituido por Nery Leal (outro amigo de infância) e ficou essa formação de hoje. Apesar d’ eu também já ter saído e voltado para a banda. rsrs.

O nome Maglore na verdade é anterior a formação. Eu lembro de Teago ter me passado o arquivo em mp3 de duas gravações caseiras bem toscas: “A Sete Chaves” e “Amaria Sonhos Coloridos” (músicas que compõem o disco Veroz (2011)) onde já constava o nome. Ele tinha dito na ocasião que havia sonhado e que não tinha significado. Ao que todos concordaram, ficou esse mesmo.

Todos nós já havíamos tocados em outras bandas antes do encontro. Igor, quando a banda começou, tocava bateria em 8 bandas diferentes, se bem me lembro. rs. Eu toquei no Ópera Pingüim, Teago na Radionave, Nery na Truanescos, e por aí vai…

O que você destacaria da cena independente da Bahia?

Da cena independente eu destacaria a união que está surgindo entre as bandas não só de Salvador quanto do interior do Bahia: cidades como Vitória da Conquista, no sul, e Feira de Santana, na região metropolitana, estão cada vez mais fazendo eventos independentes e proporcionando a circulação de bandas do estado e até de fora dele também, possibilitando assim, o encontro entre bandas de diferentes cidades. No caso da Maglore, conseguimos fazer uma turnê pelo nordeste em dezembro do ano passado com Os Barcos, uma banda de Vit. da Conquista e hoje, nossos amigos pessoais. A respeito da cena de Salvador são várias as bandas que vem se destacando, e há uma pluralidade de sons. Posso citar nomes como a Suinga, que traz uma espécie de revival do axé antigo, naquela linha dos Novos Baianos, Pepeu Gomes, Gerônimo e Luiz Caldas; Enio e a Maloca, uma black music cercada de elementos de música brasileira; Pirigulino Babilake; Quarteto de Cinco; Velotroz; Neologia; Lunata; Acord; Sertanília, que resgata a música nordestina, sertaneja mesmo, de verdade; Baiana System; tem também o rock da Fridha e da Autoreverso; Vivendo do Ócio, que mora em São Paulo mas que vez ou outra marca alguns shows na cidade, e o pessoal mais antigo na cena como o Cascadura e Ronei Jorge. Enfim, muita coisa rolando e cada uma com algo diferente a acrescentar. 

O que você conhece em relação as bandas independentes do Pará?

Para ser sincero, eu não me recordo de nenhuma banda do Pará que eu tenha escutado (ou pelo menos que eu saiba ser do Pará). Mas tenho até interesse. Se você tiver alguma pra indicar, eu agradeço. O que eu sei que rola no Pará é o Se Rasgum, que é um festival independente muito bem comentado, não é isso? 

Quais são os novos projetos musicais da banda?

Os projetos da banda são: continuar fazendo shows pelo Brasil (e fora dele também quando aparecer a oportunidade), tentando fazer o som chegar onde ainda não chegou, divulgar nosso disco “Veroz” e quem sabe começar a gravar um novo trabalho ainda este ano.