Grito Rock Belém

Grito Rock 2011: festival integrado conquista América Latina e chega à quinta edição em Belém

Serão 130 cidades em 9 países circulando produção alternativa de música, cultura e tecnologias. Pela quinta vez em Belém, o palco das atrações será o Café com Arte.

Crescendo mais a cada ano, o Grito Rock chega a sua nona edição com o impressionante número mais de 130 cidades realizadoras em 2011, consolidando-se como o maior festival integrado das Américas.  O festival ultrapassa a fronteira da América Latina e será realizado em 10 países: Brasil, Argentina, Uruguai, Bolívia, Chile, Panamá, Costa Rica, Honduras e El Salvador.  A expectativa é que mais de 700 artistas se apresentem para um público de aproximadamente 200 mil pessoas.

O Coletivo Megafônica tem seu foco na realização e produção de eventos que visam fomentar a cultura no Pará, principalmente através da música independente, de forma cooperativa, associativa e voluntária, baseada nos princípios da economia solidária e criativa. O Megafônica agrega em seu DNA, uma ampla rede de ações já realizadas até hoje, desde mostras audiovisuais, shows, palestras, workshops, mesa de debates, ocupação de espaços alternativos, como escolas, livrarias, cinemas, instituições, entre outros.

Tendo como carro chefe, o rock, na grande maioria das suas ações, a etapa inicial do planejamento do coletivo em 2011, é realizar um amplo cronograma de eventos e shows em Belém, além do desenvolvimento de parcerias em cidades do interior do Estado, sempre fomentando a cultura independente, e  a consolidação disso tem grande estréia com o Festival Grito Rock, que acontece pela quinta vez em Belém ( tendo as 3 primeiras edições realizada pela Dançum Se Rasgum), e primeira vez em Capanema, Primavera, Parauapebas e Tucuruí entre fevereiro e março, sempre em meados do Carnaval.

Em Belém, o Grito Rock acontecerá no dia 19 de  março, levando aos palcos do pub Café com Arte 8 bandas, sendo duas de fora do Estado, todas foram e estão sendo selecionadas a partir de inscrições realizadas via Toque no Brasil (toquenobrasil.com.br) durante o mês de janeiro.

Em fase de finalização de negociações com as bandas nacionais, o Coletivo Megafônica anunciou nesta semana no seu blog (megafonica.blogspot.com) as bandas locais que se apresentarão no festival, e são elas: Vinil Laranja, Aeroplano, Mostarda na Lagarta, A Red Nightmare e La Orchestra Invisível e Paris Rock fazendo shows acústicos para os que preferem algo mais tranquilo, no quintal do Café com Arte. As bandas convidadas de outros estados, serão Velttenz, de São Luís – MA e Suéteres, de São Paulo, que já tem no currículo um CD produzido por Chuck Hipólitho, do Forggoten Boys além de clipes veiculados na MTV Brasil.

Além de shows, também haverá discotecagem na boate e porão do pub, ou seja, serão quatro ambientes com muito rock, pouco samba e muito carnaval!

O Grito Rock é uma produção do Coletivo Megafônica e Circuito Fora do Eixo. Festival filiado à Associação Brasileira de Festivais Independentes – Abrafin

www.gritorock.com.br | www.megafonica.blogspot.com


Coletivo Megafônica
Ponto Fora do Eixo – Belém/PA
Assessoria de imprensa e divulgação

Megafônica:
http://www.megafonica.blogspot.com
http://www.twitter.com/megafonica

Fora do Eixo: http://www.foradoeixo.org.br

CELEBRANDO A ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL – Por Lala Deheinzelin

Caros,
Agradecemos a todos pelo reconhecimento que temos recebido na consolidação da Economia Criativa no país e celebramos o fato que, depois de quase sete anos, a Economia Criativa está no país, é considerada estratégica e gera uma série de iniciativas fundamentais, como a recém criada Secretaria de Economia Criativa do MinC e este Fórum Nacional de Economia Criativa ( vejam doc anexo).
Esse é um momento estratégico para o Brasil e saber ou não aproveitar as oportunidades que temos vai depender de que as políticas e estratégias sejam formuladas colocando Economia Criativa como catalisador de desenvolvimento sustentável, cientes que a saída está nessa nova economia baseada nos únicos recursos ( abundantes!!) que não apenas não se esgotam como se renovam e multiplicam com o uso.
Até a China já tem na Economia Verde + Economia Criativa o eixo de seu próximo plano quinquenal. Não podemos perder o bonde da história e seguir priorizando “hardwares” ( como as obras que estão sendo pensados para Copa e Olimpíadas), que tendem a ser inoperantes por falta de “softwares”: os processos criativos. educativos e empreendedores que na verdade garantem funcionalidade e fazem a diferença.
Conheçam e participem desta Federação, pois só unidos poderemos promover as mudanças que este momento demanda.
Abraços a todos, ( de uma Lala feliz…)

Links para conhecer mais sobre a Economia Criativa:

Crie Futuros

Wiki Futuros

Enthusiasmo

CONHEÇA MAIS SOBRE A ECONOMIA CRIATIVA

GRANDE MOMENTO DO ROCK PARÁ: LANÇAMENTO DO CD OFICIAL DA BANDA AEROPLANO

http://www.myspace.com/aeroplanobr

Aeroplano lança disco em dose dupla (fotos de divulgação: João Lemos)

Dia 25 de fevereiro, Aeroplano lança disco em duas festas no mesmo dia: na Saraiva MegaStore, com o Coletivo Megafônica, e na Se Rasgum Clássica, no Café com Arte.

Voyage

Precedido de dois compactos (Aeroplano, de 2006, e Solidão, pra você, de 2007), O disco Voyage apresenta 10 faixas, entre elas, “Estou bem, mesmo sem você”, que tem seu videoclipe rolando na programação da MTv Brasil, e “Pra você, solidão”, sucesso da banda em 2006, figurando entre as mais tocadas daquele ano.
 
Gravado no fim de 2009 em Goiânia, um dos grandes pólos da música independente no país, o disco Voyage foi produzido por Gustavo Vazquez, famoso por ter trabalhado nos discos de bandas como Violins, MQN, Black Drawing Chalks e Macaco Bong, obtendo, com este, o título de melhor disco de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil.

Voyage será o primeiro lançamento do selo Doutromundo Discos, que também lançará nos próximos meses o novo trabalho de um dos grandes fenômenos da música paraense, Madame Saatan, sediada em São Paulo desde 2008.
“O disco apresenta um conceito que foi se desenvolvendo naturalmente e culminou por abraçar todo o projeto, desde as fotos de divulgação para o trabalho até o clipe que gravamos, sempre explorando a idéia de liberdade, de viajar sem destino, de desobrigar-se a levar uma vida medíocre e tacanha, de abandonar e ser abandonado, não só sobre relacionamentos, mas sobre tudo na vida, deixar pra trás, deixar passar, desapego”, explica Eric Alvarenga, vocalista.

O Lançamento
O evento de lançamento se dará num formato acústico na programação do projeto Finais de Tarde, às 19 horas no dia 25 de fevereiro, sexta, iniciativa do Coletivo Megafônica, que vem movimentando a cena local com bastante competência há alguns anos, fomentando a cadeia produtiva da música independente. O disco estará disponível na Saraiva MegaStore e em seu site.

E como comemorar nunca é demais, a partir das 22 horas a festa continua na Se Rasgum Clássica, a festa mais tradicional do rock paraense, desta vez com guitarras em riste, tocando bem alto, como o bom rock deve ser feito.
Para conhecer e acompanhar o trabalho da banda, que há algum tempo já é uma das mais bem conceituadas do estado, e apontada por Fernando Rosa (Senhor F Discos) como uma das mais interessantes do país, siga-os no twitter @aeroplanorock e visite myspace.com/aeroplanobr.

Rockabilly da Melhor Qualidade – Red Lights Gang

Direto de São Paulo, uma das bandas mais interessantes de Rockabilly, Red Lights Gang. Conheça mais sobre ela nessa entrevista especial com o Igor Dalbone (violão e guitarra). Mais informações sobre a banda: http://www.myspace.com/redlightsgang

Como e quando começastes a se interessar pelo universo do Rockabilly?

Tudo começou em casa. Sempre ouvi boa música através dos meus pais: Beatles, Os Incríveis. Nessa leva toda tinha Elvis Presley.Tenho belas recordações do tempo das fitas K7 tocando no Voyage azul do meu pai, e isso ajudou muito. Depois, tive contato com o country de Johnny Cash. E a partir do momento que montamos o projeto da Red Lights Gang, aí o rockabilly e o country tomaram conta do meu playlist.

Quais foram as tuas primeiras experiências como músico e quais as principais  influências musicais?

Esse é meu primeiro projeto que dá certo (rs), todos da banda já tocavam com outras bandas na cena rock de São Paulo, mas desde muleque tive pequenas bandas de garagem mesmo. Acho que esse lance de influência é muito mutante, a cada hora algo me influencia. Mas citaria sem dúvida Johnny Cash, Ray Charles e Beatles como as bases mais sólidas.

Como e quando surgiu o Red Lights Gang?

Costumamos dizer que estamos na contra-mão na maneira de formar uma banda. Resumindo, o Toro (guitarra) tinha uma música, e foi pedindo para os amigos gravarem as partes. The Devil’s Knocking (http://www.myspace.com/redlightsgang) foi gravada sem que nenhum dos integrantes se conhecesse, isso no final de 2008. Juntamente com o Toro e comigo, gravamos esta música o Ramon (piano), o Marcial (baixo acústico) e o Américo (vocal). No começo deveria ser uma banda de country clássico (sem bateria). Mas resolvemos fazer um teste e a bateria entrou na banda, junto com Mick Six, nosso baterista. Infelizmente o Ramon precisou deixar a banda por motivos pessoais. A banda agora é Toro (guitarra), Igor (violão), Marcial (baixo acústico), Mick Six (bateria) e Américo (vocal).

Quais foram os melhores momentos da banda?

Já dividimos palco com grandes bandas, como Crazy Legs, Zumbis do Espaço, Velhas Virgens, Gorilla (Hungria), Los Primitivos e Motorama (Argentina). Mas sem dúvida o momento mais legal foi dividir o palco com os Dead Rocks e Os Incríveis, lendária banda da Jovem Guarda, num festival no SESC na cidade de São Carlos, interior de São Paulo.

Como você analisa o mercado da música independente nacional?

Acho que com a internet, as coisas ficaram melhores pras bandas menores. O myspace está aí pra todos, o youtube também. Porém a qualidade ainda, e sempre, será o principal. Temos muitas opções hoje, num clique você troca, então fazer um bom trabalho será fundamental.

Essse blog tem como um dos principais objetivos divulgar a cultura musical paraense. O que conheces da música do Pará?

Sinceramente, e infelizmente, não conhecemos quase nada. Madame Saatan é uma referência de rock no Pará. Além disso, Fafá de Belém e Calypso.

Quais são os teus próximos projetos e do Red Lights Gang?

O primeiro cd da Red Lights Gang deve ficar pronto em Maio, e tenho certeza que esse ano será muito importante pra banda. O CD sai pela Bad Habbits (único selo da América do Sul de rockabilly) e isso ajuda na divulgação tanto no Brasil, quanto no exterior. Queremos tocar nos mais diversos lugares que pudermos, estamos com muito gás pra quebrar tudo por aí, inclusive fora de SP.

Gostaria de agradecer pelo espaço pro Rockabilly/Country, e espero tocar por aí em breve!
Abraço.

Entrevista Especial: Rangel – Bailen Putos (São Paulo – SP)

Uma das bandas mais interessantes da cena independente nacional se chama Bailen Putos (São Paulo – SP). Formada por Rangel (voz, violão e percussões), Cláudio Guidugli (pianos e teclados) Cristian Hilton (guitarras) Eduardo Andrade (baixo) Renato Nunes (bateria), tem como fortes influências bandas nacionais das décadas de 1960 e 1970, como Secos e Molhados, Novos Baianos, Mutantes, etc; como também as gringas da mesma época, entre elas Led Zeppelin, Grand Funk Railroad, Frank Zappa, Beatles, Velvet Underground, Santana, Sly and the Family Stone, Wilson Pickett, Slave e Parliament Funkadelic.

Conheça mais sobre a banda, nessa entrevista especial com o vocalista, na qual ele conta detalhes da trajetória dos músicos, uma análise do mercado da música independente no Brasil e também a sua forte relação com as bandas paraenses. Mais informações sobre a Bailen Putos: http://www.myspace.com/bputos

Como e quando vocês começaram a se interessar pelo universo do rock?

Desde sempre. Todos ouvimos música desde muito novos. Eu fui trabalhar numa loja de discos quando tinha 14 ou 15 anos, e de lá pra frente tudo mudou. Tinha acesso a tudo e tomei proveito. Ouvi de tudo e fui incorporando ambientações, estéticas, harmonias e sons na minha cabeça, até chegar nessa teia de aranha que é meu gosto musical.

Quais foram experiências como músicos e quais as principais influências musicais de cada um?

Todos já tocaram em muitas bandas, mas eu, o Edu e o Christian tocamos com o maestro experimental, Wilson Sukorski, alguns anos atrás. Depois disso, eu entrei para o Corações em Fúria e o Chris pra Cirkus (banda de rock performático que fazia versões de músicas que tocava bastante pelo estado). O Cláudio tocou no Vampiros e Piratas e no Kiss Dynasty. O Renato dava aula de violão e tocava numa banda cover de anos 80. Eu e Cláudio os roubamos da vida de covers e montamos a banda, que tem como maiores influências os anos 60 e 70. Dos brasileiros, Mutantes, Novos Baianos, Secos e Molhados, Alceu, Zé Ramalho, Caetano e a Tropicália ao Funk do Sly and the Family Stone, Wilson Pickett, Slave, Parliament, Funkadelic e no Rock do Led Zeppelin, Grand Funk Railroad, Frank Zappa, Beatles, Velvet Underground e Santana, etc.

Como e quando surgiu o Bailen Putos?

O bailen putos surgiu em um réveillon! Regado de bebidas, votos de ano novo e tudo o mais. Fui passar o réveillon na casa de um amigo em comum com o Cláudio (na verdade eles tocavam juntos). Nós conhecemos indo pegar bebida na geladeira. Falamos sobre música, influências e lá mesmo decidimos montar uma banda. Dessa festa saiu o primeiro baterista da banda, que foi substituído pelo Renato, também. O Chris e o Edu eu conhecia do projeto com oWilson Sukorski, e resolvi chamar. Aí foi juntar as peças.

Quais foram os melhores momentos do banda?

Somos uma banda nova, e teremos muitos melhores momentos de banda, ainda. Mas por enquanto, acredito que foi quando Luiz Calanca (dono da loja e do selo Baratos Afins) nos chamou no camarim, após um show do ano passado, pra dizer que tinha adorado o show e que gostaria de lançar nosso disco. Na verdade, acredito que tenhamos ficado tão felizes por conta do orgulho de ser lançado pelo cara que lançou tudo que gostamos daqui da cidade. Arnaldo Baptista, Itamar Assumpção, Akira S, Fellini, Mercenárias, Patrulha do Espaço, Paulinho Boca de Cantor, Lanny Gordin, relançou os Mutantes nos anos 80, enfim… O orgulho de pintar nesse hall de coisas que adoramos.

Como você analisa o cenário da música independente nacional?

Vi o cenário crescer na minha frente. Na minha ex-banda, toquei no primeiro Calango que teve, primeiro Jambolada, no Vaca Amarela, no Goiânia Noise e em vários outros festivais que apareceram. Vi a formação da Abrafin e o Pablo Capilé juntando todas as forças do país. Isso só tem a crescer. É daqui pra cima. Só tem que tomar cuidado pra não elitizar uma frota de bandas e parar de ver o que está acontecendo de novo. Quanto às bandas, ouço várias em casa, da mesma maneira que ouço tudo o que gosto muito. Porcas Borboletas, Vanguart, Pata de Elefante, Trilobit, Ecos Falsos, Rock Rocket, Zeferina Bomba, Madame Sataan, Seychelles e muitas outras. Nossas bandas são incríveis e uma hora acredito que tudo aparecerá mais nítido pra quem quiser ver.

Esse blog tem como um dos principais objetivos divulgar a cultura musical paraense. O que você conhece da música do Pará?

Algumas bandas que cruzaram nossos caminhos. La Pupuña é incrível. O Madame Sataan, que já tive o prazer de dividir o palco algumas vezes, o Delinquentes, o Eletrola que durou pouco, porém foi bom demais. Pelo menos deixou o Turbo, né? Que também é demaaaaais. Com certeza, estou esquecendo alguém, mas o mundo fica tão cosmopolita quando você lida com músicos.

Quais são os projetos do Bailen Putos?

Entrar nesse circuito de festivais, terminar de gravar o disco (que será lançado pelo selo Baratos Afins), fazer os clipes, divulgar, enfim… Trabalhar. Tocar o quanto der, aonde der e pra quem quiser. Mostrar nossa música pra quem quiser ouvir. Nosso objetivo é dar a condição pra quem possa vir a gostar da banda de chegar até nosso som.

Show da banda Cólera em Belém: Momento Histórico

 

A Xaninho Discos Falidos trás pela primeira vez a Belém a lenda viva do punk nacional CÓLERA, uma banda que marcou toda uma geração e em 30 anos de atividades continua com o mesmo gás e mesma vontade de tocar sem parar como nunca. É 30 ANOS SEM PARAR!

Serviço:
CÓLERA (SP)
DELINQUENTES
LICOR DE XORUME (comemorando 10 anos de banda)
NÓ CÉGO

discotecagem com JARDEL CRUDO (this is radio trash)
Local: Açai Biruta
19 DE MARÇO – SABADO – 19:00 Hs

INGRESSOS ANTECIPADOS
R$ 20 REAIS
FOR FUN SKATE SHOP

DISTRO ROCK STORE
FABRIKA STÚDIO

Patrocinio:
FOR FUN SKATE SHOP
EXEMPLO CURSOS

APOIO:
1.6.3 Tattoo
Esmael Tattoo Art
Damexe Alargadores
Veg Casa
Programa Entrevista Amazônia
Pró rock
Gell Hell’s hardcore

Musica Paraense Org
Abunai produções
Fabrika Stúdio
Jovem Pam
Davu-k
infos: [email protected].com / 82142890

::Xaninho Discos Falidos::

XDF001- Tropiezo X La Virgen del Pozo – vinil’7
XDF002- Warcry – when comes the end? – cd
XDF003- Darge – ódio – cd

XFD004- Conspiração coração ao contrario – cd

::Proximos Lançamentos::

XDF005– Hermanos de la mente furiosa – ep’7
XDF006– Leptospirose – Aqua Mad Max – Cd

Rock na Vitrine – Sabadão de muito Rock'n'Roll em Sampa

Sabadão à tarde em São Paulo, completamente sem direção no centro comercial de Sampa City, já dou de cara com a ótima notícia vinda do Mestre Luiz Calanca (proprietário da loja e selo Baratos Afins), que naquele dia ia ter mais uma edição do projeto “Rock Na Vitrine, na Galeria Olido) com as bandas The Soundtrackers, Mickey Junkies e Bailen Putos.

A festa já começou em grande estilo com a banda The Soundtrackers, mezzo carioca mezzo paulistana, que tocam apenas clássicos de trilhas sonoras de filmes. Diversão Garantida.

Logo depois, foi a vez da seminal banda Mickey Junkies, liderada pelo vocalista Rodrigo Carneiro. Momentos de tesão, músicas climáticas e a impressionante performance dos músicos, deixaram todos impressionados.

Para finalizar àquela noite especial, entra a Bailen Putos. Uma grata surpresa, com influências latinas e, é claro, da seminal banda Secos e Molhados. Bailen Putos ainda vai dar muito o que falar e já pode ser considerada como uma das grandes revelações do rock feito em São Paulo.

Momento especial: o vocalista Rangel enlouqueceu quando me viu com a camisa da banda Delinquentes.