Para encerrar o ano de 2010 com chave de ouro: Especial SCREAM YELL

O blog/site Scream Yell é um dos grandes ícones da cultura pop internética brasileira. Nessa entrevista especial com Marcelo Costa,
editor do Scream & Yell e membro da Confraria Pop (Agência Alavanca – http://alavanca.art.br/ , Move That Jukebox! – http://movethatjukebox.com/ , Scream & Yell – http://screamyell.com.br/ , Urbanaque – http://www.urbanaque.com.br/) conta como foi o surgimento do Scream e também sobre os próximos projetos….FELIZ 2011 para todos.

Como surgiu o blog Scream Yell?
O Scream é derivado de um fanzine, em papel, que circulou de 1996 a 2000. O site surgiu em novembro de 2000 seguindo a mesma vibe do fanzine.

Quais foram os melhores momentos de todos esses anos?
Nossa, foram muitos. O começo foi especial, pois eram poucos sites independentes especializados em cultura pop, e era tudo novo e tal. Mas, indiscutivelmente, 2010 foi o melhor dos dez anos do site. Rolou parceria com a MTV, dividi uma mesa de debate com o editor de cultura do Guardian para discutir jornalismo, fizemos 20 edições de um podcast na Rádio Levis, quatro festas na Casa Dissenso. Muita coisa.

Para você, já é possível viver com o blog? E como conseguiste?
Já é possível sim, mas eu ainda não consigo. O que banca a minha vida é o trabalho de edição na capa do portal iG. Ou seja, eu trabalho oito horas lá e mais um tanto em casa para manter o Scream atualizado. Mas se eu fosse um pouco mais persistente talvez já tivesse ganhando dinheiro com o Scream. O lance é que ou você é jornalista ou publicitário. As duas coisas ao mesmo tempo ocupa um espaço danado na vida de gente.

O que você da atual cena independente nacional?

É uma das melhores e mais variadas de todos os tempos. Há muita coisa ali que merecia estar em rádios e TVs.

O que conheces do Rock Paraense

Pouca coisa. Fizemos uma entrevista com a Suzana Flag, que lançou um disco belíssimo este ano. O Vladimir Cunha sempre nos adianta coisas legais, e fez o documentário “Brega S.A.”, que serviu para apresentar muita coisa do Estado ao País (e ao mundo). Mas há muito ainda a conhecer.

Quais são os teus próximos projetos?
Continuar tocando o Scream da melhor maneira possível, e tudo que vem derivando dele (festas, shows, podcast). Já é um trabalho enorme.

Madame Saatan é destaque na Revista Caras

 

Crédito da foto: FÁBIO MIRANDA / OPÇÃO FOTOGRAFIA

“Embalados pelo som da banda de heavy metal Madame Saatan, a apresentadora Ana Furtado (37) e os atores Marco Pigossi (21), Isabelle Drummond (16), Miguel Rômulo (18), Jayme Matarazzo (25), Fernanda Vasconcellos (26), Ricardo Tozzi (35), Paulo Betti (58) e Dalton Vigh (46) ovacionaram os homenageados das categorias Institucional e Campanha. ‘A publicidade faz a empresa crescer, ela passa a ter uma visibilidade maior no mercado’, diz Fernanda.” EDIÇÃO DA REVISTA CARAS: 891. LINK: http://www.caras.com.br/imagens/183343/em/textos/26959/globais-brindam-a-nata-da-publicidade

TCC sobre o ROCK PARAENSE

 

 

A jornalista Djanara Introvini desenvolveu um Trabalho de Conclusão de Curso Comunicação Social (Habilitação – Jornalismo) muito interessante sobre o Rock Paraense: “Do Stress ao Madame Saatan: uma trajetória do rock paraense entre 1970 ao novo milênio”.  Saiba mais sobre esse belo documento e também sobre os próximos projetos da jornalista.

Como e quando você começou a se interessar por Rock’n’Roll? E sobretudo, ao Rock Paraense?

Sou paranaense, vim pra cá com 10 anos, morar em cametá. Comecei a me envolver com a cultura paraense. Ainda não tinha um gosto formado, curtia de tudo. Comecei a gostar de rock pop por influencia do meu irmão com uns 13 anos. (aí me identifico c a historia de muitos roqueiros daqui, que nas minhas entrevistas constatei que começaram assim também). Depois morei em Santa Izabel, e com 16 anos comecei a escutar do pop ao metal por conta dos amigos de escola. E com 17 anos mudei para Ananindeua, e comecei a me interessar por rock paraense por conta de um professor do convenio, ele era da Banda Viridiana. Acompanhei a curta historia da banda que chegou a gravar um cd e depois fazer apenas o show de lançamento. Daí pra frente conheci algumas pessoas envolvidas com rock paraense e só foi aumentando a admiração.

Como você teve a ideia de fazer o TCC sobre o assunto? E como foi a elaboração dele?
Uma amiga de Santa Izabel é sobrinha da Josy e do Bala, e fui para Algodoal com eles, e escutei a história do Stress. Achei incrível o fato do primeiro LP de metal ter sido de paraenses, e outras coisas que também conto no TCC, e muitas pessoas daqui desconhecerem. Tambem estagiei 3 meses no Ná Figueredo, principalmente no Ensaio Aberto. Achei muito legal o contato com o Ná e com as bandas, e aprendi muito. Tambem fiz uma oficina de jornalismo cultural com o Nicolau Amador na Unama, onde me encantei mais ainda com o jornalismo cultural, e ele me incentivou a fazer o TCC e se propôs a ajudar com informações. E fiz outra oficina de rádio com o Beto Fares, que é outra fonte riquíssima. Como faço jornalismo, e sempre gostei de cultura, queria fazer algo que mexesse com musica, com rock paraense, e um trabalho desse seria uma boa oportunidade. Com o contato fácil com Ná, Bala, Nicolau, Beto e demais entrevistados, era só colocar a ideia em pratica. E sobretudo porque tem pessoas, principalmente no sul, que so enxergam o Pará como calypso e brega, e não é bem assim. Foi isso que quis provar no meu TCC, que o Pará é precursor no registro fonográfico de metal e tem muitas historia para contar. Se tivesse mais tempo, esse TCC teria umas 200 paginas. Algumas pessoas ficaram de fora das entrevistas, você foi uma delas.

Como está sendo a repercussão do trabalho? E existe a pretensão de editá-lo em um formato de livro?
Meu orientador curtiu muito, assim como eu, alguns amigos que leram também gostaram. Já recebi incentivos para publicar. A ideia é que depois da apresentação no dia 14/12 pela manhã(breve propaganda, risos), conversar com a banca para pegar sugestões de melhoras, para publicar. Esta repercutindo legal, desde a construção. Todas as pessoas que comento estão se programando para assistir, se todos que comentam marcar presença, vai faltar lugar.  O negocio é saber se essa galera não vai me dar bolo. Alguns querem o trabalho para ler, esta sendo interessante.

Quais são os teus próximos projetos?
O principal é a apresentação no dia 14. Ainda não consigo pensar em nada. (risos) Se aprovado, e ter uma boa aceitação, quero publicá-lo. Mas a intenção é conseguir algum mestrado, principalmente em cultura. Ou arrumar algum trabalho, já que tive que abandonar o antigo estagio para conseguir concluir esse projeto. Ainda quero pesquisar mais sobre essa questão, já que acredito que ainda tem coisas para pesquisar.

 

 

Último Ensaio Aberto do ano: AEROPLANO

download:

http://www.senhorf.com.br/agencia/main-senhorf-virtual.jsp?codSessao=38

 

Aeroplano lança single com três canções de seu disco de estréia
Algum tempo atrás, em uma Noite Senhor F infernal, pelo calor, pelo clima do show, a banda Aeroplano destacou-se no palco do Café com Arte, em Belém, ao lado das conterrâneas StereoScope e Amplificador de Brinquedo. A apresentação confirmava a expectativa alimentada de uma ótima banda com um pé na sonoridade dos anos noventa, com peso nas guitarras e dona de um ótimo e vigoroso show.
Faltava apenas um disco, gravado e produzido com qualidade, para afirmar sua identidade e presença no cenário independente nacional, ao lado de outros nomes importantes de Belém. O disco chegou, ganhou nome de Voyage, foi gravado em Goiânia, no Rocklab, com produção de Gustavo de Vasquez, aqui antecipado em três temas que comprovam a qualidade autoral musical e poética – da banda.
O single traz as músicas Estou bem mesmo sem você, que dá nome ao single, Vermelho que é rosa e Pra você, solidão, um hit local. O lançamento é uma parceria dos selos Senhor F Virtual e Doutromundo Discos, este reponsável pela edição do álbum, e pode ser baixado ao lado, com capa, label, cifras e músicas em mp3. Aeroplano é formada por Eric Alvarenga, Bruno Almeida, Felipe Dantas e Diego Fadul.
Aeroplano tem dois EP’s lançados anteriormente, um deles registro de apresentação no Projeto Ensaio Aberto, parceria da gravadora Ná Music com a Amazônia Celular. No currículo da banda ainda contam participações em vários festivais, entre eles Festival Se Rasgum, em Belém, Festival Quebramar de Música Independente (Macapá-AP), além de um apoteótico show no Fórum Social Mundial 2009. (Fernando Rosa)

 

BAIXE O SINGLE: http://www.mediafire.com/?50lh4ymk3op7py1

Entrevista Especial: Heluana – Mini Box Lunar

 Heluana Quintas é uma das vocalistas de uma das bandas mais interessantes da Música Independente Nacional, Mini Box Lunar. Banda autoral formada em 2008, atualmente é formada também por  Jenifer JJ, Otto Ramos, Saddy, Alexandre e Ppeu Ramos, gravou um DVD-demo intitulado ?Sessão Vintage? no mesmo ano. Em 2009 saiu o primeiro EP, e em 2010 vai rolar a gravação do CD com produção musical do Miranda. Mini Box Lunar é roquenrou retrô com influências sessentistas, setentistas, folk, psicodélicas, tropicalistas, marginais e bregas. Fazendo de bossas à marchinhas carnavalescas, passando por valsas psicodélicas e country, com uma musicalidade irreverente e sensível.

Mais sobre a banda Mini Box Lunar: http://www.miniboxlunar.blogspot.com/

http://www.twitter.com/miniboxlunar e http://www.myspace.com/miniboxlunar


Como e quando começaste o teu interesse pela música? E quais foram as primeiras experiências como cantora?

Em Macapá, eu sempre estive ligada a algum segmento cultural, os primeiros foram Literatura e Teatro. A música surgiu de uma forma bem casual mesmo. Pelo fato de escrever poesia, comecei a fazer umas brincadeiras com Otto, que é tecladista da Mini Box Lunar e a gente desaguou numas composições que se encontram posteriormente com as composições da Jj e do Sady e que de repente se tornaram o repertório do projeto Mini Box Lunar.

Como começaste a fazer parte do Mini Box Lunar? E como está sendo esta experiência?

A banda surgiu do encontro de duas duplas (Otto e eu, Jj e Sady), e logo em seguida com o Alexandre. Nessas rodinhas de violão na praça, a gente se identificou e resolvemos dar um nome pra coisa. Depois disso, eu só me lembro que eram 30 composições em três meses de banda e que a gente se divertia muito. Essa experiência é muitíssimo nova. Em alguns momentos é assustadora por isso. Mas dá uma satisfação tremenda. No Amapá, temos imensas dificuldades de acompanhar todo o processo de re-significação do mercado fonográfico (falta de internet banda larga, dificuldades de traslado porque somos uma ilha). Aliás, já tínhamos essa dificuldade quando as estruturas eram estáveis, agora nesse momento de desenvolvimento de novas estruturas desse mercado, temos levado pro Estado um resultado interessante, enquanto estratégia de gestão de carreira e também enquanto possibilidade de ter o norte no mapa da cultura no país.

Como foi a experiência de ter o primeiro CD da banda produzido pelo Carlos Eduardo Miranda?

Estamos no gerúndio. Ainda não finalizamos todo esse processo de produção/gravação. Até aqui, posso adiantar que tem uma fluência de energias difícil de qualificar e que tenho certeza que elas sairão impressas nas canções.

Você também faz parte do Coletivo Palafita (Macapá). Quais foram e quais serão as principais ação do coletivo?

O Coletivo Palafita tem cinco anos. É o maior aglutinador de agentes de cultura independente no Estado. Considero a maior ação do Palafita a possibilidade de interação e construção de conhecimento sobre cultura, com o restante do país, através do Circuito Fora do Eixo.  Para quem sofre de um isolamento geográfico que pode ser transcendido pela internet – mesmo que com alguma dificuldade – é um estímulo muito grande se deparar com a criatividade de outras pessoas para solucionar seus problemas. Aqui não poderia ser diferente. Não podemos confundir dificuldades com impedimento. Trabalhar em rede ajuda muito a visualizar isso porque evidencia numerosos e variados esforços. Necessidade, vontade e criatividade são os combustíveis. Quanto às ações pontuais do Coletivo, temos: Grito Rock, Festival Quebramar e o Calendário Palafita de Atividades de Qualificação.

Como você analisa a cena independente de Macapá? E também do resto do Brasil?

Em Macapá ainda temos poucas casas noturnas, entretanto, temos muitas bandas autorais boas e que tem público cativo. Elas tem trabalhado cada vez mais pra circular e trazer essa experiência pra cidade, compartilhando seus erros e acertos com outras bandas. Esse fluxo de informação tem ajudado muito a gente a diagnosticar a cena. Mais os avanços nos últimos três anos são mesmo muito animadores. Além da Mini Box Lunar que tem o Miranda como produtor, tem a Godzilla que acabou de gravar em Belém, no Casarão, com produção do Alex Antunes e participações de músicos super fodas aí do Pará. A stereovitrola que é uma banda super querida na cena local, sai hoje de Macapá pra São Paulo pra fazer a sua primeira turnê. Nossa! Isso tudo é muito importante. Nenhum outro grupo de cultura local tem apresentado tanta disposição quanto os independentes. Neles eu posso também citar: o Daniel Nec como designer e como produtor de documentários, e o Ricardo D’Almeida como fotógrafo. São pessoas muito jovens que têm surpreendido com suas possibilidades. Aí, embora eu possa dizer que a cena independente no Amapá está efervescente, talvez seja mais prudente e sensato dizer que ela está na verdade despertando, nascendo, se situando num universo que também está se processando, só que numa velocidade maior.

A banda Mini Box Lunar já se apresentou algumas vezes em Belém. O que você achou da reação do público daqui, durante os shows da banda?

É quase um consenso a afirmação de que Belém tem um dos melhores públicos do país. Não tocamos em todos os estados da federação, mas demos uma boa circulada. Posso dizer que Belém tem um público super entusiasmado e que me deixa super a fim. A Mini Box Lunar deve muito a Belém. Nunca deixamos de citar isso todas as vezes que podemos. Seja porque sempre voltamos ultra-pilhados depois de um show na capital paraense, seja porque sempre nos surpreende tocar aí, seja porque fizemos a 5º apresentação de nossas vidas no palco de um dos mais elogiados festivais do país que é o SeRasgum.

Quais são os teus próximos projetos artísticos e dentro do Coletivo Palafita?

Quero continuar fazendo canções. Não sei sobre projetos artísticos. Eu costumo me apaixonar e me envolver com tudo que se refere a arte e tudo pinta de uma maneira inesperada e nada sutil. Então, sobre isso tudo é possível. No Palafita, espero lançar o quanto antes a moeda complementar, Palafita Card e tornar o estado uma rota viável de circulação constante de artistas.

AEROPLANO – Estou bem mesmo, sem você

Crédito da foto: João “Sincera” Lemos
 
Estou bem, mesmo sem você.

Mais de cinco anos ficaram para trás desde que o Aeroplano subiu ao palco pela primeira vez em algum boteco falido moralmente, numa noite quente dessas típicas de Belém, em que a chuva se arruma toda, mas não cai uma gota do céu.

Provavelmente a única coisa que não mudou de lá pra cá foram as tais noites quentes desta cidade. Hoje o cenário independente é completamente diferente, com muitas outras bandas, outra dinâmica na cadeia produtiva da música, além de diversos novos conceitos de organização dos “atores” desta cena cultural.

Com o Aeroplano não foi diferente: a múltipla personalidade musical de que a banda era acusada de ter, nitidamente traduzida em falta de uma identidade mais forte (ou rígida, menos flexível), o que é natural para toda banda que está iniciando, ficou longe no passado, assim como uma série de influências pueris, coisa de moda da época, foram filtradas pelo tempo que separa os quase 30 anos dos integrantes dos 20 e poucos do início da banda.

Hoje, anunciando Voyage, disco gravado em Goiânia-GO no estúdio RockLab com o diversas vezes premiado produtor Gustavo Vazquez, o quarteto paraense apresenta seu single Estou bem mesmo sem você, que reflete com propriedade o que é a cara da banda atualmente, algo como um anti hit obscuro e melodioso sobre fracasso dos relacionamentos diante do desgaste inafastável que o tempo causa. O single virtual sai pelos selos SenhorF Virtual e Doutromundo Discos, o último sendo responsável também pelo lançamento do disco.

O clima de “guitarras empoeiradas”, tratamento lo fi do som e uso de equipamentos e instrumentos da década de 70 segue por todo o disco e podem ser conferidos em mais duas canções que acompanham esta mostra do disco: Pra você, solidão, canção que tem acompanhado a banda desde seu EP de estréia; e a inédita Vermelho que é rosa, provavelmente a música mais densa deste trabalho.

Assim como cada uma das músicas que constituem o disco -e o single, consequentemente – Voyage fala sobre o desprendimento, o abandono, a partida sem saber onde se vai chegar, a viagem em si, não pelo destino, mas pela flexão verbal, o meio, não o fim. A banda trouxe isso para a arte que acompanha o trabalho, baseando o conceito da obra no isolamento, na solidão, não na desesperança, mas por opção de estar só no mundo, de passagem, mas ainda assim estar bem. E é bem assim como soa.

Diego Atie Fadul

BANDA TURBO LANÇA NOVO EP NA 3ª NOITE SOM DO NORTE SEXTA, DIA 10

A Turbo, uma das bandas mais respeitadas do cenário roqueiro do Pará, lança Fuzzilando, seu novo EP, na terceira Noite Som do Norte, nesta sexta-feira, 10 de dezembro, no Allegro Pub. Outras atrações confirmadas são a banda Sincera e os DJs Miguel Haoni (Pogobol) e Mandy (Peggy).

O EP Fuzzilando traz a íntegra da gravação do show que a Turbo fez em 6 de fevereiro deste ano no African Bar, durante o Grito Rock Belém. Apontado como Disco do Mês de dezembro do blog Som do Norte, que realiza o lançamento em parceria com a Rajada Records,  o Coletivo Megafônica e o Circuito Fora do Eixo, o EP virtual pode ser escutado em http://musicadonorte.blogspot.com e baixado em http://www.4shared.com/file/-ZLhu6QE/Turbo-Fuzzilando.html

No repertório predominam músicas do CD Turbo (Ná Records, 2006), como “Garoto 90”, “Denise” e “Eu Sou Feio, Mas Ela Gosta de Mim”, além de duas inéditas em discos da banda – “Dromomania”, que os fãs já conhecem dos shows, e “Naked Truth”, esta um cover da banda Caustic, que no show de fevereiro contou com a participação especial de Andrey Moreira, atualmente integrante da banda Navalha. Antes de Fuzzilando, a Turbo já fizera outro lançamento virtual – o single Doutrina Mamute (2008).

SERVIÇO
Arte da capa do EP Fuzzilando
Crédito obrigatório: João Sincera

91-8279-7680

3ª Noite Som do Norte – com Turbo e Sincera
DJs – Miguel Haoni (Pogobol) e Mandy (Peggy)
Allegro Pub
(Senador Lemos, 242, quase esq. Wandenkolk – Umarizal, Belém)
10 de dezembro – sexta – 22h
Ingresso: R$ 10
Realização: Som do Norte
Apoio: Rajada Records,  Coletivo Megafônica e Circuito Fora do Eixo

Anexo

Informações para a imprensa

Contatos para entrevistas

Fabio Gomes

Assessoria de Imprensa Som do Norte

Banda Tio Nelson lança CD durante o Mercado de Moda

Tio Nelson lança CD durante o Mercado de Moda

Uma das atrações culturais mais esperadas da 10ª edição do Mercado de Moda da Caixa de Criadores será o show “Agite antes de usar” da banda Tio Nelson. A partir das 22 horas, o grupo mostra o resultado de quatro anos nos quais vem se destacando entre os melhores do pop rock de Belém.

O “show-teatro” será no apresentado Teatro Maria Sylvia Nunes e leva ao público músicas autorais e couvers repaginados que fazem parte do repertório que a Tio Nelson toca em bares e casas de show paraense. Segundo o produtor da banda Diego Borges, será uma apresentação única do grupo reconhecido pelas performances inusitadas do vocalista Flexa Jr.

Entre as mais conhecidas, a interpretação de Amy Winehouse com direito a peruca e maquiagem é inesquecível para os vários fãs que a banda arrasta pela cidade. “Pode esperar um show no estilo “Tio Nelson” cheio de surpresas para impactar a todos”, garante Borges ao falar sobre o “Agite antes de usar”.

A venda de ingressos para o show inicia às 14 horas. Os valores: R$20 inteira e R$10 meia-entrada. A apresentação é promovida em parceria com a Organização Social Pará 2000.

De Cazuza a Lady Gaga

Formada por Danilo Gato na guitarra, Junior “Baiano” no baixo, Raphael “Toupeira” na bateria e Flexa Jr nos vocais, a banda Tio Nelson é sucesso. Nos quatros anos de trabalho, é uma das mais solicitadas pelo público jovem pela versatilidade do repertório.

Entre as músicas tocadas pelo grupo, pode-se ouvir clássicos do rock, como Beatles, Deep Purple e Pink Floyd ao lado dos brasileiros Cazuza e Los Hermanos.  A banda interpreta, ainda, hits do pop assinados por Lady Gaga, por exemplo.

Com estilo despojado, a Tio Nelson conquistou os jovens de Belém ao unir música de qualidade com um toque diferenciado. O nome foi uma homenagem ao guitarrista Nelson Torres, que foi professor de Danilo Gato.

Serviço

Data: 07/12/2010

Hora: às 22 horas

Local: Teatro Maria Sylvia Nunes da Estação das Docas – Boulevard Castilho França s/n, Belém – PA.

Quando todos os estilos ligados ao Punk se encontraram

O sábado, 04 de dezembro, no Hangar 110 (o verdadeiro templo do Punk Rock/Hardcore Nacional – http://www.hangar110.com.br/), foi marcado por uma noite especial com os shows das bandas: Hellsakura ( http://www.myspace.com/hellsakura), Sapo Banjo (http://www.myspace.com/sapobanjo) e Dead Fish (http://www.myspace.com/deadfishoficial).
Tudo começou com o metalcore do Hellsakura. Cacetada na moleira, na melhor expressão da palavra. Foi a melhor maneira para começar uma noite que seria especial, para o público e para as bandas.
Logo depois foi a vez do ska do Sapo Banjo, que aqueceu de vez o Hangar 110. Quem estava parado, agora já estava completamente alucinado. E esperando o Dead Fish.
Agora sim, todos completamente aquecidos e suados para enlouquecer com o show do Dead Fish. Rodrigo Lima (voz), Alyand (baixo),  Philippe (guitarra) e Marcos na bateria.

A interação com público era algo simplesmente impressionante. Rodrigo tinha todos sob completo controlo, e todos cantavam todas as músicas em uníssomo. Verdadeiros hinos do Hardcore Nacional. Um show que todos saíram prontos para começar a semana. Agora ficou a promessa para o ano que vem, os 20 anos do Dead Fish. E não poderia terminar esse texto sem mencionar, que a Caravana de Belém (Eu e a Lily Bahia) foi citada.

Valeu Hangar 110, Hellsakura, Sapo Banjo e, é claro, Dead Fish.