Encontro de Grandes Ícones do Metal Nacional: STRESS E METALMORPHOSE (RJ) NO CANECÃO (RJ)

Stress e Metalmorphose, duas bandas pioneiras do Heavy Metal nacional, se apresentarão no próximo dia 31 de julho (sábado) no Canecão, no Rio de Janeiro (RJ). O evento histórico marcará o lançamento oficial dos CDs “Live ‘N’ Memory” (Stress) e “Odisséia” (Metalmorphose), ambos lançados pelo selo Metal Soldiers , de Portugal.
O Metalmorpohose atualmente conta com Tavinho Godoy (vocal), André Delacroix (bateria), André Bighinzoli (baixo), Felippão (guitara) e e Leon Manssur (guitarra, Apokalyptic Raids), músicos que estão preparando um esperado disco de inéditas para 2011, ao mesmo tempo que estão engajados na turnê de lançamento de “Odisséia”, que vai durar até o fim do ano.
Já o Stress, que realizou seu primeiro show oficial em 1977 e gravou o álbum de estreia em 1982, o primeiro registro do Heavy nacional. Com músicas rápidas e pesadas, com letras inteligentes e de grande conteúdo em português, “Stress” colocou definitivamente o nome da banda na lista das mais cultuadas no Brasil. Apesar da baixa qualidade de gravação, pois ninguém tinha “know-how” para gravar Heavy no Brasil até então, a repercussão do feito foi estrondosa. Roosevelt Bala (vocal e baixo), Paulo Gui (Guitarra) e André Chamon (Bateria, ex Azul Limão e X-Rated) tocarão seus clássicos e novas composições.

Serviço:

Stress e Metalmorphose

Local: Canecão

Endereço: Avenida Venceslau Brás 215 – Botafogo, Rio de Janeiro (RJ)

Data e hora: 31/07 (sábado), a partir das 22h


Preço:

Poltrona Numerada: R$ 60,00

Frisa Central: R$ 100,00

Camarotes: R$ 200,00

Balcão Nobre: R$ 80,00

Mezzanino: R$ 70,00

Pista: R$ 60,00

Pontos de venda: No local


Mais informações:

Classificação: 18 anos

Informações: 2105-2000


Data: 31/07/2010

Local: Canecão

Endereço: Avenida Venceslau Brás 215 – Botafogo, Rio de Janeiro (RJ)

Horário: 22:00

Telefone: 21-2105-200

Website: www.canecao.com.br

Letrac – ROCKÃO CLASSE A

http://www.myspace.com/letracrock

Uma das bandas paraenses que mais têm me impressionado a cada show é a Letrac. É simplesmente, impressionante a evolução e a performance dos músicos. Sinceramente, é impossível ficar parado, se ficares parado é porque estás vidrado no potencial de cada músico. A banda faz jus à qualidade da cena musical do Pará, que a cada edição, de qualquer revista ou publicação ligada à música é cada vez elogiada.

Então…VIDA LONGA A BANDA LETRAC – MUITO ROCKÃO CLASSE A

Entrevista Especial: Ana Garcia – Coquetel Molotov

www.coquetelmolotov.com.br

O Festival No Ar Coquetel Molotov, que acontece em Recife desde 2004, é um dos mais importantes do Brasil. O público paraense interessado sobre o que ocorre pelo Brasil, em relação a Cultura Independente, pôde conhecer mais sobre o festival, durante a passagem das produtoras Ana Garcia e Tathianna Nunes, no projeto Conexão vivo.

Saiba mais sobre o festival, nessa entrevista exclusiva e especial com Ana Garcia. Todas as fotos publicadas nessa entrevista são de Caroline Bittencourt.

Conte como foram as primeiras edições do Coquetel Motolov?

As primeiras edições do festival No Ar Coquetel Molotov foram realizadas por pessoas que nunca organizaram um evento deste porte. Acho que isso já fala muita coisa, não é?! Mesmo assim, nunca foram desorganizados para os olhos dos artistas e público. Imagino que deve ter sido muito estranho pro Teenage Fanclub participar de um festival organizado por jovens de 22 a 23 anos. Lembro que fizemos uma coletiva um dia antes e todos os fãs da banda participaram. Lotou a coletiva e acho que a última vez que eles tinham feito isso foi cinco anos antes no Japão. Algo assim… Eles riram muito da experiência. Fomos aprendendo conforme o festival foi andando. No momento que escolhemos realizar o festival no Teatro, primeiramente porque era mais seguro, descobrimos que iríamos precisar fazer ingressos, depois ter seguranças, e por aí vai… as etapas. Não tínhamos um patrocinador.ou algum tipo de apoio. O nosso panfleto não tinha uma logo! Conseguimos uma verba de R$5 mil da Secretaria de Educação para pagar o som e felizmente conseguimos vender o show do Teenage Fanclub, graças a Eduardo Ramos, para o Curitiba Pop Festival e o SESC Pompéia. Resumindo, acho que foram edições de aprendizado…

Escrevendo sobre isso tudo agora, lembrei como passávamos muito tempo em reuniões. Na grande maioria que não ia para frente, com empresas que não entendia o projeto ou que não faria sentido mesmo patrocinar o festival. Mas sempre acreditamos na insistência! Também era muito importante para o Coquetel Molotov estar sempre na rua, reuniões, reuniões, reuniões. Até entre o grupo, acho que realizávamos uma reunião por semana, mínimo. Agora faz uns quarto meses que não nos encontramos para conversar sobre os projetos. Talvez seja algo a ser retomado a partir de agora.

Provavelmente todo mundo que faz um festival independente deve ter passado por algo similar. Ainda estamos aprendendo, para ser sincera. Este ano será o primeiro ano que eu  decidi contratar mais dois produtores, porque sempre fiz a parte de logística e contato com os artistas sozinha e o meu corpo não aguenta mais! Já deveria ter feito isso faz tempo. Acho que também estamos ainda aprendendo a lidar melhor com os diversos patrocinadores, especialmente com a exposição das marcas.

Além do festival, vocês também produzem uma revista e também têm um selo. Como vocês conseguem agilizar tantas ações? E em relação a revista, ela vai virar site e ficar definitvamente na versão digital?

Já temos um site – www.coquetelmolotov.com.br. A revista pode ser baixada em PDF. Pelo fato de termos muitas ideias, projetos como selo, revista, programa de rádio, assessoria, etc, temos um problema sério em manter continuidade. Como não rola muita grana também, tudo depende muito do nosso humor e tesão. Neste momento, estamos focados no nosso programa de radio que é diário na Universitária FM, 99.9. No ano passado, decidimos focar na revista. Quero voltar a imprimir a revista, mas tem que ser em um formato diferente. Ela não parece fazer muito sentido hoje em dia com a internet e tudo tão rápido. O papel do selo também mudou, então ele andou desativado por um tempo, mas volta em setembro com o lançamento da Joseph Tourton, banda de Recife, que teve um projeto aprovado pela Petrobras. Uma coisa que sinto falta é de ter tempo livre… estamos sempre viajando, captando, fazendo algo mais burocrático, que já não consigo escrever como antigamente, não consigo ser tão criativa… é um pouco triste, pensando agora. Também tenho uma filha de 10 anos e tento estar presente o máximo possível. Acho que foi por isso que fiquei tão desestimulada para publicar mais uma revista, a falta de tempo. Mas é o nosso estilo de vida… a escolha que fizemos… vamos colher tudo no futuro, tenho certeza.

O que você pode destacar da cena da música independente de Pernambuco atualmente?

Nossa, tem muita banda foda. Posso fazer uma lista? Eu começaria com a Joseph Tourton, que é uma banda instrumental, incrível, feito por meninos entre 19 e 22 anos. Eles foram indicados pelo Estadão como uma das apostas de 2010!  Estão finalizando o disco de estreia, produzido por Felips S. e Marcelo, ambos do Mombojó, e teve participação de Guizado, Vitor Araújo, Chiquinho, Homero… Nessa linha instrumental, tem também o Wassab, Radistae…. Eu adoro Jr. Black e Catarina Dee Jah. Tem umas bandas mais indies como a Sweet Fanny Adams e Team.Radio. Mombojó lançou recentemente um disco novo, está mais Stereolab que nunca e eu gosto disso. Tem a Volver, Eu sei que estou esquecendo várias bandas… Mas essas foram as primeiras que pensei.

O que você conheceu e achou interessante na cena independente do Pará?

Estive no Pará em 2006 ou 2007… não lembro bem… mas ainda tinha o festival Cultural realizado em Algodoal. Lembro de ter percebido como vocês tinham TV e rádio funcionando muito bem. Que são duas bases importantes para fazer a cena funcionar. Tem um festival foda que é o Se Rasgum. Percebi diversos locais de shows bacanas e de médio porte. Conheci uma loja de CD bem legal chamada Ná Figueredo. São duas coisas que não temos no Recife – locais de médio porte e lojas bacanas. Mal temos TV e rádio, para ser sincera. Bem, eu amo a música que sai de Belém, como Pio Lobato, Os Mestres das Guitarradas, Gaby Amarantos, etc… Ainda tem uma cena de distribuição independente forte. Eu acho que vocês têm tudo. O que vem em mente no momento é – parar de querer fazer parte do roteiro, porque Belém é muito distante, e fazer com que as pessoas venham até aqui.

Quais conselhos você pode dar para quem quer produzir um festival?

Não desistir… é difícil, mas tente sempre dá o melhor de si. Aprenda a aceitar que é tudo bem fazer algo pequeno, organizado e realmente bom. Algumas pessoas têm dificuldades em aceitar isso.

Quais são os próximos passos do Coquetel Molotov?

Estamos no momento fechando a programação do festival que acontece de 21 a 25 de setembro no Recife. Os grandes shows serão nos dias 24 e 25 no Centro de Convenções da UFPE. Espero lançar na mesma época o disco da Joseph Tourton… Mas antes deve sair o disco do Burro Morto que iremos ajudar an divulgação. Vamos continuar com a assessoria de imprensa da Conexão Vivo…. Programa de rádio… Fomos convidados para armar uma parceria com o Fora do Eixo, estamos aguardando para fechar os detalhes, mas envolve curadoria com assessoria de imprensa. Acho que é isso, por enquanto!

Dia Mundial do Rock – Na Rádio Cultura FM do Pará

Por Ordem na Foto: Jayme Katarro, vocalista da banda Delinquentes (twitter: http://www.twitter.com/jaymekatarro);

Beto Fares, apresentador do Programa Balanço do Rock (twitter: http://www.twitter.com/Subte_Subte);

 Ná Figueredo, empresário da loja Ná Figueredo e do selo Ná Music (twitter: twitter: http://www.twitter.com/na_figueredo);

 Sidney Filho, jornalista e editor dos blogs www.rockpara.festabelem.com.br e www.ver-o-pop.ecleteca.com.br (twitters: http://www.twitter.com/yendiss e http://www.twitter.com/@ver_o_pop);

Raul Bentes, apresentador do programa 7 Set Independente da TV Cultura do Pará e do programa de webradio Independentes do Brasil (twitter: http://www.twitter.com/@Raul_Bentes);

Camillo Royale, guitarrista e vocalista da banda Turbo (twitter: http://www.twitter.com/turbo_rock)

 

À tarde de ontem, quando se comemorou o Dia Mundial do Rock, na capital paraense, mas precisamente no estúdio da Rádio Cultura FM do Pará (http://www.portalcultura.com.br/paginas/mult_rd_aovivo.php) durante o programa Fonograma, apresentado pela rádio-jornalista Rosa Moreira, foi muito importante.

Um dos motivos foram os pontos apresentados pelos participantes do programa, que mostraram um vasto conhecimento sobre o assunto colocado na mesa: O Rock’n’Roll Paraense. Questões como: A História do Rock no Estado, A Importância da Internet (blogs e webradio) como também a distribuição dos CDs dos artistas locais foram muito bem abordados.

Momentos como esse deveriam acontecer mais vezes….SÓ O ROCK SALVA….

Dia Mundial do Rock – VIVA O ROCK DO PARÁ

Para celebrar em grande estilo O Dia Mundial do Rock, nada como dedicar esse post ao Estado, onde foram criadas as bandas mais legais do Brasil.

AVISO: HOJE,13/07, às 15 horas, na Rádio Cultura FM,93,7: Sidney, Ná Figueredo, Beto Fares, Jayme Catarro e eu estaremos conversando sobre Rock.

Algumas bandas representantes deste vasto e variado cenário do ROCK PARAENSE










Entrevista (mais do que) Especial: This is Radio Trash – A produtora que é puro ROCK

Responsáveis pelas festas e shows mais Rockers de Belém, os produtores da Radio Trash sabem e entendem muito bem sobre o assunto. Nessa entrevista, eles contam alguns detalhes sobre como foram as primeiras festas e outros projetos. Conheçam agora…Because, This is Radio Trash.

Como surgiu a ideia de montar a produtora?

Jardel: Numa madrugada de 2008 tive um pesadelo horrível, um ser horripilante, na verdade um zumbi com um enorme topete e costeletas me arrastava por metade da cidade até chegar em um cemitério, ele me jogou numa cova imunda cheia de discos de rock podreira, e disse que eu tinha que fazer algo pra disseminar música para arruinar a vida das pessoas, se não todos os dias ele iria me atormentar da forma mais brutal possível, fiquei meio abalado com aquilo, uns 2 dias depois tomando umas num boteco qualquer , contei aos moleques o que tinha acontecido e pra minha surpresa eles disseram que também haviam sonhado com o mesmo sujeito e que ele também tinha lhes ameaçado, a TIRT nasceu naquela hora, na verdade ela é uma forma de evitar que esse cara do pesadelo volte a nos assombrar.

Gori Martinez: A ideia principal era montar uma banda de “Jazz Rock”; mas como achamos Dave Mattews Band chato para caralho vimos que era uma idéia idiota pra porra, então optamos por começar uma produtora.

Renato: A gente quer dominar o mundo usando mensagens subliminares em músicas de GG Allin, Hasil Adkins, Link Wray e Bob Log III, só que até agora só dominamos o Mike de Mosqueiro.

Por que ela é direcionada ao Rockabilly? É um gosto em comum entre todos os integrantes da produtora?

Jardel: Na verdade ela não é só direcionada ao rockabilly;garage, psychobilly, surf, ska, dub e o punk também marcam presença nas festas, mas acho que realmente o rockabilly ficou bem associado a festa, não foi de propósito mas acho até bom, o tal zumbi do pesadelo falou que é o estilo dele favorito.

Gori: Já foi a alguma Radio Trash, heim, heim ? Nós gostamos de rockabilly mas a festa não é direcionada apenas a esse estilo, somos muito influenciados pelo top 10 MTV e pela programação da Radio Joven Pan.

Renato: Alguem aí quer fazer parte do meu projeto de Bregabilly?

O que vocês gostam de ouvir em casa?

Gori: Vinis.

Jardel: Cara, todo mundo na TIRT é paranóico por som, e claro que rolam as preferências particulares, mais em comum acho que posso citar: Motorhead, The Cramps, Rocket from the Crypt, Southern Culture on the Skids, Ratos de Porão, Meteors, Reverend Horton Heat, The Saints, Radio Birdman, Trashmen, Lee Perry, Toots and the Maytals…por aí vai. Ah cara, música pra ferir os ouvidos dos hippies universitários e adolescentes coloridinhos, sacou?!

Renato: Jardel, vou te xingar muito no twitter.

Gori Martinez

Jacob Franco

Jardel Crudo

Lucas Sales

Renato Purkhiser

Quais são são os novos projetos da Radio Trash?

Jardel: Continuar com as coisas que já fazemos, pra garantir que aquele zumbi maldito fique longe dos nossos sonhos…

Gori: Continuar enriquecendo de forma inescrupulosa às custas de nosso público fiel.

Renato: Nosso próximo passo é fazer uma abaixo-assinado para a libertação de Mark Chapman. Esse ano ele tem chance de condicional. Só ele pode acabar com Liam Galagher, Malu Magalhães e Lady Surda Muda Gaga e Vesga.

Qual é a opinião de vocês sobre a cena da música independente no Pará e também no Brasil?

Jardel: Bicho, só sei que tem muita banda foda por aí…você só tem que correr atrás pra conhecer, na verdade como sempre foi,né?!, pelo menos pra quem não se acomoda com o que o mainstream empurra goela abaixo do povão, a diferença é que hoje está bem mais fácil de fazer isso, só que sinceramente não sei se isso é melhor ou pior.

Gori:
Taí uma palavra que realmente odiamos e não usamos “cena”, depois dela, a outra que odiamos e não usamos é “movimento”. Dividimos tudo em bandas boas e bandas ruins. Malcolm Maclaren nos 70’s lançou um produto chamado “punk”, e esse produto vinha num pacote completo: música, atitude e vestimenta, era só colocar água fervendo e esperar 3 minutos, as pessoas compraram aquele produto e acreditaram naquilo e criaram uma “cena” em cima disso, foi a piada perfeita, acho que até antes de morrer ele dava risada com isso.

Renato: Acho que Belem tem as bandas de Hardcore mais fodas do mundo. Vida longa a Escárnio, Morte Suicida, Derci Gonçalves, Baixo Calão e todas as outras que botam fogo nos shows!

Como vocês analisam a importância das redes e mídias sociais para a divulgação dos eventos?

Jardel: Mídia social é esses lances de Orkut,twitter é? Se for mesmo, é maneiro ué?! Todo mundo tem esses troços hoje em dia, é uma puta ferramenta de divulgação, sem dúvida! Apesar de não abandonarmos os velhos e nada ecológicos flyers. Lutamos por uma Belém mais suja.

Gori:
Mais ou menos. Prefiro ver um belo poster dos eventos pendurados do que um flyer virtual.

Renato: Acho uma puta falta de sacanagem.

Festival Quebramar (AP): Entrevistas Especiais e Shows

Entrevistas Especiais:

Felipe Cordeiro (no Ver-o-Pop – PA): http://migre.me/VySp

Yuri Malcher (Paris Rock – PA – no Rock Pará): http://migre.me/VzdP

Otto Ramos (Mini Box Lunar – AP no Rock Pará): http://migre.me/VyYE

Marcello Kahwage (The Baudelaires – PA – no Rock Pará) http://migre.me/Vz23

Stereovitrola (AP) no Rock Pará: http://migre.me/Vz5Q

Juca Culatra (PA) no Ver-o-Pop: http://migre.me/Vz8i

Mukeka di Rato (ES) no Ver-o-Pop: http://migre.me/VzbZ

Entrevista Especial: Rafael Kent – Fotógrafo e Diretor de Clipes SENSACIONAIS

Direto de Salvador, vem um dos grandes talentos da direção de clipes do Brasil, Rafael Kent. Ele já dirigiu clipes das bandas Terceira Edição (PE), Vivendo do Ócio (BA) e Beeshop (do Lucas da banda Fresno). Conheça agora, o diretor de clipes com o espírito com toques de muito bom gosto e muito Rock’n’Roll.

Mais sobre o Rafael Kent: Primeira entrevista no blog Rock Pará: http://migre.me/V099

Site Oficial: http://www.rafaelkent.com

Como você ingressou no universo de direção de clipes?

Cara, eu ingressei pelo modo natural, quando digo natural quero dizer que por causa da atual tecnologia de máquinas DSLR (fotográficas) que filmam em FULL HD e com foco manual muita gente está saindo da fotografia e começando a filmar. Isso é bom, mas também é ruim. Remete um pouco a cena musical quando o pro tools e o autotune começaram a rodar solto pelas gravações. Uma ferramenta extremamente útil e poderosa na mão de muita gente que não sabe usar ou que não consegue fazer alguma coisa bacana. Na verdade acredito que daqui a mais um tempinho o mercado de filmes vai estar da mesma forma que o da música, muita coisa sendo feita e é ai que o talento vai falar mais alto, esse vai ser o diferencial. Ainda estou me acostumando a pensar em filme, na dinâmica de filme, pois sair de uma linguagem estática para uma que conta uma história real é bem diferente. Ainda ando penando com roteiros e expandindo meus referênciais.

Como foram as experiências de direção dos clipes das bandas Vivendo do Ócio e Beeshop?

Cara, tudo começou na verdade com uma banda do Recife chamada Terceira Edição, esse foi de verdade o meu primeiro clipe sério, quando digo sério quero dizer de verdade, feito pra ser um clipe mesmo. Já tinha feito outras brincadeiras mas nada tão sério. Quando investi em máquinas que filmam além de foto foi justamente por causa do Vivendo do Ócio, assim que eles foram indicados pro VMB eu liguei os pontos, algo como, opa?…VMB? MTV? Vídeo? Tá na hora. Eu já era fotógrafo oficial deles ai pra filmar foi um pulo. Rolou bonito. E foi uma experiência marcante na minha vida, gosto muito do clipe que fizemos.
Sem dúvida o maior trabalho que fiz foi o do Beeshop, trabalhar com o Lucas foi bem bacana, ele é um cara muito inteligente e de um bom gosto bem visível. Ele já tinha muita coisa na cabeça o que eu fiz foi realizar o que ele já vinha pensando. No meio do caminho dei algumas idéias e fomos filmando. Foram noites cansativas, mas muito bem aproveitadas, duas ao todo. Bem, vocês podem ver um pouco do que foi a coisa no making of do clipe, que está no canal do Beeshop do youtube, o beeshopmusic.

Em relação a repercussão desses trabalhos, como está sendo?

A melhor possível, realmente quando cheguei em São Paulo lá em setembro de 2004 não imaginava que a minha vida fosse dar uma guinada dessas, não que eu esteja rico ou algo do tipo, mas eu nunca imaginei que fosse trabalhar com isso e nunca nem imaginei ter trabalhos meus passando na MTV e pior ainda entre os TOP 10 como está sendo com o Beeshop. Queria muito que o clipe do Vivendo do Ócio tivesse o mesmo peso, mas a galerinha mais nova hoje ta ligada em outros tipos de música mas tudo bem, contanto que eu esteja nos TOP ta bem né?(rs).
Mas é isso, eu estou feliz com o meu trabalho, sem pensar em nada mais, não penso em repercussão de nada, o que me dá tesão é o elogio das pessoas, pessoas que curtiram algo que eu fiz, que vem até mim pra dizer que viu algo que fiz e que achou bacana, é isso que me realiza, o resto é consequência.
Posso dizer que o lance é nunca desistir das coisas, mesmo que tenha 20, 30 ou 40 anos se você ainda não encontrou o que te realiza e o que você faz bem sem se esforçar (imagina quando se esforça) é porque achou o seu DOM e o que você nasceu pra fazer. Eu ainda estou me encontrando mas acho que dessa vez foi.

Quais são os teus próximos projetos?

Vou estrear por agora meu novo site ( Nota do Editor o site  www.rafaelkent.com já está no ar ), feito pelos meus amigos da AP303 que é um escritório de design louco lá de Salvador e tem umas coisas rolando ai mas que não posso falar agora, em breve a galera vai conhecer. Mas estou feliz que esteja rolando mais e mais trabalhos, o lance é não parar nunca.

Edição Especial: Paris Rock

Uma das bandas mais interessantes do atual cenário do rock paraense é a Paris Rock. Com uma sonoridade ímpar, os músicos demonstram ter um grande excesso de sentimentos. Além de tudo isso, a banda faz parte do Coletivo Megafônica ( www.megafonica.blogspot.com ) representante com muita personalidade e competência do Circuito Fora do Eixo. Tire suas próprias conclusões, nessa entrevista com o guitarrista Yuri Malcher. A banda PARIS ROCK foi formada em meados de maio de 2007 pelos primos Yuri (guitarra), Neto (guitarra), Mauricio Maumau (Voz) e os amigos Renan Vaca (baixo) e Netto 2T (bateria). .

http://www.myspace.com/bandaparisrock

Qual foram as primeiras experiências de cada músico da banda no mundo da música?

O Neto 1T começou a tocar com uma banda antes, A Macassus, ele já vinha tocando com eles há um tempo, me lembro que montamos a banda e logo depois ele saiu por conta do fim da mesma, O Netto 2T tocava apenas com alguns amigos na banda Degrau Zero que ele tinha formada com uns amigos, só que eles só tocavam cover e também a banda foi se desmanchando antes da gente começar a fazer nosso próprio som. Eu e o Vaca chegamos a fazer algumas brincadeira com alguns amigos mais sem muito sucesso, até que resolvemos montar a nossa banda. O Maumau vinha cantando pelos bares da vida, mas sem nada mais sério. E pra sorte de todos nos reunimos e formamos a Paris.

Como surgiu a banda Paris Rock? E por que esse nome?

A banda surgiu por muita insistência minha e do Vaca em ter uma banda. Estudamos juntos durante alguns anos e morávamos perto, resolvi chamar os meus primos (Neto 1t e o Maumau) para fazer parte da banda que até então foi batizada de THE ORÉGANOS, me lembro que no início eles ficaram cabreiros com a proposta mais logo depois começaram a aceitar, e por ultimo o 2T entrou na banda, o antigo batera tava dando uns furos com a gente e do nada ele acabou entrando e ficando até hoje.

A banda faz parte do Coletivo Megafônica, que faz parte do Circuito Fora do Eixo. Quais foram os principais benefícios de participar desse coletivo?

Sim fazemos parte, tivemos vários benefícios, acredito que o principal é fazer com que a música do estado apareça, isso deixa a gente muito feliz, temos uma responsabilidade muito grande em ser exemplo pra galera que tá entrando agora. Agora o melhor é poder trocar idéias com pessoas de todos os cantos do Brasil, seja em Festivais ou através das reuniões pela Internet, temos uma impressão de que o Brasil diminuiu com todas essas formas de contato.

Qual é a opinião de vocês sobre a cena da música independente do Pará e do Brasil?

A cena em Independente de Belém e de todo o Estado está indo muito bem, o que falta é ter divulgação, a vitrine é muito disputada o que acaba deixando algumas bandas de qualidade foda de fora, mas se cada uma fizer sua parte teremos um grande potencial de exportação de bandas. Belém ainda vai ter o ”Boom”’ e achamos que está bem perto, muita gente tentando fazer a cena andar, muita coisa acontecendo e Belém, muitos estilos diferentes. Acredito que a grande forma de fazer a cena ficar melhor é unir, união faz a força. Agora já a cena Brasileira tá em um novo momento, tá tudo tomando novos rumos, a forma de trabalho tá mudando, as pessoas estão se renovando, o Brasil é grande e temos um grande aliado para fazer o som chegar em vários lugares o FDE, nesse novo momento é a melhor arma que temos.

Qual é a opinião de vocês sobre a cena da música independente do Pará e do Brasil?

A cena em Independente de Belém e de todo o Estado tá tá indo muito bem, o que falta é ter divulgação, a vitrine é muito disputada o que acaba deixando algumas bandas de qualidade foda de fora, mas se cada uma fizer sua parte teremos um grande potencial de exportação de bandas. Belém ainda vai ter o ”Boom”’ e achamos que está bem perto, muita gente tentando fazer a cena andar, muita coisa acontecendo e Belém, muitos estilos diferentes. Acredito que a grande forma de fazer a cena ficar melhor é unir, união faz a força. Agora já a cena Brasileira tá em um novo momento, tá tudo tomando novos rumos, a forma de trabalho tá mudando, as pessoas estão se renovando, o Brasil é grande e temos um grande aliado para fazer o som chegar em vários lugares o FDE, nesse novo momento é a melhor arma que temos.

Quais são os próximos passos da banda?

Estamos indo para o Festival Quebramar semana que vem em Macapá, o 1º passo vai ser dado lá, pretendemos fazer uma quantidade boa de festivais esse ano, e se tudo der certo vamos rodar mais do que a gente imagina. Estamos apostando muito nesse ano, deve acontecer muita coisa bacana. E pra quem ainda não ouviu entre no nosso myspace e ouça as músicas o cd pode ser baixado de graça também.
E viva o rock paraense.

NOTÍCIA URGENTE: ADIAMENTO DA NOITE SOM DO NORTE

Informamos que foi cancelada a Noite Som do Norte, programada para acontecer em Belém neste sábado, 3 de julho, no Boteco São Matheus.

Infelizmente, após haver confirmado o evento na semana passada, a direção da casa não retornou mais os contatos do Coletivo Megafônica, não nos sendo possível portanto garantir a qualidade do som da casa (que tem apresentado problemas recentemente, inclusive  no pocket show de Aíla, em 21 de maio) e nem mesmo sua abertura neste sábado..

A festa irá acontecer em julho, em nova data e local a serem informados oportunamente, a fim de que possamos comemorar com o público de Belém os 11 meses do blog Som do Norte.

Pedimos desculpas pelos eventuais transtornos decorrentes desse cancelamento feito com tão pouca antecedência em relação ao horário do evento, e que se deveu a fatores completamente alheios à nossa vontade.

Fabio Gomes

www.somdonorte.com.br