ELETROLA: Se Rasgum Clássica (Pós Festival)

Se Rasgum Clássica com Eletrola

Show do Eletrola e DJs Se Rasgum no dia 27 de novembro para mais uma Se Rasgum Clássica, a primeira festa pós-festival Que bonança nenhuma! Depois da tempestade vem mais rock. Dia 27 de novembro, no Café com Arte, a festa Se Rasgum Clássica volta para uma noite de diversão garantida com os DJs Se Rasgum e a leveza nas costas depois da maratona do 4° Festival Se Rasgum. E para coroar a noite com um momento mágico do Festival, a galeria terá o show lendário da banda Eletrola, que há seis anos fez sua primeira apresentação em Belém no mesmo local, O Café com Arte. O Eletrola volta em sua formação original (Elieze, Natanael, Camillo e Andréia) para a galeria do Café com Arte onde, junto a Dançum Se Rasgum Produciones, fez alguns dos shows mais memoráveis de sua meteórica carreira.

Sucessos do underground como “Não pode chover”, “Madrugada”, “Quem” e “Revel” terão seu momento exclusivo neste que será o único revival da banda após o 4° Festival Se Rasgum. Os DJs da Se Rasgum Salsix, Damasound Sistema, G Bandini e Dudu também voltam ao Café com Arte para uma noite de rock, indie, punk, garage, post-punk e clássicos dos anos 70, 80 e 90. Mais uma festa para rever os amigos, comemorar mais um ano e beber até fazer besteira. E no Porão, Salsix e Bina Jares na rasgação que vai desde o pop picareta ao kuduro constrangedor.

SERVIÇO

Se Rasgum Clássica Pós-Festival Dia 27 de novembro, sexta-feira, a partir das 22h, no Café com Arte. Ingressos a 10 dinheiros – até meia-noite.

Foto por Renato Reis

Não Pode Chover a Noite Toda – vídeo feito por Helaine

A EUTERPIA: COMUNICADO IMPORTANTE

Gostaria de comunicar a todos, que após 11 anos de trabalho, A Euterpia decidiu, nesse momento, encerrar suas atividades. Foram longas estradas, regadas de muito amor, emoção, carinho e dedicação. Agora precisamos desse momento para dedicar a novos projetos individuais.
A amizade e a família que foi construída nesse longo período continuará sempre existindo, assim como nossa gratidão por todas as pessoas que fizeram parte de nossa história desde o princípio… Não podemos esquecer também de todos que curtem nosso som, aqueles que já cantaram e se divertiram em nossos shows, nos fazendo sentir emoções profundas e inesquecíveis ou aqueles que apenas escutam nossa música em suas casas; aqueles que torceram pelas nossas vitórias sempre! Vocês não sabem o quanto nos fizeram felizes!!!
Nosso amor aos familiares que sempre apoiaram! Nosso amor a Belém, nossa querida cidade, que nos deu todas as sementes para nossa criatividade florescer.
Se é para sempre? Não sei, não há regras para isso.
O importante é que vocês saibam que tudo o que vivemos com vocês, foi inesquecível, e eu só posso encerrar essa carta com um MUITO OBRIGADA, COM TODO AMOR QUE TENHO EM MEU CORAÇÃO!!!

Marisa Brito

Entrevista Especial: Macaco Bong

A banda cuiabana Macaco Bong é um das mais importantes da música independente nacional. Com o rock instrumental psicodélico, Ney Hugo (baixista), Bruno Kayapy (guitarra) e Ynaiã Benthroldo (bateria) são os protagonistas de uma verdadeira catarse. Conheça mais sobre a banda nessa entrevista exclusiva com o baixista Ney Hygo.


A banda Macaco já teve o prazer de se apresentar em Belém. O que vocês acharam do público paraense?

Achamos ótimo. Nós viemos em 2007 no Festival Se Rasgum. Era a segunda edição e ali mesmo já pudemos perceber como o público paraense é aberto a novas sonoridades e sabe compor o show junto com o artista que está no palco. Voltamos agora, passados esses dois anos, e acompanhamos de longe a repercussão desse público, seja em eventos no Ná, nas festas da Bel Rock, nas ações do Coletivo Megafônica, no próprio Se Rasgum, enfim. Estamos loucos pra encontrar essa galera novamente. Vai ser massa!!

O que vocês poderiam destacar do rock independente aqui no Pará?

Bom, algumas das iniciativas que citamos na resposta anterior como o Festival Se Rasgum, Bel Rock, Casarão, e principalmente, nesse momento, o Coletivo Megafônica, que se constituiu como Ponto Fora do Eixo no Pará. Pela primeira vez o estado conta com um link tão forte com o Circuito Fora do Eixo, uma vez que o Ponto FE é quem tem a responsabilidade de articular a cena local com o Circuito. E nos seus poucos meses de efetivação como Coletivo, o Megafônica tem mostrado um trabalho muito interessante. Não é à toa que estamos aqui pela segunda vez, depois desses dois anos, através de uma ação desse coletivo. Bandas, podemos citar trocentas mil, várias delas inclusive já tocaram em Cuiabá nos festivais Calango ou Grito Rock, ambos organizados pelo Espaço Cubo, o coletivo do qual fazemos parte. Vamo lá.. Madame Saatan, La Pupuña, A Euterpia, Johnny Rockstar, Turbo, o ícone e lenda viva Mestre Laurentino, e bandas que conhecemos recentemente que vem fazendo trampo de qualidade: Sincera, Vinil Laranja, Floresta Sonora, Jungle Band, Juca Culatra, entre outras.

Quais são os próximos projetos da banda Macaco Bong?

Um dos dos nossos próximos projetos está diretamente ligado com Belém. Estamos filmando um clipe com a Priscilla Brasil, que por sinal faz um trabalho de altíssimo nível. Já estamos na cidade, fizemos reuniões de Brain Storm do clipe e começaremos a filmar no domingo. Vai ser uma linguagem diferente do que já fizemos em vídeo. E vamos filmar no Palacete Bolonha. Estamos muito empolgados pra começar a fazer logo, rs. E desde já ansiosos pelo resultado final, pois conhecemos o trabalho da Pris, e sabemos que é foda! Outro projeto é o segundo disco, que ainda não tem data pra ser lançado nem gravado, mas que estamos em pleno processo de composição e pré-produção. Estamos passando menos tempo em Cuiabá, e essas novas composições devem vir com vários climas e diferentes umidades. o Artista Igual Pedreiro é bem quente e seco, a cara de Hell City.

O que vocês poderiam destacar da música independente em Cuiabá?

Devido ao intenso trabalho que o Espaço Cubo desenvolve por lá desde 2001, a cena passou por um processo de desenvolvimento muito interessante. Hoje são várias as bandas cuiabanas que têm conseguido obter destaque e fazer shows em outras localidades do país. O bacana é que essas bandas – e também as bandas novas que surgem – já entendem de cara a necessidade da auto gestão do próprio trabalho. Muito desse aspecto é devido ao Cubo Card, moeda complementar desenvolvida pelo Espaço Cubo e que ajudou a viabilizar o trabalho de várias bandas. A banda que surge hoje em Cuiabá já nasce pensando em como articular os próprios shows, entra em contato com produtores de outros estados, fazem amplo trabalho de divulgação, algumas fazem promoções com seus produtos, etc. Isso sem contar a variedade de estilos. Podemos citar várias: Rhox (Rapcore), Inimitáveis (Jovem Guarda), Snorks (Hardcore), Venial (metal), entre outras. Isso fora as iniciativas em outros nichos musicais, e que estão sendo reconhecidos nacionalmente pela originalidade do trabalho, trazendo renovação à música brasileira. Podemos citar nesse caso os exemplos de Ebinho Cardoso, Linha Dura e Paulo Monarco. Existem iniciativas como a Volume – Voluntários da Música, que há anos realiza a Semus – Semana da Música, em parceria com o Espaço Cubo visando o desenvolvimento técnico e de visão de mercado dos músicos. Há também o Sindicatto Extremo Oeste, que trabalha só com bandas de som pesado.


A banda é conhecida por ser batalhadora, em todas as situações. O que vocês poderiam destacar do que está acontecendo na Cultura Independente no Brasil? E o que está faltando para que as bandas, músicos, produtores, jornalistas envolvidos no movimento independente comecem a ter mais destaques na mídia nacional?

A cultura no Brasil vive um momento ímpar e temos a plena convicção de que estamos fazendo parte de um momento histórico muito siginificativo no país. Nunca o cenário cultural esteve tão organizado e tão autônomo. O trabalho associativo e em rede tem pautado as discussões e avanços por todos os cantos. Podemos destacar aqui os Pontos Fora do Eixo, as redes de música (RECEM, Rede Rio Música, entre várias outras), a relação cada vez mais próxima com o poder público e a iniciativa privada cada vez mais seduzida, bandas excelentes surgindo a todo momento por tudo quanto é lugar do país, festivais com dezenas de milhares de pessoas prestigiando bandas locais e de outros estados, enfim… O que falta pra determinado indivíduo atingir maior destaque na mídia nacional é trabalho. Passados alguns anos já dessa movimentação, hoje não é difícil conseguir cavar pauta em veículos de grande porte. É claro que eles não são nem nunca foram nosso objetivo principal. Temos nossas próprias ferramentas de divulgação e comunicação que independem da mídia de massa. Porém, o espaço conquistado pelo mercado independente (que hoje já é chamado de “mercado da música”, de maneira geral, devido o espaço que ocupou) abriu portas em veículos como Multishow, MTV, Tv Cultura, Rolling Stone. Eles estão abertos e de olho em nós. Quem trabalhar, produzir e apresentar resultados certamente saltará aos olhos da mídia de destaque.

Entrevista Especial: Gastão Moreira

Gastão Moreira foi um dos primeiros VJs da MTV Brasil, apresentou os programas Fúria Metal e Gástotal. Além disso, foi guitarrista da banda Hip Monsters e baixista da Kratera (Florianópolis). Ele também dirigiu o documentário sobre a História do Punk Rock Nacional, “Botinada”. Gastão é um dos jornalistas mais importantes do Rock Brasileiro, e concedeu uma entrevista exclusiva para o Rock Pará.

Como você analisa a atual cena da música independente do País? E o que você poderia destacar?

Apesar dos festivais estarem melhores e mais divulgados, passamos por um momento de anemia criativa. A cena está tão desinteressante que o emo veio e dominou o mercado.


Quais são os teus projetos atuais?

Depois de 6 anos em floripa, estou voltando para São Paulo em dezembro e quero fazer rádio ou tv.

O que você poderia destacar em relação ao rock paraense?

Estive em belém em 94 para fazer um programa, e na época o metal estava em evidência. Mas te confesso que não conheço muitas bandas do pará. Se quiser, pode me mandar algumas sugestões.

Quais são os teus próximos projetos em relação à música?

De volta para sp vou me embrenhar nos subterrâneos para ver o que acontece. e vou arriscar algo na rádio ou tv a cabo. Música é minha paixão e quero trabalhar com isso até o fim.

Se Rasgum – Balanço Geral – Atitude Rock'n'Roll

Por Renato Reis – Foto

O que vai realmente marcou a quarta edição do festival Se Rasgum, pode ser resumido em apenas uma palavra….Atitude. Foram vários dias de workshops, palestras e muita música de qualidade, dos mais variados pontos do País e do mundo.

Quem pôde aproveitar e vivenciar todos os dias, está sentindo um preenchimento n’alma, que ficará marcado durante ainda um bom tempo. Muita informação passada, muita troca de experiências, muita consciência ambiental; e sobretudo, muita PAZ. Não houve sequer um registro de alguma confusão.

Algumas imagens ficarão na minha memória, como os workshops de André Abujamra, e do Marcos Franchi. O debate sobre a circulação das bandas pelo Brasil. Mas falando de som, o inesquecível show da Nação Zumbi, o público emocionado com a apresentação de uma das bandas mais importantes do Pará, e porque não da cena independente brasileira, a Eletrola, todo mundo cantando “Coração Metal” com o Stress, o suíngue do grande Marku Ribas, o coro uníssomo de “Alcalina” com o Johny Rock Star (contando com a formação clássica, contando com o talentoso baterista Ivan Vanzar – Madame Saatan) o alucinante show dos Delinquentes, a vibe (essa foi pra você Laís) do Digital Dubs.

Isso tudo o que foi mencionado ainda é muito pouco para descrever o que aconteceu nesses dias. As interações entre os coletivos que fazem parte do Circuito Fora do Eixo.

Essas palavras não representam nada, se fôssemos capazes de descrever com toda a exatidão os nossos sentimentos. Não posso esquecer de citar o meu reencontro com o meu amigo Bernardo (BNegão) e com uma das almas mais lindas do mundo, quando se fala em beleza espiritual (Laís Eiras). Um grande abraço aos amigos de Porto Velho.

Mas fica aqui um efusivo agradecimento a toda produção do Festival. E Vida Longa ao Festival Se Rasgum.

Domingão de Rock no Se Rasgum

Domingo – 15/Nov
18h30 – Clube de Vanguarda Celestial (PA) – www.myspace.com/clubedevanguardacelestial
19h – Godzilla (AP) – www.myspace.com/bandagodzilla
19h30 – Sincera (PA) – www.myspace.com/sincerarock
20h – Inverso Falante (PA) – www.myspace.com/inversofalante
20h30 – Retrofoguetes (BA) – www.myspace.com/retrofoguetes
21h – AMP (PE) – www.myspace.com/amprockrecife
21h30 – Hablan Por La Espalda (Uruguai) – www.myspace.com/hple
22h – Delinquentes (PA) – www.myspace.com/delinquenteshc
22h30 – Matanza (RJ) – www.myspace.com/matanzacountrycore?
23h15 – Stress (PA) – www.myspace.com/stressbrasil
23h45 – Velhas Virgens (SP) – www.velhasvirgens.com.br

Programação dehoje do Festival Se Rasgum

Sábado – 14/Nov
20h – Aeroplano (PA) – www.myspace.com/aeroplanobr
20h30 – Dharma Burns (PA) – www.myspace.com/dharmaburns
21h – Radiotape (MG) – www.myspace.com/radiotape
21h30 – Johny Rockstar (PA) – www.myspace.com/johnyrockstar
22h – Milocovik (SP) – www.myspace.com/milocovik
22h30 – Marku Ribas (MG) – www.myspace.com/markuribas
23h – Pinduca (PA) – www.pinducacarimbo.com.br
23h30 – Digital Dubs + BNegão e Ras Bernardo (RJ) – www.digitaldubs.com.br
0h15 – Comunidade Nin-Jitsu (RS) – www.myspace.com/comunidadeninjitsu
1h – Música Magneta (PA/PE)
1h30 – Pato Fu (MG) – www.patofu.com.br

Programa Megafônico – 002




Programa Megafônico – 002

Direção: Sidney Filho

Produção de áudio: Léo Chermont

Produção: Bahrbara Andrade e Adele Pickerell

Co-produção: Clarysse Dias e Manuel Cardoso

Apresentação/locução: Lais Andrade e Léo Chermont

(O Programa Megafônico é uma produção do Coletivo Megafônico e Circuito Fora do Eixo, com apoio do Casarão Cultural Floresta Sonora)

Se Rasgum – Começa Hoje a 1ª Semana de Profissionalização da Música Paraense

texto: Assessoria de Imprensa do Festival Se Rasgum
Profissionalizar é preciso
De 11 a 15 de novembro, Belém recebe nomes de peso para workshops, mesas de debate e palestras da 1ª Semana de Profissionalização da Música Paraense

Formar uma banda hoje em dia vai muito além de comprar um instrumento, chamar uns amigos, arrumar uma garagem para ensaiar e fazer uma gravação tosca para distribuir nos shows. Se os artistas quiserem ir longe, precisam conhecer os mecanismos do mercado, cuidar do gerenciamento da carreira, aprimorar o trabalho em estúdio e saber se divulgar bem na imprensa, entre outros pré-requisitos.Pensando nisso, a Associação Cultural Amazônia Independente (ACAI), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-Pará), decidiu promover uma programação paralela ao 4º Festival Se Rasgum: a 1ª Semana de Profissionalização da Música Paraense.
De 11 a 15 de novembro, serão realizados workshops destinados a músicos, produtores culturais, técnicos, jornalistas e estudantes, além de mesas de debates e palestras para o público em geral.
As inscrições devem ser feitas até as 12h de quarta-feira (11) pelo site www.serasgum.com.br ou através do email semana@serasgum.com.br, com breve currículo em anexo, contato (telefone ou email) e nome do workshop de que deseja participar. À exceção do workshop de “Gravação de shows ao vivo”, que requer ingresso para a noite de sábado do 4º Festival Se Rasgum, toda a programação é gratuita.
O projeto é incentivado pela Lei Semear, com apoio do Governo do Estado do Pará, e integra o Conexão Vivo, iniciativa da Vivo voltada ao desenvolvimento do setor musical brasileiro.
Renome – A programação conta com a participação de alguns dos músicos e profissionais que participarão do 4º Festival Se Rasgum, que acontece nos dias 13, 14 e 15 de novembro no African Bar, em Belém. Para trocar experiências com o público paraense, foram chamados grandes nomes da música nacional. Entre eles, estão o músico André Abujamra (ex-Karnak e atual líder do Gork), o produtor musical Gustavo Dreher (responsável por discos de artistas como Móveis Coloniais de Acaju e Moreno Veloso), o jornalista Alex Antunes (revista Rolling Stone) e Luizinho Clemente (engenheiro de som da banda Pato Fu e que tem no currículo trabalhos com Maria Rita, Padre Marcelo Rossi e Zizi Possi).

Entre os temas dos workshops estão a “Preparação de artistas para a exportação”, “Jingle publicitário”, “Trilha sonora para cinema” e “Técnica de sonorização ao vivo”. Uma das oficinas terá uma parte prática bem associada à programação do Festival. Quem participar do workshop de “Gravação e mixagem de shows ao vivo” vai poder colocar a mão na massa durante o show da banda Dharma Burns.As mesas redondas vão reunir não apenas pessoas ligadas à produção cultural e musical, como também representantes de empresas que investem em cultura e do poder público. Em debate, direitos autorais, o mercado de música, a circulação de bandas e iniciativas de marketing ambiental.“Com a Semana, a nossa ideia é expandir as fronteiras do Festival. Em vez de apenas promover os shows, queremos lançar discussões que sejam produtivas para o fortalecimento da cena e para a qualificação de músicos, produtores e técnicos”, explica Marcel Arede, um dos produtores do 4º Festival Se Rasgum.
Conexão Vivo – Dezenas de projetos musicais de todo o país fazem parte do Programa Conexão Vivo, que reúne shows, festivais independentes, gravação de CDs e DVDs, produção de videoclipes, programas de rádio, oficinas e seminários que compõem uma rede nacional e permanente de atividades culturais envolvendo artistas, gestores e produtores culturais, iniciativas públicas e privadas.
O Conexão Vivo realiza ao longo do ano um circuito próprio de eventos onde toda essa diversidade de ações acontece conjuntamente. Além disso, o programa também está presente em muitas das mais importantes iniciativas da cena musical brasileira, seja com o patrocínio de projetos ou parcerias artísticas em eventos de destaque no calendário nacional, como acontece agora com o Festival Se Rasgum e outros festivais independentes, como Jambolada, Arte na Praça, Primeiro Campeonato de Surf Music e 53 HC (Minas Gerais), Omelete Marginal (Espírito Santo) e Coquetel Molotov (Pernambuco).
A construção e articulação de redes culturais nacionais, em diferentes segmentos artísticos, é o foco da Política Cultura da Vivo, que tem no Conexão Vivo uma de suas principais iniciativas. Detalhes sobre as outras linhas de atuação e sobre as formas de participação nos Programas Culturais Vivo estão disponíveis no www.vivo.com.br/cultura. E para saber mais sobre o Conexão Vivo, acesse o portal www.conexaovivo.com.br.
Serviço – Todas as atividades da 1ª Semana de Profissionalização da Música Paraense serão realizadas na sede do Sebrae-Pará em Belém (Rua Municipalidade, 1461), à exceção do workshop de gravação e mixagem de shows ao vivo. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até as 12h de quarta-feira (11), no site da Se Rasgum (www.serasgum.com.br) ou pelo e-mail semana@serasgum.com.br, mediante análise de currículo. É preciso enviar currículo, contato (telefone ou email) para retorno imediato e informar o nome da atividade desejada. Mais informações pelos telefones 3081-6621 e 8239 2476.
1ª Semana de Profissionalização da Música Paraen
seDe 11 a 15 de novembro na sede do Sebrae-Pará em BelémRua Municipalidade, nº 1461
PROGRAMAÇÃO

Quarta-feira – 11/11

17h-18h: Credenciamento

18h–20h: Debate de abertura – Iniciativa de investir em cultura
Local: Auditório Sebrae-Pará
Mediador: Marcelo Magalhães (consultor de empresas e diretor da Interpreta)
Participantes: Ibrahim Dahás (Cerpa), Celso Eluan (Sol Informática), Fábio Guerreiro (Vivo), Valentim Figueira (Banco da Amazônia), Vânia Nogueira (Lei Semear) e João de Deus (Sebrae).
20h: Coquetel de abertura da 1ª Semana de Profissionalização da Música Paraense
Quinta-feira – 12/11

9h-12h: Workshop – Os arranjos produtivos locais, as tecnologias sociais e a sustentabilidade dos empreendimentos culturais
Local: Sala 0320 vagas
Ministrante: Marcus Franchi – Cientista social, atua na coordenação técnica e na articulação institucional do Arranjo Produtivo Local (APL) da cadeia produtiva do hip hop na cidade satélite de Ceilândia, e como consultor técnico do Circuito Fora do Eixo. Trabalhou de 2002 a 2008 no Governo Federal, inclusive como coordenador da Secretaria de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura.
14h-15h30: Palestra – Jingle publicitário
Local: Auditório Sebrae-Pará
Palestrante: Sérgio Villaça – Baixista das bandas Los Pirata, Gork e do compositor Pélico, Sérgio (mais conhecido por Jesus Sanchez) é um dos donos da empresa Sound Design, que produz trilhas e jingles publicitários em São Paulo. O portfólio da empresa inclui clientes como Portal Terra, Ford, Lacta, Banco do Brasil e Renault.
15h30-17h – Palestra: Programa Pará Pró Música
Local: Auditório Sebrae-Pará
Palestrante: João de Deus – Gerente da Unidade de Comércio e Serviços do Sebrae-Pará
17h-18h – Debate: Marketing ambiental em iniciativas culturais
Local: Auditório Sebrae-Pará
Mediadora: Kátia Correia (jornalista)
Debatedores: José Carlos Lima (secretário municipal de Meio Ambiente), Álvaro do Espírito Santo (Belemtur), Patrícia Gonçalves (ONG No Olhar) e Yuri Nahon (Sustentabilidade em Eventos)
18h – 20h – Debate: Direitos autorais, Creative Commons e mercado fonográfico
Local: Auditório Sebrae-Pará
Mediador: Ismael Machado (jornalista)
Participantes: Vladimir Cunha e Gustavo Godinho (diretores do documentário “Brega S/A”), Alex Antunes, André Abujamra e Edvaldo Azul (blog
musicaparaense.org)
Sexta-feira – 13/11

9h-12h – Workshop: Áudio básico, alinhamento de PA e monitor – Atendimento e organização
Local: Sala 0320 vagas
Ministrante: João Libarino (SP)
Renomado engenheiro de som, trabalhou com nomes como Chico Buarque, Tim Maia, Titãs, João Bosco, Nana Caymmi, MPB4, Pato Fu, Fernanda Takai e Carrapicho.
9h-12h: Workshop – Trilha sonora para cinema
Local: Sala 0520 vagas
Ministrante: André Abujamra – Músico, compositor e produtor. Compôs a trilha sonora de filmes como “Querô”, “Os 12 trabalhos”, “De passagem”, “O caminho das nuvens”, “Carandiru”, “As três Marias”, Domésticas” e “Ação entre amigos”. Os principais projetos musicais de Abujamra foram as bandas Karnak e Os Mulheres Negras. Atualmente, ele se apresenta com seu trabalho solo e ao lado de sua nova banda, Gork.
14h-18h – Workshop: Produção Musical Contemporânea: do tradicional ao eletrônico
Local: Casarão Cultural Floresta Sonora. Av. 13 de Maio, 363, entre Frutuoso Guimarães e Campos Sales.15 vagas
Ministrante: Flávio Moreira Santos (“Flu”)
Flávio Moreira Santos ficou conhecido no universo musical pelo apelido Flu. Nos anos 80, fez parte da polêmica e lendária banda De Falla, ao lado de Edu K. Nos anos 90, saiu em carreira solo e se tornou um respeitado produtor musical. Em 1999, lançou o disco “E a alegria continua…”, composto, gravado, arranjado e produzido de forma caseira.
14h-15h30: Palestra – Jornalismo cultural
Local: Auditório Sebrae-Pará
Palestrante: Alex Antunes
Jornalista, escritor e produtor. Alex Antunes fundou a revista Set, foi editor da Bizz e passou pelos mais importantes cadernos de cultura do país. Escreveu o romance “Estratégia de Lilith”, que acaba de ser adaptado para o cinema com o nome “Augustas”, do diretor Francisco Cesar Filho. Idealizador de festivais musicais como Com: Tradição, reunindo nomes de vanguarda como Jards Macalé, Arnaldo Baptista e Maria Alcina e nomes da nova geração, como Wado e Karine Alexandrino. Como músico, Alex fez parte das bandas Akira S & As Garotas que Erraram e Shiva Las Vegas.
15h30-17h – Palestra: Projeto Exportação Música Brasil
Local: Auditório Sebrae-Pará
Ministrante: David Mcloughlin
Representante da Brasil Música & Artes (BM&A), instituição que tem a finalidade de promover a música brasileira no exterior por meio da realização de feiras internacionais. Além disso, procura tratar a música não apenas como arte, e sim como um negócio e um lucrativo produto de exportação.
17h-18h – Debate: Circulação de bandas – A música em conexão pelo Brasil
Local: Auditório Sebrae-Pará
Mediador: Alex Antunes (jornalista/Rolling Stone)
Participantes: André Coruja (músico), Tathy Nunes (Coquetel Molotov), Pablo Capilé (vice-presidente da Abrafin e organizador dos festivais Calango e Grito Rock), Vinícius Lemos (Festival Casarão – RO), Ivan Ferraro (Feira da Música de Fortaleza) e Marcus Franchi (Circuito Fora do Eixo).
Sábado – 14/11

14h-18h – Workshop: Produção Musical Contemporânea: do tradicional ao eletrônico
Local: Casarão Cultural Floresta Sonora. Av. 13 de Maio, 363, entre Frutuoso Guimarães e Campos Sales.15 vagas
Ministrante: Flávio Moreira Santos (“Flu”)
19h – Workshop: Gravação de shows ao vivo
Local: African Bar – Praça Kennedy, 2 – Esquina com avenida Castilho França – Bairro Reduto10 vagas*Pré-requisito: Possuir ingresso para a noite de sábado (14) do 4º Festival Se Rasgum
Ministrante: Gustavo Dreher
É um dos nomes mais badalados da cena independente brasileira. Como compositor, participou de trilhas sonoras como a do filme “Bufo & Spallanzani”, ao lado de Dado Villa Lobos. Mas foi como produtor musical que ele se destacou, participando da gravação de CDs de artistas como Plebe Rude, Móveis Coloniais de Acaju e Moreno Veloso.
Domingo – 15/11

14h-16h – Workshop – Gravação de shows ao vivo
Local: Casarão Cultural Floresta Sonora. Av. 13 de Maio, 363, entre Frutuoso Guimarães e Campos Sales.
Encerramento do workshop com a mixagem e a masterização da gravação do show da banda Dharma Burns no estúdio Casarão Cultural Floresta Sonora.