Só o Rock Salva….ou a Cyber Cultura?

Sexta-feira à noite, sem vontade de sair de casa e sem qualquer tipo de opção interessante para assistir na TV. Quando entro na internet para navegar apenas em alguns sites, descubro que será transmitido um show ao vivo do Foo Fighters, pelo Facebook. Sem acreditar muito, fui verificar, e mais de duas mil pessoas do mundo inteiro já estavam alucinando e conversando num chat; na esperança de assistir a mais uma grande aprensetação de Dave Ghroll e companhia. E assim, mais uma página foi escrita na cultura do Rock, quando quase vinte mil pessoas, além de pirarem com o show, também espalharam a notícia pelo Twitter, sms; ou por onde fosse.

Tudo começou às sete horas da noite (meia noite no Brasil, Horário de Verão) num estúdio na Califórnia. A primeira do repertório foi “Pretender” e se alastrou entre os vários sucessos da banda. Mesmo não sendo a primeira vez, que se torna possível assistir a uma apresentação por uma rede social, a anterior foi o U2 (ao vivo pelo Youtube), várias questões surgem, entre elas: Será essa a forma do futuro de se assistir a um show? Em casa, com um belo pedaço de pizza e conversando com os amigos de várias partes do mundo? Sem tomar cotoveladas, ou discutir com bêbados, que na maioria das vezes, nem conhecem o trabalho da banda.
Um dos primeiros festivais realizados no segundo semestre desse ano, e que adotou essa forma de mostrar aos shows (ao vivo pela internet) foi a nova edição do Lollapalooza, direto do site do evento. Foi possível presenciar grandes shows, entre eles: Snoopy Dogg, Beastie Boys, Jane’s Addiction etc. Depois foi a vez, do Download Festival, quando ocorreu um dos momentos mais marcantes, Faith No More, voltando em grande estilo.

Além das versões gringas, nessa sexta-feira, também foi possível ouvir as apresentações de bandas independentes nacionais, durante o primeiro dia do festival Calango 2009, de Cuiabá, através do programa de web radio da Associação Brasileira de Festivais Independentes (Abrafin).

Será esse realmente o futuro: Ficar em casa, assistindo shows ao vivo, de várias partes do mundo, em alto e bom som? Eu ainda prefiro estar lá de perto. Mas essas formas correspondem a um novo capítulo, que ainda está sendo escrito.

Aggnes Franco – MULHER DE ATITUDE


Aggnes Franco é atriz e trabalha na produtora Base2 Produções (http://www.base2producoes.com.br/), que agencia shows de grandes bandas como Sepultura e Angra. Conheçam o trabalho dessa MULHER DE ATITUDE.

Você sempre esteve envolvida com as artes de alguma forma. Quais foram os melhores momentos na sua carreira?
Foi ter interpretado “Elineusa” em uma peça chamada “Isso é só o fim!” de um dos núcleos da Cia. GRITE de Teatro, em minha estreia como atriz. Foi um desafio imenso interpretar uma mendiga tão complexa quanto ela. Elaborei a personagem inspirada em “Estamira”. Era uma peça itinerante de modo que eu trabalhava muito próxima ao público, cerca de 50 centímetros me separavam das pessoas. Além disso, a peça toda tratava de questões extremamente relevantes. Ter estudado com o TAPA também foi incrível, e estrear o programa de TV “Ecoefeitos” sem ter tido experiência com TV também foi motivo de muito orgulho!
Você também tem uma ligação com o Rock e com o Metal. Como foi o pontapé inicial para essa aproximação?
É difícil responder isso. Sempre gostei de Rock e Metal. Mas profissionalmente tudo aconteceu porque eu cantava numa banda, e precisava fazer ela “acontecer”. Para isso eu precisava entender o “Music Business”. Por isso decidi que precisava trabalhar no mercado. Assim, meu amigo e então guitarrista da banda Michel Gambini me passou o e-mail de Gerard Weron, responsável na época pela Nuclear Blast na América Latina. Mandei um e-mail super informal falando do meu interesse em trabalhar na área e meu curriculum anexo. Menos de 1 mês depois eu era Assistente de marketing da NB. Foi maravilhoso trabalhar com ele, aprendi muito. Formávamos uma ótima equipe!! Se tornou um grande amigo e espero trabalhar novamente com ele.

O que você poderia destacar nesse mercado nacional?

Trabalho com muitas bandas, mas apenas na venda de shows e assistência empresarial. De qualquer modo, acho que o mercado precisa muito se renovar. Precisamos entender de uma vez por todas que a indústria fonográfica mudou, e que hoje o importante é ter shows. E existe uma grande diferença entre “shows” e “apresentações ao vivo”. Temos bons exemplos de artistas experientes ou ainda no início de carreira. Particularmente – e não é só por trabalhar com eles – acho que o Sepultura é de fato uma banda que merece destaque, não só pela capacidade em ficar no mercado por tantos anos, mas por sua capacidade em reciclar-se, inovar e se reinventar. Isso é arte. E isso acontece porque os membros da banda são artistas de verdade, não apenas instrumentistas ou interpretes. Isso é muito raro. O que acontece muito é que as pessoas acham que para ser artista basta dominar um instrumento, e está muito longe disso!! ser artista significar estar atento ao mundo, se importar e se emocionar com ele e conseguir expressar isso de alguma forma. Não é para muitos.
Quais bandas e artistas paraenses você conhece? E quando teremos a chance de ver um artista do casting de vocês se apresentando em Belém?
É terrível dizer isso mas exceto Fafá de Belém não me lembro de ninguém que eu saiba ser do Estado. Sobre as bandas agenciadas pela produtora, eu espero profundamente que vocês logo tenham notícias de shows. Estamos procurando produtores locais sérios interessados em nossos artistas para que possamos visitar o estado, já que os artistas gostam muito de se apresentar aí!
Quais são os próximos projetos?
Bom, para o ano que vem estamos preparando muitas supresas para as comemorações dos 25 anos do Sepultura. Posso contar algumas, como a reinauguração da loja do Fan-club na galeria do Rock, lançamento de cervejas e vinhos com o Label Sepultura, além de uma bermuda em parceria com uma das maiores marcas de surfwear do mundo.
Sobre minha carreira, acreditamos que o programa Ecoefeitos reestréie aqui em São Paulo e se tudo correr bem com apoio do Fundo Especial para o Meio Ambiente. O projeto está em trâmite e acreditamos que será aprovado.
Que análise você faz do mercado cultural independente no Brasil?
A mesma da maioria dos artistas: dificílimo! As leis de incentivo são complexas de mais, e os editais exigem um conhecimento técnico que pouquíssimos artistas tem. Normalmente é preciso procurar um especialista para montar os projetos nos moldes requeridos. Tem também o fato de essas leis privilegiarem pequenos grupos, ou pessoas com muito dinheiro, como o caso da maior produtora cultural do Brasil que possui mais de 50 projetos aprovados pela Ruanet, projetos esses muito questionáveis inclusive. Além disso, os brasileiros não são educados para ter cultura como prioridade. Em uma recente pesquisa, cultura aparece no final da lista de prioridades, depois do décimo lugar e isso é muito ruim porque mostra a razão pela qual as pessoas tendem a procurar o trabalho de pessoas já reconhecidas. Isso significa que você precisa ter um grande investidor, aparecer no Faustão ou ter muito contato para não morrer de fome ou abandonar sua arte para ficar em um escritório que possa pagar suas contas. É triste, mas é a realidade brasileira. Além disso, tem muito pseudo-artista na cena, e normalmente são os que aparecem. Veja o caso de grupos como Pedra Branca, Mawaca… são excelentes, mas não estã
o na mídia. Não basta ser bom, tem que ter sorte e dinheiro.

Conheça o Mundo Rock de Calcinha

Gisele Santos – Puro Rock’n’Roll

O portal Mundo Rock de Calcinha (http://www.mundorockdecalcinha.com/) é um dos mais importantes. O internauta não encontra apenas assuntos relacionados ao assunto proposto; mas sobre tudo o que relaciona ao universo do rock. Para falar sobre tudo isso, leia a entrevista com Gisele Santos, jornalista, radialista, apresentadora e idealizadora do programa.

Conte a história do Mundo Rock de Calcinha?

Durante nove anos eu mantinha o portal MundoRock.net e muita gente falava “você é mulher, criou um portal, devia fazer algo pra fortalecer o cenário rock feminino”. Aí o tempo foi passando e em 2007 resolvi começar a gravar o programa Mundo Rock de Calcinha que fez sucesso muito rápido, faturou três prêmios já. Aos poucos comecei a ter mais contato com a mulherada do rock e resolvi criar o portal dedicado ao rock feminino, com as resenhas de shows e cds, notícias, entrevistas, o programa (podcast), galeria de fotos, etc. E que fique bem claro que o Mundo Rock de Calcinha é jornalismo especializado em rock feminino. Não é site feminista, nada contra o movimento, mas é editoria cultura/música/variedades dentro da área jornalismo. E não é preconceito contra meninos (risos), pois temos a seção “De olho nos cuecas” também.

Quais foram os melhores momentos do programa?

É impossível citar um ou outro, pois sempre que vai banda ao vivo é uma super festa inesquecível!! Eu adoro quando aparecem convidados no estúdio!! Fica mais divertido, além das bandas tocarem ao vivo, fica parecendo pocket show (heheheheh). Tanto que muitos ouvintes adoram ir até as gravações quando tem bandas também. Todo mundo combina de levar um prato de doce ou salgado, refrigerante ou cerveja, aí quando acaba a gravação ficamos conversando, fiz muitas amizades lindas por causa do Mundo Rock de Calcinha. O nosso estúdio é aqui em São Paulo, mas muita banda que vem de fora acaba avisando e se as agendas combinam, marcamos a participação também.

O que você conhece do rock paraense?

Conheço Madame Saatan, Santo Graal, Amplificador de brinquedo. Tem a Norman Bates que ouvi em algum podcast acho, mas só tem meninos nessa banda, aí não rolou no meu programa (heheheh).

Quais são os próximos projetos?

Provavelmente no próximo ano o designer do site vai mudar, vai ficar mais bonitão. E estou estudando algumas propostas do programa ser ao vivo, em web rádio, mas se acontecer isso tudo será arquivado pra quem perder alguma edição poder ouvir em podcast (da maneira que é hoje). Rádio ao vivo eu adoro fazer, a galera participa na hora, ainda mais com Twitter, MSN, nossa vai pegar fogo se rolar ao vivo mesmo!

Hellsakura – Ao vivo no Mundo Rock de Calcinha

Programa Megafônico: 001

Programa Megafônico

A produção de Pod Cast, um programa de rádio de veiculação na web, é mais um dos projetos do Coletivo Megafônica. Esta é a primeira edição e o programa irá ao ar quinzenalmente.

Programa Megafônico – 001

Direção: Sidney Filho

Produção de áudio: Léo Chermont

Produção: Bahrbara Andrade e Adele Pickerell

Co-produção: Clarysse Dias e Manuel Cardoso

Apresentação/locução: Andro Felipe, Daniel Soares e Juca Culatra

Nesta edição:
Entrevista: Homero da Cuíca (cineasta e DJ)

(O Programa Megafônico é uma produção do Coletivo Megafônico e Circuito Fora do Eixo, com apoio do Casarão Cultural Floreta Sonora)

Mundo Livre S/A e Nação Zumbi em Belém: O Manguebeat (bit) no Pará


As apresentações das bandas Mundo Livre S/A (no domingo, 24, no Gold Mar Hotel, e ainda contando com os shows das bandas locais Metaleiras da Amazônia e Pio Lobato & O Suposto Projeto); e Nação Zumbi (fechando à noite de sexta-feira, 13, da 4ª edição do Festival Se Rasgum) me faz lembrar de algum lugar do meu passado, no começo da década de 90, quando morei em Hellcife.

No período de 86 a 94, tive a chance de assistir o nascimento de um movimento (e os momentos paralelos), que conseguiu ter projeção internacional. Lembro como se fosse hoje, das primeiras apresentações de Chico Science e Nação Zumbi, ou melhor, de quando pirava curtindo o set do DJ Francisco de Assis França, no Francy’s Drinks.

Ainda está clara na minha mente, a explicação de Fred 04, sobre a Física Quântica e a Teoria do Caos, durante o período da edição pernambucana da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (1993), na Universidade Federal de Pernambuco. No mesmo ano, a emoção do primeiro Abril Pro Rock, no Circo Maluco Beleza.

Também não me escapa da memória, o show do Faith no More (1992) no ginásio Geraldão, com a abertura da ex-banda (Maggie’s Dream) do ex-Menudo (Rob Rosa). Quando o então proprietário da loja Rock Express (Paulo André Pires, idealizador e realizador do Abril Pro Rock) deu o mosh mais sensacional de todos os tempos.

Da Lama ao Caos

Tudo isso regado ao “camarão pernambucano” e muita Pitú. E agora, estamos comemorando os 15 anos de lançamento do CD “Da Lama ao Caos”. E iremos celebrar com muitas bandas do Brasil, sobretudo, as paraenses.

Os dois shows serão, com certeza, inesquecíveis. Para quem viu tudo isso e para quem ainda verá. Pois, estamos vivendo o grande momento da música independente nacional. E melhor de tudo, numa estrutura de organização de primeira qualidade. Mais informações sobre a 4ª edição do Festival Se Rasgum: www.serasgum.com.br

Azia Amazônica

PRÉVIA DO LANÇAMENTO DO CIRCUITO FORA DO EIXO PARÁ




Uma festa para entrar na História da música independente do Pará. Assim vai ser a prévia do lançamento do Circuito Fora do Eixo – PA, no dia 07 de novembro. No Caverna Club (antigo Liverpool), com bandas importantes para música independente do Pará.

Johny Rock Star: ROCKÃO

Falta muito pouco para o Pará entrar definitivamente no Circuito Fora do Eixo. Pois, acontecerá no dia 07 de novembro, no Caverna Club, a partir das 20h, a prévia do lançamento do Circuito Fora do Eixo – PA., com as bandas Johny Rock Star, Jungle Band, Hebe e os Amargos, Ultraleve e Mostarda na Lagarta. O evento conta com os apoios do Casarão Cultural Floresta Sonora e Se Rasgum Produciones, e é uma realização do Coletivo Megafônica e Circuito Fora do Eixo.



Essa grande festa representa muito para a produção independente do Estado, porque abre um espaço definitivo para os produtores, bandas e para quem pretende fazer parte desse capítulo da História importante da cultura nacional, no qual a música independente nunca esteve tão forte.


Hebe e os Amargos: Bubblegum de Primeira e da Pesada

A responsabilidade desse festival ficou ao cargo do Coletivo Megafônica, que também já está marcando território no circuito, contando no catálogo a realização de shows com bandas nacionais, como Jardim das Horas (CE), Los Porongas (AC) e Stereovitrola (AP). E aguardem por mais novidades por aí.


A escolha foi eficaz para essa prévia do lançamento oficial. A Johny Rockstar é a maior colecionadora de hits por metro quadrado, é assistir o show e sair cantando. Formada por Eliézer Wonkas III (guitarra e voz), Nata Ken Master (guitarra e voz), Elder Effe (baixo e vocal), Júnior (bateria) é festa na certa.

Jungle Band: Jazz Urbanóide e Amazônida

A Jungle Band é a música urbana amazônida da melhor qualidade. É impossível definir o som produzido dos riffs de guitarra de Léo Chermont, do baixo pulsante de Márcio Arede, a bateria precisa de Junhão e os teclados cheios de malemolência de Dan Bordallo. A melhor pedida é assistir e se deleitar.


Já a banda Hebe e os Amargos é puro bubblegum; música grudenta e pegajosa, ou seja, Ramones Style. Os “Hebes” são Henrique Amargo (baixo e vocais), Zé Netto (guitarra e vocais) e Mamute na bateria.

Ultraleve: Pop e MPB – mistura na medida certa

A Mostarda na Lagarta e a Ultraleve são as integrantes da nova geração do Rock Pará. Com muito bom humor nas letras e no ritmo (Mostarda na Lagarta); já a Ultraleve tem os acordes da Música Popular Brasileira e o suingue “jorgebeniano” na alma das composições. Tudo isso é apenas um aperitivo do que vai acontecer. Não seja louco de perder.

Mostarda na Lagarta: Diversão Garantida

Serviço:

Prévia do lançamento do Circuito Fora do Eixo – PA. Dia 07 de novembro, às 20h, no Caverna Club (antigo Liverpool), com as bandas Johny Rockstar, Jungle Band, Ultraleve, Hebe e os Amargos e Mostarda na Lagarta. O evento conta com o apoio do Casarão Cultural Floresta Sonora e Se Rasgum Produciones e é uma realização do Coletivo Megafônica e Circuito Fora do Eixo. Ingressos à R$ 10. Mais informações: http://www.megafonica.blogspot.com/.


MYSPACE:

Johny Rock Star: (http://www.myspace.com/johnyrockstar)

Jungle Band: (http://www.myspace.com/amazoniajungleband)

Hebe e os Amargos: (http://www.myspace.com/hebeeosamargos)

Ultraleve: (http://www.myspace.com/ultraleves)

Mostarda na Lagarta: (http://www.myspace.com/mostardanalagarta)

HOPE – ESPERANÇA DO ROCK PARAENSE EM SÃO PAULO

A banda paraense Hope, que atualmente, está morando em São Paulo, também está repleta de possibilidades de representar muito bem o Estado, dentro do universo da música independente nacional.
Conheça mais sobre a Hope nessa entrevista com o guitarrista Marcelo Brain. Além dele, a banda é formada por Bruno Corey (voz), Stéfanno Stella (baixo), Luís Sick (guitarra) e Tadeu Zullu (bateria).

Hope na internet: http://www.myspace.com/hoperock
VOTE NO HOPE PARA ABRIR O SHOW DO MINDFLOW: (/mindflowbrazil @mindflow)http://migre.me/8Etb

Marcelo Brain
Fale um pouco sobre as influências da banda Hope?

Nossa influência principal são bandas gringas, principalmente americanas, mas cada um na banda gosta mais de uma coisa do que de outra, indo do punk rock/alternativo até o metal/hardrock. O que posso dizer que tenham sido grandes influências em comum entre eu, Luis Sick, Bruno Corey e Lucio Del Rey (ex-baixista) durante a gravação do “First Impressions” foram: Black Stone Cherry e Sevendust.

Como está sendo essa experiência em São Paulo ?

Eu já moro em São Paulo desde que passei no vestibular há quatro anos atrás, então já estou meio acostumado com a vida aqui, mas quando os outros integrantes da banda se mudaram pra cá com certeza tenho vivido muito pra banda, na verdade ultimamente a faculdade só ocupa 20% do meu tempo o resto é Hope. O Luis está trabalhando tempo integral com a banda e o Bruno trabalha em um estúdio e trabalha com o Hope nas horas vagas, está sendo uma experiência muito foda, porque estamos conhecendo muita gente no meio da música e vendo que é aqui realmente que as coisas acontecem. Inclusive, trabalhamos na Expomusic acompanhando o Guitarrista Rafael BIttencourt ( Angra) que já se tornou um amigo da banda.

Hope – “My Hope”

Em relação a shows como tem rolado?

Estamos em uma fase a procura de shows. Nosso CD ficou pronto início do ano, mas nosso Myspace só saiu em julho. E queríamos ter algum material para oferecer antes de fazer shows, ou seja, esse segundo semestre provavelmente deve ser a estreia do Hope em palcos paulistas, pois pouca gente sabe mas os primeiros shows do Hope foram em Belém no teatro Waldemar Henrique e no Clássico Café Com Arte.

Quais são os próximos projetos da banda?


O principal projeto da banda é o Lançamento do CD “First Impressions” on-line pelo nosso myspace ainda esse ano. Estamos concorrendo também parar abrir o show da banda Mindflow. Quem quiser nos ajudar é só votar em http://www.show.letyourmindflow.com/Vote.html.

Começamos a conversar a possibilidade de ir tocar em Belém no início do ano que vem, mas ainda nada confirmado. Fora isso, queremos mesmo é fazer shows e mais show. Fica a dica aí pro organizadores: “Queremos tocar!!”